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O Brasil não cansa de nos surpreender. Quando o presidente Jair Bolsonaro falou em intervir nos preços dos combustíveis e trocou o comando da Petrobras, muita gente no mercado deu por enterrada a agenda liberal do governo.
A mudança foi seguida por uma debandada na estatal e também na equipe do ministro Paulo Guedes, que deixou o “Posto Ipiranga” praticamente sem frentistas.
Ao mesmo tempo, Bolsonaro enfrenta no Senado uma CPI que escancara os erros do governo na gestão da pandemia da covid-19 e ainda assiste ao principal adversário nas eleições do ano que vem à frente nas pesquisas.
Foi justamente nesse ambiente inóspito, contudo, que alguns dos principais avanços na pauta liberal do governo avançaram.
Apenas de abril para cá, tivemos alguns marcos, como a abertura de capital da Caixa Seguridade e a aprovação da urgência do projeto de lei de desestatização dos Correios.
No plano estadual, podemos contar ainda o leilão da Cedae, que faz parte do acordo de recuperação fiscal do Rio acertado com o governo federal.
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E nesta semana a combalida tropa dos liberais teve mais um motivo para comemorar com a aprovação na Câmara da medida provisória que permite a privatização da Eletrobras.
A reação do mercado, porém, foi tímida, em um claro sinal de que os investidores ainda preferem esperar para ver o andar da carruagem.
O Ibovespa ficou praticamente estável ao longo desta semana, em meio a preocupações com a inflação e uma subida de juros nos EUA, como você confere na nossa cobertura.
Confira a seguir os principais destaques do Seu Dinheiro:
O governo deu um passo importante na tentativa de privatização da Eletrobras nesta semana, ainda que a aprovação da MP tenha carregado junto uma série de “jabutis”. Com o projeto, a União pode abrir mão do controle e deter menos de 50% do capital da estatal do setor elétrico.
Mas, afinal, quanto pode valer a Eletrobras sob o comando da iniciativa privada? A repórter Jasmine Olga traz um panorama bem completo sobre a companhia, os impactos esperados na nossa conta de luz e, claro, nas ações da estatal negociadas na B3.
Que o mercado de criptomoedas é extremamente volátil todos sabem. Quando as cotações dobram de valor em questão de semanas, como ocorreu recentemente, tudo bem. Mas nesta semana os investidores sentiram o lado reverso dessa moeda.
Os preços do bitcoin e das outras criptos reagiram em forte queda a uma série de notícias que envolveram desde o bilionário Elon Musk até o governo chinês.
O Seu Dinheiro promoveu uma live com André Franco, especialista em criptomoedas da Empiricus, para tirar as principais dúvidas dos nossos leitores sobre os movimentos desse mercado. Você pode conferir os principais momentos nesta matéria.
Por falar em perder dinheiro, que tal ter os seus investimentos sendo corroídos lentamente pela inflação? É o que está acontecendo com quem tem recursos aplicados na tradicional poupança.
O que espanta é que não são apenas investidores sem acesso a alternativas que deixam dinheiro na caderneta. Mais de 20 mil pessoas mantêm hoje uma pequena fortuna de mais de R$ 1 milhão na aplicação. A reportagem da Larissa Vitória mostra o que motiva os milionários da poupança.
A cotação das commodities disparou em meio à quebra nas cadeias produtivas diante da pandemia da covid-19. Essa é a principal razão para a alta recente da inflação aqui e lá fora, e também das ações das produtoras de matérias-primas, incluindo a Vale.
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A pergunta da semana na bolsa foi: o que está acontecendo com as ações da BRF? Os papéis da dona da Sadia e Perdigão subiram quase 30% sem explicação aparente além do apetite de um comprador ávido.
O mercado só chegou ao suspeito na sexta-feira: a Marfrig confirmou na noite de ontem que passou a deter 24% do capital da BRF — dois anos depois de uma tentativa frustrada de fusão entre as empresas. O Victor Aguiar conta para você todos os lances das novas aventuras da vaca e frango — ou melhor, Marfrig e BRF.
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