O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a CNI, 65% das fábricas da indústria geral que usam matérias-primas importadas não conseguem tudo o que necessitam
As fábricas brasileiras continuam com dificuldades na aquisição de matérias-primas para sustentar a retomada da produção. De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria, mais de 70% das firmas do setor seguem com problemas para conseguir insumos no mercado e a maior parte delas só espera uma melhora no segundo semestre deste ano.
Como mostrou o Estadão/Broadcast em outubro, a indústria brasileira já enfrentava esse gargalo desde o terceiro trimestre do ano passado. Pouco mudou desde então. O porcentual de fábricas da indústria geral com problemas na aquisição de matérias-primas passou de 75% para 73%. Na indústria da construção, a parcela se manteve em 72%.
A crise da falta de insumos é independente do preço desses materiais. De acordo com a CNI, 65% das fábricas da indústria geral que usam matérias-primas importadas não conseguem tudo o que necessitam, mesmo pagando mais caro. Na indústria da construção, esse porcentual é de 79% dentre aquelas que trazem insumos do exterior.
A CNI destaca que as expectativas de normalização das cadeias produtivas nacionais foram frustradas. Em novembro do ano passado, 51% das empresas da indústria geral e 49% das firmas da indústria da construção esperavam o retorno ao normal no fornecimento de insumos já no primeiro trimestre de 2021.
Agora, 37% da indústria geral espera uma melhora no segundo trimestre e outros 33% já mudaram suas expectativas para o terceiro trimestre do ano. Na indústria da construção, esses porcentuais são de 33% e 38%, respectivamente. Para 14% da indústria geral e 5% da indústria da construção, a normalização só virá em 2022.
Apesar dos problemas nas compras de insumos se manterem, a parcela de indústrias com dificuldades em atender a quantidade de encomendas dos clientes diminuiu. Na indústria geral, o porcentual passou de 54% para 45%. Já na indústria da construção, apenas oscilou de 31% para 30%.
Leia Também
"Essa desestruturação das cadeias produtivas ainda é resultado das enormes incertezas que a economia atravessou na primeira onda. A compra de insumos pelas empresas foi cancelada e os estoques foram reduzidos, um movimento que atingiu praticamente todas as empresas das cadeias de produção A rápida retomada da economia no segundo semestre de 2020 não foi acompanhada no mesmo ritmo por todas as empresas, o que gerou dificuldades nos diversos elos da cadeia", avaliou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
A pesquisa da entidade ouviu 1.782 empresas da indústria geral e 436 companhias da indústria da construção.
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras