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Ruídos de Brasília

Projeções para a economia são revisadas para pior e falas de Jair Bolsonaro desagradam senadores que negociam PEC dos Precatórios: veja o que movimenta Brasília hoje

A PEC dos precatórios pode abrir espaço no Orçamento de 2022, mas o risco fiscal gerado pelos debates em torno da proposta fizeram o governo reajustar as projeções

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17 de novembro de 2021
13:29 - atualizado às 18:08
Foto do Congresso Nacional, em Brasília, num dia de céu carregado; a imagem representa o clima tenso em Brasília e os desdobramentos negativos para a bolsa. Orçamento Secreto
Congresso Nacional - Imagem: Shutterstock

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou nesta quarta-feira (17) que o governo não "abriu mão" da política econômica baseada na consolidação fiscal e no aumento da produtividade. Após as manobras patrocinadas pelo governo no teto de gastos para abrir espaço extra para despesas em 2022, ano eleitoral, Sachsida destacou que a consolidação fiscal é vista pela redução consistente da relação da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

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Isso ocorre, segundo ele, seja pela manutenção do teto de gastos ou pela redução de gastos com funcionalismo, previdência e juros. "O teto de gastos é pilar central na nossa política econômica", disse ele, durante coletiva de imprensa para comentar a nova grade de parâmetros da Secretaria de Política Econômica (SPE).

PEC dos precatórios

Visando manter o teto de gastos e conseguir assegurar uma chance no segundo turno das eleições de 2022, a PEC dos precatórios segue em debate no Senado. Os analistas avaliam que a proposta pode dar um alívio nas contas públicas para o ano que vem, mas ainda é preciso achar uma fonte de renda para o benefício, que deve vir da reforma do Imposto de Renda, parada na Câmara.

Mesmo assim, o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez uma afirmação que desagradou os senadores que buscam viabilizar a proposta na Casa sobre o reajuste dos servidores públicos.

"No Orçamento não há espaço, na PEC também não há espaço. Acho non-sense (sem sentido) essa declaração do presidente", comentou o integrante do grupo que negocia mudanças na PEC dos precatórios, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR). Ele criticou o aceno feito pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, de usar parte da folga fiscal aberta com a proposta para conceder reajuste no salário dos servidores públicos.

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"Fala totalmente sem noção da realidade econômica do País", disse Oriovisto à GloboNews na manhã desta quarta-feira. O senador citou o relator do Orçamento de 2022, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), que disse na terça-feira ao jornal "O Estado de S. Paulo" não haver espaço para aumento ao funcionalismo, como quer Bolsonaro.

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Oriovisto é autor de uma PEC alternativa para tentar resolver o impasse do Auxílio Brasil. O governo precisa de mais R$ 51 bilhões para levar o benefício ao mínimo de R$ 400 até dezembro de 2022. Para isso, conta com a PEC dos precatórios, que muda o cálculo do teto de gastos (regra que limita o avanço das despesas à inflação) e adia o pagamento de dívidas judiciais.

O congressista reafirmou a posição de seu partido, que tem nove senadores, de votar contra a PEC do jeito que está. "Acho que governo sabe fazer conta e sabe que não tem garantia de que será aprovado (o texto)", disse.

O senador negocia possíveis soluções com as lideranças de governo. "O resultado exato (das negociações) não consigo dizer ainda, mas que a PEC será modificada e voltará à Câmara, não tenho a menor dúvida", afirmou Oriovisto.

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Segundo ele, uma nova reunião será realizada nesta quarta-feira para tentar costurar um acordo em torno do texto. Uma das preocupações dos senadores é evitar que o governo tenha uma folga fiscal para além do necessário, abrindo margem para uso eleitoreiro dos recursos.

Os números da PEC

Hoje, a PEC dos precatórios abre R$ 91,6 bilhões no Orçamento de 2022, dos quais R$ 83,6 bilhões são efetivamente livres para o Executivo destinar a suas ações. Desse valor, cerca de R$ 24 bilhões irão para a correção de benefícios atrelados ao salário mínimo, devido à inflação maior, e R$ 51 bilhões para o Auxílio Brasil.

Para Oriovisto, o governo "não precisa de tanto dinheiro", pois o Orçamento já tem R$ 34,8 bilhões reservados para o Bolsa Família, agora já convertido no novo programa. "Para chegar ao número mágico de R$ 81 bilhões, precisamos de mais R$ 46 bilhões", disse.

Na avaliação do senador, seria possível arrumar R$ 20 bilhões apenas com o corte de emendas de relator. Tirando os precatórios relativos ao Fundef (fundo de educação básica que antecedeu o Fundeb) do teto de gastos, outros R$ 16 bilhões seriam liberados. "Aí governo pode cortar algo nas despesas discricionárias", afirmou.

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"Agora, se quiser fazer PEC para dar emenda, dar reajuste ao funcionalismo, para ganhar a eleição, aí precisa dessa confusão", acrescentou o senador.

Projeções para a economia

A SPE atualizou as projeções de crescimento do PIB em 2021 e 2022, de 5,3% para 5,1% e de 2,5% para 2,1%, respectivamente.

Para o IPCA, índice de inflação oficial, a estimativa passou de 7,90% para 9,70% este ano e de 3,75% para 4,70% no próximo.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reajusta o salário mínimo, a previsão subiu de 8,40% para 10,04% em 2021 e de 3,80% para 4,25% em 2022.

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*Com informações do Estadão Conteúdo.

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