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PNAD contínua

Taxa de desemprego fecha 2020 sendo a maior da série histórica e renda familiar cai

Os dados da PNAD Contínua mostram uma queda nos postos de trabalho e taxas de desemprego históricas

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26 de fevereiro de 2021
12:26 - atualizado às 18:33
Imagem: Shutterstock

Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mostraram que o desemprego caiu no último trimestre de 2020, saindo do patamar de 14,6% para 13,9%. Mesmo assim, a taxa média de desemprego do ano passado foi a maior da série histórica.

A taxa de desemprego média em 2020 ficou em 13,5%, o que significa que aproximadamente 13,4 milhões de pessoas estão na fila por um trabalho no país.

Para especialistas, essa diminuição deve ser sazonalizada, porque nos meses de outubro, novembro e dezembro há um aumento de postos de trabalho temporários devido às festas de final de ano. Confira mais destaques da pesquisa:

Faltou trabalho

No trimestre terminado em dezembro de 2020, faltou trabalho para 32,031 milhões de pessoas no País. A taxa composta de subutilização da força de trabalho desceu de 30,3% no trimestre até setembro para 28,7% no trimestre até dezembro.

O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até dezembro de 2019, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 23,0%.

Na média de 2020, a taxa de subutilização foi de 28,1%, a maior da série histórica.

A população subutilizada caiu 3,5% ante o trimestre até setembro, 1,148 milhão de pessoas a menos. Em relação ao trimestre até dezembro de 2019, houve um avanço de 22,5%, mais 5,873 milhões de pessoas.

A taxa de desocupação saiu de 11% no trimestre até dezembro de 2019 para 13,9% no trimestre até dezembro de 2020, maior patamar para quartos trimestres dentro da série histórica iniciada em 2012.

Desalentados

O Brasil alcançou 5,788 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em dezembro. O resultado significa 78 mil desalentados a menos em relação ao trimestre encerrado em setembro, um recuo de 1,3%. Em um ano, 1,168 milhão de pessoas a mais caíram em situação de desalento, alta de 25,3%.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade - e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.

Renda familiar per capita

A renda domiciliar per capita nominal mensal ficou em R$ 1.380 no País em 2020. No ano de 2019, a renda domiciliar per capita nominal mensal tinha sido mais elevada, de R$ 1.439.

As informações são enviadas pelo instituto ao Tribunal de Contas da União (TCU), como forma de atender à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

No ano de 2020, a renda domiciliar per capita mais alta foi registrada no Distrito Federal, de R$ 2.475, enquanto a mais baixa era a do Maranhão, R$ 676.

Em São Paulo, a renda per capita nominal alcançou R$ 1.814. No Rio de Janeiro, o rendimento ficou em R$ 1.723, e em Minas Gerais, foi de R$ 1.314.

Os rendimentos domiciliares são obtidos pela soma dos rendimentos do trabalho e de outras fontes recebidos por cada morador no mês de referência da pesquisa, explicou o IBGE. O rendimento domiciliar per capita é a divisão dos rendimentos domiciliares pelo total dos moradores.

Setor privado com mais vagas

O último trimestre do ano de 2020 mostrou uma abertura de 519 mil vagas com carteira assinada no setor privado em relação ao trimestre encerrado em setembro. No entanto, na comparação com o trimestre de 2019, 3,783 milhões de vagas com carteira assinada foram perdidas no setor privado.

O total de pessoas trabalhando com carteira assinada no setor privado foi de 29,885 milhões no trimestre até dezembro, enquanto outras 9,985 milhões atuavam sem carteira assinada, 973 mil a mais que no trimestre anterior. Em relação ao trimestre até dezembro de 2019, foram extintas 1,870 milhão de vagas sem carteira no setor privado.

O trabalho por conta própria ganhou 1,489 milhão de pessoas a mais em um trimestre, mas ainda está 1,285 milhão menor em relação a um ano antes, totalizando 23,272 milhões de pessoas.

O número de empregados aumentou em 63 mil em um trimestre. Em relação a dezembro de 2019, o total de empregadores é 521 mil inferior.

O País teve um aumento de 290 mil pessoas no trabalho doméstico em um trimestre, para 4,902 milhões de pessoas, mas esse contingente ainda é 1,454 milhão menor que no ano anterior.

A única categoria da ocupação com aumento no número de trabalhadores em um ano foi o setor público, com 521 mil ocupados a mais no trimestre terminado em dezembro de 2020 ante o trimestre encerrado em dezembro de 2019. Na comparação com o trimestre até setembro de 2020, foram abertas 333 mil vagas.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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