Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Corrida contra o tempo

Sem apresentar texto, líderes do Congresso têm pressa na aprovação da PEC dos precatórios

A ideia é aproveitar a proposta enviada pelo governo e aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana passada

General Ramos (E), Lira, Pacheco e Guedes durante entrevista. - Imagem: Luis Macedo / Câmara dos Deputados Fonte: Agência Câmara de Notícias

Com pressa, o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), quer concluir a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que regulamenta o pagamento de precatórios no prazo de 15 a 20 dias. Já no Senado, o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), estima mais um prazo entre duas e três semanas para concluir a votação. No entanto, parlamentares reclamavam que nenhum texto foi apresentado ainda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia é aproveitar a PEC sobre o mesmo tema enviada pelo governo e que já tramita na Câmara. Ela foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana passada. Apesar da falta do texto, fontes informaram que a reação à proposta teria sido positiva durante reunião com deputados realizada após o anúncio do acordo por Pacheco e Lira e o ministro da Economia, Paulo Guedes. No Senado, a reunião de Pacheco com os líderes para apresentar os termos do acordo deverá ocorrer amanhã.

Reforma do IR também volta à agenda

A busca do acordo serviu para tirar da geladeira do Senado o projeto de lei que altera o Imposto de Renda. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos da Casa, senador Otto Alencar (PSD-BA), finalmente indicou o relator: o senador Ângelo Coronel (PSD-BA). Do partido de Gilberto Kassab, ele não é 100% alinhado ao governo, como desejavam Guedes e Lira, mas também não pode ser apontado como oposição.

"É um alento constatar que o Senado está debatendo a reforma sem sofreguidão, passando pelas comissões temáticas, onde certamente haverá o necessário amadurecimento da matéria", disse o tributarista Luiz Bichara, que se ressente do atropelo da votação do projeto na Câmara.

A pressa na tramitação de ambas as propostas se justifica porque as duas são necessárias para garantir o espaço no Orçamento e a fonte de financiamento do novo programa social do governo, o Auxílio Brasil. Deputados e senadores também querem garantir emendas parlamentares, sobretudo as de relator, conhecidas como RP9, e que são a base do orçamento secreto revelado pelo Estadão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Risco fiscal

Em nota técnica preparada a pedido do relator do Orçamento de 2022, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), consultores da Câmara mostram que é possível ampliar o espaço fiscal em pelo menos R$ 21,1 bilhões com três medidas para garantir o Auxílio Brasil, e sem furar o teto de gastos.

Leia Também

QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO

Lotofácil 3751 tem vencedor mineiro com prêmio de quase R$ 1,8 milhão; Mega-Sena acumula e próximo sorteio pode pagar R$ 135 milhões

O QUE BOMBOU

A crise bilionária de um estádio, Smart Fit (SMFT3) com potencial de alta de 80% e os riscos do Tesouro IPCA+ 8%: confira as mais lidas da semana

"O simples adiamento do pagamento de precatórios com geração de vultosos passivos não pode ser considerado como uma boa solução. Qualquer flexibilização do teto requer cuidados com o risco fiscal subjacente", disse Ricardo Volpe, um dos seis consultores que assinam a nota técnica.

Os consultores calculam que é possível também obter uma economia de R$ 1,52 bilhão em 2022 com a alteração do indexador dos precatórios. Hoje, a correção é feita pelo IPCA mais 6%, mas esse índice seria substituído pela taxa Selic (atualmente em 5,25% ao ano). A avaliação dos consultores é de que o indexador atual onera a União, superando inclusive a rentabilidade dos títulos do governo federal indexados ao IPCA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem com uma casa e moedas para representar preços de imóveis 1 de agosto de 2026 - 12:30
bolsa família 1 de agosto de 2026 - 6:30
Antiga sede dos Correios 31 de julho de 2026 - 12:19
Bolsa Família 2025 31 de julho de 2026 - 5:38
Ilustração de pessoa assitindo chuva de meteoros 30 de julho de 2026 - 17:02
William Foster, vice-presidente da Moody's Ratings e responsável pela classificação soberana do Brasil. 30 de julho de 2026 - 12:05
Montagem mostrando cédulas e moedas de real espalhadas numa mesa; no topo, uma placa de madeira com a sigla FGTS, em verde 29 de julho de 2026 - 14:41
Pix 29 de julho de 2026 - 9:18

CONTRADIÇÃO LATINO-AMERICANA

Brasileiros usam cada vez menos dinheiro vivo — e a culpa é do Pix

29 de julho de 2026 - 9:18
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 29 de julho de 2026 - 9:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar