O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Contudo, a dinâmica do crescimento global é “incerta”, pois na corrida entre a vacinação e a multiplicação de variantes do coronavírus o cenário no curto prazo é incerto
O rápido avanço da vacinação contra o coronavírus em alguns países, sobretudo nos EUA, e as robustas respostas fiscais e monetárias para mitigar a recessão provocada pela covid-19 levaram o Fundo Monetário internacional (FMI) a elevar a previsão de alta do PIB global para este ano dos 5,5% estimados em janeiro para 6,0% agora.
Os mesmos fatores também contribuíram para o avanço pouco menor, de 0,2 ponto porcentual, da previsão de alta do crescimento internacional para 2022, de 4,2% para 4,4%, destaca o relatório Perspectiva Econômica Mundial de abril.
O FMI, contudo, ressalta que a dinâmica do crescimento global é "incerta", pois na corrida entre a vacinação e a multiplicação de variantes do coronavírus pelo mundo ainda não há um cenário claro sobre quais serão os seus desdobramentos no curto prazo.
O fundo reconhece que existe um processo de imunização em termos internacionais que não é equitativo, já que países avançados têm mais acesso às vacinas, enquanto nações emergentes e de baixa renda enfrentam grandes dificuldades para ter ampla disposição dos imunizantes.
Segundo o FMI, a "forte cooperação internacional é vital" para que no front da saúde pública, "ocorra produção adequada de vacinas e distribuição universal com preços acessíveis, inclusive com funding suficiente para a iniciativa Covax, assim todos os países poderão rapidamente e decididamente derrotar a pandemia".
A entidade também defende que a comunidade internacional precisa trabalhar em conjunto para assegurar que nações com restrições financeiras tenham acesso à liquidez global, assim poderão fazer frente às despesas necessárias para recuperar suas economias, sobretudo nas áreas de saúde e infraestrutura. Neste contexto, o FMI defende que o funding de instituições multilaterais seja ampliado.
Leia Também
O fundo está trabalhando com o governo dos EUA para disponibilizar mais recursos aos países muito atingidos pela pandemia, através do maior acesso a reservas de sua moeda, os Direitos Especiais de Saque (SDR, na sigla em inglês).
O órgão estima que o comércio mundial em volume de mercadorias e serviços deverá aumentar 8,4% neste ano, acima da projeção de 8,1% divulgada há três meses. Em relação a 2022, o indicador deve registrar uma alta de 6,5%, superior aos 6,3% previstos anteriormente.
Boa parte da melhora das estimativas do FMI para o crescimento mundial em 2021 foi motivada pelas perspectivas bem mais favoráveis para o PIB dos EUA neste ano, que será o principal motor do nível de atividade global. O fundo elevou a previsão para a economia americana de 5,1% para 6,4%, projeção próxima da alta de 6,5% realizada pelo Federal Reserve.
A rápida velocidade da vacinação empreendida pelo governo do presidente Joe Biden e a adoção do pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão geraram uma aceleração da recuperação do país, o que inclusive terá efeitos positivos para 2022. O FMI elevou também a projeção de alta do PIB americano para o próximo ano em um ponto porcentual, de 2,5% para 3,5%.
Outro elemento que ajudou na melhora da previsão do FMI para o PIB global neste ano, embora de forma mais modesta, é o forte crescimento da China, que deverá ter expansão de 8,4% neste ano, acima dos 8,1% estimados em janeiro. Para 2022, o fundo manteve a projeção de alta de 5,6%.
Em relação à zona do euro, o FMI estima que o crescimento da região será de 4,4% neste ano, um pouco melhor do que a previsão anterior de 4,2%, embora aponte que o nível de retomada foi prejudicado pela necessidade de adoção de medidas restritivas da economia de diversos países para coibir a disseminação do coronavírus.
A projeção para 2022 é de um crescimento de 3,8%, pouco superior aos 3,6% previstos em janeiro. Para o Japão, o fundo estima uma expansão de 3,3%, acima dos 3,1% projetados anteriormente, enquanto elevou a previsão de 2,4% para 2,5% de alta do PIB japonês em 2022.
Desde que surgiu a pandemia, o FMI divulga dois cenários alternativos sobre a tendência da economia global em relação às projeções do cenário-base.
Nesta edição do relatório Perspectiva Econômica Mundial, o cenário mais favorável, que considera vacinação 10% mais veloz pelo globo e que consegue ser eficiente para conter as variantes da covid-19, o PIB mundial poderá crescer pouco menos de 6,5% em 2021, quase 0,5 ponto porcentual acima da previsão original de 6,0%. Para 2022, o PIB global poderia avançar perto de 1 ponto porcentual além da estimativa atual de 4,4%.
Por outro lado, no cenário mais desafiador, com atrasos de produção e distribuição de vacinas que levariam a postergar a imunidade coletiva em seis meses nas economias avançadas e em nove meses nos países em desenvolvimento, o crescimento mundial poderia ficar próximo a 4,5% em 2021 e poderia desacelerar mais de um ponto porcentual em 2022, pois avançaria 3,4%, e não os 4,4% previstos atualmente.
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas