O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Fed confirmou as expectativas e anunciou na tarde de hoje o início do tapering, processo por meio do qual removerá gradualmente o excesso de liquidez observado nos mercados ao longo do último ano e meio
Os diretores do Federal Reserve confirmaram na tarde de hoje o início do chamado tapering.
Trata-se da retirada gradual das medidas de estímulo adotadas pela autoridade monetária norte-americana na esteira dos primeiros impactos da pandemia, no primeiro semestre de 2020.
A liquidez despejada em abundância nos mercados financeiros fez com que os principais índices de ações do mundo renovassem sucessivamente seus recordes - ontem, o índice Dow Jones fechou acima da marca de 36 mil pontos pela primeira vez na história - apesar de a recuperação econômica global ter-se transformado num rinque de patinação no gelo - em muitos casos, fino.
Além de manter a taxa básica de juro dos EUA próxima de zero, o Fed iniciou um multibilionário programa de compra de ativos.
Antes da decisão de hoje, o banco central norte-americano vinha aportando US$ 120 bilhões por mês no programa, sendo US$ 80 bilhões em títulos do governo e US$ 40 bilhões em títulos atrelados a hipotecas (MBS).
Hoje, o Fed anunciou uma redução total de US$ 15 bilhões nas compras mensais de ativos, para US$ 105 bilhões, em linha com as projeções dos analistas.
Leia Também
De acordo com o comunicado divulgado pela autoridade monetária, o tapering começa com uma redução de US$ 10 bilhões por mês nas compras de Treasuries e de US$ 5 bilhões por mês nas de MBS.
"O comitê julga que reduções semelhantes no ritmo de compras de ativos líquidos provavelmente serão apropriadas a cada mês, mas está preparado para ajustar o ritmo de compras caso mudanças nas perspectivas econômicas o justifiquem."
Trecho do comunicado divulgado hoje pelo comitê de política monetária do Fed
"O Fed deve seguir vendo progresso da economia em direção aos seus objetivos e iniciar ajuste da política monetária", avaliou mais cedo a equipe de macro research do banco BTG Pactual.
A partir de agora, a expectativa do mercado é que as compras de ativos sejam reduzidas gradualmente no decorrer dos próximos meses até que sejam zeradas em meados de 2022.
"A redução do programa de compra de ativos tem por consequência uma pressão altista e de abertura da curva de juros americana e global. O movimento de abertura de curva vem acompanhado de um fortalecimento do dólar versus os principais pares globais, em especial moedas emergentes frágeis e de países com baixa taxa de juros."
Equipe de macro research do BTG Pactual
Da mesma forma que o Fed, diante da pandemia, assumiu a liderança no fornecimento de estímulos, acredita-se que ele será seguido por outros importantes bancos centrais agora que começou a retirá-los.
Meses atrás, a mera menção à possibilidade de início do tapering desencadeou volatilidade nos mercados financeiros.
A situação começou a se acalmar à medida que informações sobre o momento e a gradação da retirada de estímulos tornaram-se mais claras, principalmente em comentários de diretores do Fed.
Para nós, brasileiros, os principais efeitos deram-se na alta do dólar e da taxa de juros e da queda no mercado de ações.
Ao contrário do que aconteceu em outros mercados, porém, a deterioração do cenário fiscal, o avanço da inflação e a turbulência política impediram a recuperação dos ativos locais.
Em alguma medida, é possível afirmar que o tapering já está precificado pelo mercado brasileiro.
O que poderia eventualmente provocar uma pressão ainda maior sobre os ativos locais seria uma retirada de estímulos maior do que a esperada, o que não ocorreu.
Outro problema seria alguma sinalização do Fed de que, encerrado o tapering, haverá uma antecipação do processo de alta de juros nos EUA, o que tenderia a drenar os fluxos de mercados emergentes em direção a Wall Street.
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias