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Ao nos convidar a imaginar um mundo sem guerras, religiões ou fronteiras, John Lennon provavelmente seria um entusiasta do bitcoin. Ou pelo menos eu imagino que sim.
Lennon podia ser um sonhador, mas não era o único. Em 2008, um programador misterioso conhecido como Satoshi Nakamoto imaginou — não na forma de uma canção, mas de um trabalho acadêmico — um mundo sem bancos e governos no comando das transações financeiras entre as pessoas.
Desde a criação, as criptomoedas passaram por ondas de euforia e desconfiança. Entre as dúvidas que ainda pairam sobre o bitcoin está a capacidade de uso como uma forma de pagamento alternativa ao dinheiro que usamos hoje.
Até mesmo alguns dos defensores mais fervorosos da tecnologia entendem que a verdadeira vocação do bitcoin é como reserva de valor — uma espécie de “ouro digital”.
Algumas iniciativas, contudo, podem mudar essa visão. Nesta semana, por exemplo, o excêntrico bilionário Elon Musk anunciou que a Tesla vai aceitar bitcoins na compra dos carros elétricos da marca.
Mas será que um dia iremos até a padaria comprar o pãozinho de cada dia pagando com criptomoedas? Se depender da Visa, sim. A gigante do setor financeiro abalou o mercado ao anunciar que pretende viabilizar o uso de moedas digitais como o bitcoin em sua rede.
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E essa novidade vai chegar ao Brasil ainda em 2021, segundo o CEO da Visa no país, Fernando Teles. Ele contou como vai funcionar essa e outras iniciativas que a empresa prepara para o mercado brasileiro nesta entrevista exclusiva ao repórter Rafael Lara.
O CEO da JHSF, Thiago Alonso, é o nosso convidado para uma entrevista ao vivo hoje, às 19h. Ele fala com a repórter Julia Wiltgen sobre as perspectivas para a empresa que atua com shopping centers e incorporação imobiliária para o segmento de alta renda. Você também pode participar dessa conversa com suas dúvidas e sugestões.
O governo abriu uma nova frente de polêmica envolvendo estatais, dessa vez com a Eletrobras, ao indicar um nome para a presidência que não havia sido escolhido pela consultoria externa independente que conduz a sucessão de Wilson Ferreira Junior.
O processo de venda de refinarias da Petrobras finalmente começou a andar. A empresa fechou um acordo para vender uma unidade na Bahia ao fundo de investimento dos Emirados Árabes, por US$ 1,6 bilhão, valor inferior à média de referência calculada pela diretoria da empresa antes da pandemia.
E por falar em Petrobras, a polêmica sucessão de comando continua dando o que falar. A companhia anunciou ontem que quatro diretores pediram para não serem reconduzidos aos seus cargos.
A JBS fechou mais um ano com resultados robustos. Com um crescimento de de 65% do lucro no quarto trimestre, o maior frigorífico do mundo anunciou o pagamento de R$ 2,5 bilhões em dividendos, um retorno aos acionistas de 2,4%.
Foi como tomar um gol aos 45 do segundo tempo. A bolsa se manteve em alta durante boa parte do dia, mas escorregou para o território negativo quase no fim do pregão de ontem com a volta do risco fiscal. Como resultado, o Ibovespa fechou em queda de 1,06%, aos 112.064 pontos, e o dólar subiu 2,25% e bateu nos R$ 5,639.
O que mexe com os mercados hoje? Hoje é dia de IPCA-15 e do Relatório Trimestral da Inflação (RTI), mas o noticiário político pode roubar a cena com o “sinal amarelo” do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para o presidente da República, Jair Bolsonaro.
Arthur Lira também afirmou que o combate à pandemia é o tema mais importante a ser discutido pela Casa. “Esta não é a casa da privatização, não é a casa das reformas, não é nem mesmo a casa das leis. É a casa do povo brasileiro”, afirmou o congressista.
A CVM está de olho no uso irregular de ferramentas digitais e estava no Telegram “desde o terceiro minuto” em que grupos para promover ações foram criados. A afirmação é de Alexandre Costa Rangel, diretor da “xerife” do mercado de capitais, durante uma live promovida pela Empiricus e pela Vitreo.
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