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Com serviços exclusivos para clientes com patrimônio acima de R$ 10 milhões, a Vitreo Wealth tem diversos diferenciais e avança em cenário de aquecimento da economia, boom de IPOs, fusões e aquisições e de fortalecimento das startups
No mercado desde outubro de 2018, a plataforma de investimentos Vitreo está conquistando cada vez mais adeptos. Com seu propósito de facilitar o acesso dos investidores por meio da tecnologia, proporcionando uma experiência de navegação prática e intuitiva, chegou rapidamente a R$ 12 bilhões sob custódia. Hoje, oferece uma ampla gama de ativos e 60 fundos de investimentos, a maioria próprios, destacando-se por estratégias diferenciadas e temáticas.
Entretanto, uma outra frente começa a ganhar tração – a gestão de patrimônio, área começou a ser montada em meados do ano passado e foi aberta aos clientes em novembro. Em curto espaço de tempo, a Vitreo Wealth já captou R$ 520 milhões e a meta é chegar a R$ 1 bilhão até o final do ano.
Esse foi um movimento natural. Isso porque George Wachsmann, também conhecido como Jojo, sócio-fundador e CIO da Vitreo, construiu sua carreira nesse segmento. Atuando há 27 anos no mercado financeiro, 21 deles foram dedicados à gestão de patrimônio. Ele trabalhou na gestora Fiducia Asset Management; depois montou a Bawn Investments, que acabou sendo adquirida pela GPS, uma das maiores do país, onde foi sócio.
“Para mim, estruturar a área de wealth na Vitreo é uma ideia que nasceu pronta. Desde o início, muita gente me procurava pedindo esse serviço. Assim, decidimos formar uma equipe 100% focada”, comenta Jojo.
Esse mercado está em evolução no Brasil. Atualmente, os serviços de consultoria a clientes de alto patrimônio no país, incluindo os segmentos Private Banking e Wealth Management, representam R$ 1,73 trilhão e há vários drivers de crescimento. “Estimamos que esse mercado como um todo cresça 10% ao ano, impulsionado pelo aquecimento da economia, IPOs, fusões e aquisições e o fortalecimento do ecossistema das startups no país”, explica Felipe Monteiro, head da Vitreo Wealth.
Além de um avanço orgânico, a onda de eventos de liquidez é geradora de potenciais clientes. “Inclusive, como a Vitreo tem DNA digital tem atraído muitos líderes de startups que receberam aportes de fundos de venture capital ou que estão vendendo suas empresas”, diz Monteiro.
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Conforme eles, a conjuntura da taxa Selic em patamar baixo impulsiona a área de gestão de fortunas. Sobretudo, agora, a taxa real – descontada a inflação, próxima a zero, tem levado a mudanças no mindset dos investidores.
Em busca de maiores retornos, é preciso colocar mais risco nos portfólios e, assim, aumenta a procura pelo suporte de profissionais especializados. “Investidores e famílias que estavam acostumados com o CDI alto vêm, gradativamente, aumentando a parcela de renda variável e de produtos mais sofisticados nas suas carteiras, incluindo exposição no exterior. Está acontecendo uma virada, de uma visão muito curto-prazista para um horizonte maior. E no longo prazo, o trabalho de gestão é mais complexo”, comenta Jojo.
A gestora atua para otimizar a estrutura patrimonial, extrapolando o planejamento e perpetuação para as futuras gerações.
A Vitreo Wealth, que nasceu com diversos diferenciais, é voltada a clientes com patrimônio acima de R$ 10 milhões.
A equipe de profissionais usa um sistema para fazer a consolidação de patrimônio de cada cliente. Com ele, é possível reunir informações e ter a visão completa dos investimentos realizados nas diversas instituições financeiras, além de ativos ilíquidos como imóveis e participações societárias, dentro e fora do Brasil. “Isso garante que as nossas recomendações de alocação de investimentos sejam feitas de forma mais alinhada possível com a sua vida e realidade. A intenção é que o cliente tenha um patrimônio diversificado e equilibrado para atingir seus objetivos”, diz Jojo.
De acordo com Felipe Monteiro, um dos principais equívocos das pessoas ou famílias com alto poder aquisitivo, que ainda não possuem uma consultoria e não conseguem fazer esse diagnóstico 360° do patrimônio, é terem uma divisão inadequada por classes de ativos, muitas vezes, sobrepondo riscos.
Por exemplo, é muito frequente serem atraídas por lançamentos de novos fundos investimentos de gestores renomados, comprando produtos similares aos que já tinham nas carteiras. Também são comuns os casos de investidores animados, participando ativamente de IPOs, sem calcularem o percentual de renda variável dos portfólios porque os investimentos estão espalhados em vários bancos e corretoras. “Por isso, a consolidação é um benefício, pois eles podem ver tudo na mesma página – ativos financeiros e não financeiros, o que ajuda na tomada de decisões”, completa o head da área.
A Wealth também se destaca pela oferta de uma enorme prateleira de alternativas de investimentos. Justamente pelo fato de a Vitreo ser, além de gestora, uma Distribuidora de Valores Mobiliários (DTVM). “Aqui tem uma plataforma inteira de produtos e serviços. Logicamente, o cliente pode buscar em outras corretoras também, mas garantimos comodidade. Temos uma equipe que sabe realizar todas as operações. Nosso time está jogando o tempo todo, fazemos isso com cerca de 500 ativos diferentes”, destaca Jojo.
Em seu dia a dia, os especialistas da Wealth têm contato direto com os traders, gestores e analistas da DTVM e ainda possuem acesso aos relatórios dos 40 analistas da Empiricus, a maior empresa de research independente do Brasil, que faz parte do mesmo grupo ao qual pertence a Vitreo, o Universa.
Portanto, há uma grande base de inteligência. “Temos toda a equipe de research da Empiricus acoplada e ‘bebemos’ dessa fonte”, diz Felipe Monteiro. Segundo ele, essa parceria potencializa os movimentos táticos e investimentos em ativos diretamente – não somente via fundos, como costumam fazer diversas outras assets no mercado.
“Os gestores de carteira costumam ser generalistas, então, é super positiva essa troca com analistas da Empiricus que têm conhecimentos super específicos sobre BDRs, fundos de investimentos, FIIs, criptomoedas, ações e títulos de renda fixa”, acrescenta Jojo.
Essa é uma dinâmica peculiar da Vitreo Wealth, pois outras gestoras não costumam ter uma área de cobertura de ativos tão ampla. E, comumente, nos bancos, a maioria dos analistas atua no sell side (vendas e distribuição), sem ter uma relação tão estreita ou alinhada com os serviços de gestão de patrimônio das áreas Private.
“No nosso caso, há alinhamento de interesses com os investidores, pois os analistas da Empiricus são buy side”, afirma Jojo. Ou seja, como a casa de análises tem foco nas assinaturas de relatórios – não ganhando nenhuma espécie de comissão por investimentos feitos – seu único intuito é gerar resultados positivos com suas recomendações de investimentos.
O modelo de remuneração da Vitreo Wealth é transparente. É cobrada uma única taxa, que parte de 0,7% do patrimônio ao ano. Essa tarifa vai reduzindo gradativamente conforme o volume ou à medida que a relação com a gestora for se intensificando (sob consulta).
A gestora devolve todos os rebates e comissões dos produtos de terceiros aos clientes, o que significa ausência de conflito de interesses.
“Além de devolvemos 100% dos rebates de terceiros, outra vantagem é que, quanto aos fundos e produtos da própria Vitreo, o custo é zero para os clientes da Wealth, não cobramos taxas”, ressalta Felipe Monteiro.
Para saber mais sobre a Vitreo Wealth, clique aqui.
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