Menu
2021-01-28T18:29:29-03:00
Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
oferta à vista?

Dasa contata bancos para realizar re-IPO

Rede de medicina diagnóstica considera aumentar número de ações no mercado para levantar R$ 6 bilhões, segundo jornal

28 de janeiro de 2021
10:03 - atualizado às 18:29
medicina
Medicina - Imagem: Shutterstock

A Diagnósticos da América (Dasa), uma das principais redes de medicina diagnóstica do país, deu mais um passo em seu plano de realizar um re-IPO.

A operação, que estava sendo considerada no final do ano passado, ganhou ainda mais força, com a empresa anunciando nesta quinta-feira (28) que “está em processo de seleção e engajamento” de instituições financeiras para formar um sindicato para coordenar a operação.

No fato relevante divulgado ao mercado, a Dasa informou que a oferta, se ocorrer, será do tipo restrito, voltada apenas para investidores qualificados, e suas ações poderão migrar para o Novo Mercado, segmento de listagem com os mais altos padrões de governança corporativa da B3.

Disponibilizando mais ações ao mercado

As declarações foram feitas após a Dasa receber um ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), solicitando informações sobre uma notícia veiculada pelo jornal “Valor Econômico” informando que a companhia deve fazer uma oferta de R$ 6 bilhões em fevereiro.

Segundo uma fonte ouvida pela reportagem, a Dasa pretende fazer um re-IPO, colocando cerca de 10% de suas ações em circulação. A empresa já é listada na B3, mas tem apenas 2,5% do capital social no mercado.

Ainda de acordo com o jornal, a empresa planeja levantar quase R$ 6 bilhões, o dobro do que estimava inicialmente. Os bancos sendo contratados para coordenar a operação são Bradesco BBI, BTG Pactual e Credit Suisse.

Mercado aquecido

O re-IPO da Dasa, se concretizado, ocorrerá num momento de grande competição entre os maiores nomes do setor de saúde da bolsa, que estão se fortalecendo para conseguir comprar novos ativos.

Os principais exemplos são a entrada da Rede D’Or (RDOR3) na bolsa, que levantou impressionantes R$ 11,4 bilhões (terceiro maior volume da história), e as negociações por uma possível fusão entre Hapvida (HAPV3) e Notre Dame Intermédica (GNDI3), que uniriam as duas maiores operadoras verticalizadas de saúde do País.

A Dasa também se movimentou no ano passado, adquirindo a rede de hospitais Leforte e o Grupo Santa Celina. A oferta de ações viria justamente para dar novo fôlego à companhia, permitindo que ela entre na briga da consolidação do mercado de saúde brasileiro.

Comentários
Leia também
OS MELHORES INVESTIMENTOS NA PRATELEIRA

Garimpei a Pi toda e encontrei ouro

Escolhi dois produtos de renda fixa para aplicar em curto prazo e dois para investimentos mais duradouros. Você vai ver na prática – e com a translucidez da matemática – como seu dinheiro pode render mais do que nas aplicações similares dos bancos tradicionais.

em busca de energia limpa

Criptomoedas: Elon Musk diz que Tesla vendeu 10% do que detinha em bitcoin

Segundo executivo, operação prova que a criptomoeda poder ser liquidada facilmente “sem mover o mercado”

imunização

Governo de São Paulo adianta em 30 dias vacinação contra a covid-19; veja novas datas

Plano é vacinar toda a população adulta do estado, ao menos com a primeira dose, até o dia 15 de setembro

luto

Ex-presidente do BC Carlos Langoni morre de covid-19 no Rio

Carlos Langoni trabalhou no governo na virada das décadas de 1970 e 1980, quando foi presidente do BC; ele colaborou com a equipe econômica do ministro Paulo Guedes, quase 40 anos depois

nos eua

Nova ‘ação meme’? Orphazyme dispara quase 1400% em um dia e mercado não sabe por quê

Investidores da empresa aguardam uma importante atualização sobre um tratamento experimental para a doença de Niemann-Pick; sem novidades, mercado não sabe a razão da alta

entrevista

Superávit primário pode voltar em 2024, diz secretário do Tesouro

Jeferson Bittencourt diz que a melhora no quadro fiscal do País não é “sorte”; confira a entrevista

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies