O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Campos Neto e o ministro da Economia, Paulo Guedes, têm conversado com ministros da Corte sobre os questionamento acerca do tema
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, admitiu nesta sexta-feira (14) a preocupação da instituição com questionamentos da autonomia do BC que serão analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele afirmou que tem tentando explicar aos ministros da corte a importância de manutenção do projeto aprovado pelo parlamento.
"Percebemos que o Congresso estava maduro para aprovar a autonomia. Agora, o questionamento do STF coloca a gente em um período de insegurança", afirmou em palestra no Latin America Disruptive Tech Founders & CEO Virtual Summit 2021, promovido pelo Bank of America.
No evento, o economista também alertou para os gastos do governo com a pandemia, destacou o avanço da vacinação e revelou planos ambiciosos para o futuro do PIX, sistema de pagamentos instantâneos do BC.
Para Campos Neto, o STF deve julgar rapidamente a questão da autonomia. "É claro que ministros do Supremo irão julgar de maneira independente, mas estamos tentando explicar ao STF porque autonomia é importante para o Brasil", completou.
Na última quinta-feira (13), a equipe econômica foi a campo para defender a constitucionalidade da lei: Campos Neto esteve com o presidente do STF, Luiz Fux, para apresentar argumentos favoráveis e o ministro da Economia, Paulo Guedes, também tem procurado os ministros da Corte para sensibilizá-los em relação ao tema.
Leia Também
A lei que estabeleceu a autonomia formal do BC virou alvo de uma ação do PSOL e do PT, que questionaram o fato de o projeto que originou a norma legal ter sido apresentado pelo Legislativo, e não pelo Executivo.
O alerta disparou quando o procurador-geral da República, Augusto Aras, emitiu parecer concordando que a lei é inconstitucional devido ao "vício de iniciativa no processo legislativo".
Além dos problemas da instituição, o presidente do BC também aproveitou o evento para alertar que o governo pode não ter o benefício esperado caso gaste mais dinheiro para combater os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus.
Campos Neto retomou uma ideia já expressa em comunicações anteriores - a de que, se o País começar a gastar mais dinheiro, ameaçando a convergência fiscal, "o resultado líquido será negativo" para a economia.
Na visão do economista, as depesas do governo brasileiro na crise foram muito maiores do que o verificado em outros países emergentes, o que explicaria a recuperação mais rápida da atividade doméstica.
"Os gastos foram justificados, mas o Brasil ficou com um dos piores casos de dívida bruta após a pandemia. Por isso é importante manter a mensagem de consolidação fiscal para frente", completou.
Entre as destinações para o dinheiro, o economista aprova sobretudo recursos para a campanha de imunização. "Estamos vendo a vacinação avançando em muitos lugares. Muitos países têm mais doses do que são necessárias. Alguns estão exportando vacinas, outros estão produzindo seus próprios imunizantes. Se você for mais rápido, consegue recuperar o tempo perdido", afirmou.
Segundo Campos Neto, em 1º julho o Brasil deve ter a maior parte da população com mais risco já vacinada, permitindo uma abertura maior da economia
Por fim, a autoridade monetária revelou que está avançando na discussão sobre uma moeda digital, mas salientou a importância de que os bancos centrais atuem de maneira integrada para que essas diferentes moedas possam ser negociadas entre diversos países.
"Temos um projeto para que, no futuro, o PIX possa fazer transferências para outros países, mas dependemos do avanço nas discussões sobre o lançamento de moedas digitais por outros bancos centrais", finalizou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão
Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.
Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país
Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.
Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis
Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril
Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção
Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores
Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.
Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar
A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte
“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia