Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Entrevista com o CEO

Na Eternit, a recuperação judicial é página (quase) virada — e a empresa já planeja o futuro

O Seu Dinheiro conversou com Luís Augusto Barbosa, CEO da Eternit, a respeito do processo de recuperação judicial, planos futuros e o polêmico amianto

Victor Aguiar
Victor Aguiar
25 de maio de 2021
6:02 - atualizado às 13:46
Luis Augusto Barbosa, presidente da Eternit, empresa em recuperação judicial
Luis Augusto Barbosa, presidente da Eternit - Imagem: Eternit

A Eternit é uma daquelas marcas que simbolizam um produto. Pense no Bombril ou na Xerox — a Eternit ocupa espaço parecido no ramo de telhas e coberturas. Essa forte presença no imaginário, no entanto, de nada serviu para evitar um processo de recuperação judicial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais que isso: a reputação ajuda a explicar as dificuldades financeiras. A Eternit sempre foi ligada a um tipo de telha — a de amianto, uma substância com potencial cancerígeno. E, entre muitas idas e vindas no Judiciário a respeito do uso da substância, a empresa foi perdendo força.

Mas passados apenas três anos desde que a Eternit deu entrada na recuperação judicial, a situação da empresa é bastante diferente. O uso do amianto nas telhas foi abandonado, as dívidas com credores estão quase todas equacionadas e um projeto inovador está prestes a chegar às lojas.

"Nossa expectativa é que em dois ou três meses [a recuperação] se resolva", disse Luís Augusto Barbosa, CEO da Eternit, em entrevista ao Seu Dinheiro. Por mais que as pendências financeiras estejam perto do fim, ele ressalta que os trâmites jurídicos podem prolongar a duração do processo.

E a perspectiva de final feliz — e rápido — já é refletida na bolsa: as ações ON (ETER3) acumulam ganhos de 150% somente neste ano. Apenas no pregão do dia 12, após a divulgação dos resultados da companhia no primeiro trimestre, o salto foi de 13,9%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não à toa, a Eternit apareceu entre as empresas da bolsa em recuperação judicial cujas ações podem valer o risco; ao todo, há 20 companhias de capital aberto nessa situação neste momento.

Leia Também

Ações Eternit

Eternit virando a página

O balanço da companhia nos três primeiros meses desse ano, aliás, mostra que a Eternit está num bom momento operacional, reportando lucro pelo terceiro trimestre consecutivo; a receita líquida e o Ebitda têm crescido sequencialmente desde o primeiro trimestre de 2020.

O que explica essa evolução? Nas palavras do próprio Barbosa, a virada completa nas operações. Hoje, o carro-chefe da Eternit são as telhas de fibrocimento, uma fibra sintética que substitui o amianto; os negócios de caixas d'água, louças e metais sanitários, menos competitivos, foram deixados de lado.

E, quem diria: o ambiente econômico surgido a partir da pandemia jogou a favor da empresa. Juros baixos e incentivos à construção civil, somados à maior permanência das pessoas em ambientes residenciais, deram impulso ao mercado de reformas e reaqueceram a demanda por telhas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, novamente: a Eternit é referência nesse setor.

Eternit resultados e margens

A própria competitividade do fibrocimento também foi um fator decisivo: com materiais como aço e PVC passando por reajustes mais intensos, as telhas da Eternit foram ganhando demanda cada vez maior.

A perspectiva para o restante do ano continua bastante animadora: a Associação Brasileira das Indústrias de Material de Construção (Abramat) projeta um crescimento de 4% no faturamento consolidado em 2021 — em 2020, houve ligeira queda de 0,3%.

“Tudo, de alguma maneira, foi nos beneficiando. O cenário foi ficando positivo para todas as empresas de fibrocimento.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Luís Augusto Barbosa, CEO da Eternit

Assim, apesar do processo de recuperação judicial ainda em curso, a Eternit continuou fazendo investimentos no lado operacional: a modernização das fábricas de Goiânia e do Rio de Janeiro já está em andamento, de modo a aumentar a capacidade total de produção em 7 mil toneladas por mês.

E, num movimento incomum para empresas em recuperação judicial, a companhia recentemente anunciou uma aquisição: a Confibra, no interior de São Paulo, por R$ 110 milhões — um ativo que aumentará a produção de telhas de fibrocimento em 20%.

"Estudamos investimentos brownfield (em instalações já existentes, mas que precisam de expansões e melhorias) em áreas em que não há oferta suficiente, principalmente no Norte e Nordeste", diz Barbosa, afirmando que essas regiões são atendidas por localidades distantes e que embutem um custo elevado de frete.

Fábrica da Eternit em Goiânia (GO)
Fábrica da Eternit em Goiânia (GO). A empresa planeja ampliar a capacidade instalada em 25%.

Recuperação judicial a jato

Independente da estratégia comercial e do bom momento do mercado de fibrocimento, chama a atenção a relativa rapidez com que a Eternit atravessa o processo de recuperação judicial: o pedido foi protocolado na Justiça em março de 2018, sendo homologado no ano seguinte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apenas para comparação: a GPC e a OSX, duas companhias da bolsa que concluíram com sucesso seus processos de recuperação judicial no ano passado, ficaram sete anos nessa situação.

A celeridade no processo da Eternit se deve, em grande parte, ao plano bem amarrado: desde o começo, a companhia deixou claro que somente a venda de ativos seria capaz de equacionar as dívidas.

"É por isso que a gente conseguiu aprovar o plano rapidamente, os credores viram que tínhamos ativos suficientes, que o plano era viável", diz Barbosa. Entre as vendas planejadas, destaque para a unidade de louças sanitárias, que rendeu à Eternit R$ 97,5 milhões líquidos, e a de um imóvel em Aparecida de Goiânia (GO), por R$ 24,5 milhões.

O plano de recuperação judicial da Eternit enquadra os credores em quatro categorias: trabalhistas, com garantia real, quirografários (sem preferências) e micro e pequenas empresas — a segunda e a quarta classe já foram equacionadas, e a terceira já está em fase de pagamento. “Nosso plano nunca previu o uso de caixa vindo da operação [para pagar os credores].”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, repare que a Eternit possui uma situação de endividamento bastante confortável. O fortalecimento recente da posição de caixa está relacionado com a venda de ativos, mas, ainda assim, é possível notar uma queda gradual na dívida bruta:

Eternit endividamento

Eternit e as telhas fotovoltaicas

Barbosa, no entanto, não se satisfaz com a reestruturação da Eternit: o executivo faz questão de pensar nos próximos passos da companhia — e das inovações que a tradicional fabricante de telhas pode trazer ao mercado.

A grande aposta é o projeto de telhas fotovoltaicas. O produto já foi aprovado pelo Inmetro e está em fase final de testes — a Eternit prevê que ele chegará às lojas no segundo semestre deste ano.

"Estamos estudando o produto há três anos", diz Barbosa, destacando que, neste primeiro momento, as células fotovoltaicas estarão disponíveis apenas em telhas da família Tégula, feitas de cimento — as telhas de fibrocimento estão numa fase anterior de testes para o projeto solar, podendo levar seis meses adicionais para estarem prontas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O apelo está no caráter modular: não é preciso ter um telhado inteiro com o produto; de acordo com a sua necessidade de consumo, é possível instalar um número maior ou menor de telhas.

"Não é para competir na área de usina fotovoltaica, aí a placa é a melhor solução. Mas para casas, pequenos comércios, indústrias, agronegócio... Aí o produto é bem competitivo", diz Barbosa.

Telhas fotovoltaicas Tégula, da Eternit
Telhas fotovoltaicas Tégula, da Eternit, em fase de testes

E mesmo as discussões no Congresso a respeito do fim dos subsídios à energia solar não tiram o otimismo do executivo em relação ao projeto — para ele, é pouco provável que uma decisão que inviabilize a exploração dessa matriz energética seja aprovado.

A discórdia do amianto

A história de reestruturação da Eternit, contudo, traz um ponto que pode deixar muitos investidores desconfortáveis: por mais que a companhia não use mais o amianto em seus produtos, ela continua explorando a mina em Minaçu (GO) e exportando a fibra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É um produto polêmico, mas temos a absoluta convicção de que a operação é segura", diz Barbosa. "Paramos de usar porque entendemos que o mercado não queria mais".

Mas o que é exatamente o amianto? De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), trata-se de um ativo reconhecidamente cancerígeno e que atinge especialmente os trabalhadores envolvidos na extração e processamento da substância. A inalação de seu pó afeta os pulmões e reduz a capacidade dos órgãos realizarem trocas gasosas.

O Supremo Tribunal Federal baniu definitivamente o amianto na indústria brasileira em 2017 — a Eternit deixou de usar a substância antes da decisão do STF. Mas há uma lacuna no parecer do Supremo: o uso é proibido, mas e a exploração da substância?

Sem uma decisão que esclareça o impasse, a Eternit voltou a operar a mina de Minaçu, destinando 100% da extração ao mercado internacional e países em que o uso do amianto é permitido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Temos essa mina, é um ativo, eu não posso ser irresponsável. É permitido explorar e exportar", diz o executivo, afirmando que o amianto é usado de maneira segura pela indústria de carbocloro no mundo todo. "Hoje, estamos em compasso de espera. Exportamos, dentro da legislação, até que o STF decida [se é permitido ou não explorar o amianto]".

E, de fato, as exportações de amianto da Eternit têm crescido trimestre a trimestre, ajudando a dar força ao processo de recuperação financeira da companhia:

Eternit amianto

"Enquanto o dilema oficial não se resolve, eu tenho um problema. Se decidir vender, como eu quantifico quanto o ativo vale? Como alguém vai comprar se não se sabe por quanto tempo poderá operar?" diz Barbosa.

Apesar disso, o executivo ressalta que o amianto não faz parte dos planos estratégicos da companhia no futuro — mesmo com a exploração da mina, ele diz que a Eternit caminha para ser mais sustentável e focada para energias limpas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Barsi e uma base acionária difusa

Quanto à adesão da Eternit na bolsa, um detalhe chama a atenção: estamos falando de uma corporation — definição dada às empresas cujo capital é difuso, sem a existência de um acionista ou grupo controlador.

Entre os principais acionistas, um nome chama a atenção: Luiz Barsi, um dos mais famosos investidores brasileiros, é dono de 9,34% do capital da Eternit — sua filha, Louise Barsi, é membro do conselho de administração da companhia.

A estrutura acionária é curiosa: 41,5% do capital social está nas mãos de pessoas físicas — para ser mais exato, 19.132 investidores com esse perfil.

Eternit composição Barsi

"Fizemos uma diminuição de eventos não recorrentes no balanço, [...] mostra uma coisa mais transparente, mais limpa, sem necessidade de fazer ajustes. Isso foi se refletindo no valor do papel: estivemos entre uma das maiores altas em 2020 e seguimos fortes em 2021", encerra Barbosa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar