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Confira o que o mercado espera de Inflação, PIB, taxa de juros e muito mais
Depois de o Banco Central anunciar que a taxa básica de juros, deveria subir nas próximas reuniões do Copom, o mercado revisou as projeções para a Selic até o final do ano.
Na esteira dos dados mais recentes de inflação, o Boletim Focus trouxe na manhã desta segunda-feira (26) que a mediana das previsões para a Selic neste ano foi de 6,75% para 7,00% ao ano.
Há um mês, as projeções estavam em 6,50%, mas a piora do IPCA-15 em julho trouxe mudanças ao mercado. Confira as perspectivas para os próximos anos:
Se você já chega no mercado de cara fechada por baixo da máscara, prepare-se. De acordo com o Boletim Focus desta semana, o mercado revisou as projeções para o IPCA, que passou de 6,31% para 6,56%.
A expectativas dos economistas para a inflação já está bem acima do teto da meta de 2021, de 5,25%. O centro da meta para o ano é de 3,75%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%)
O dólar deve encerrar o ano de 2021 em R$ 5,09, de acordo com o Boletim Focus. Na última semana, a mediana das expectativas estava em R$ 5,05 e, há um mês, em R$ 5,10.
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A projeção anual de câmbio publicada no Relatório Focus passou a ser calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano.
A mudança foi anunciada em janeiro passado pelo Banco Central. Com isso, a autarquia espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.
Por fim, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve subir até o final de 2021, com a melhora das perspectivas da retomada econômica. A expectativa para a economia este ano passou de alta de 5,27% para elevação de 5,29%.
O Relatório de Mercado Focus trouxe também alteração na projeção para o resultado primário do governo em 2021. A relação entre o déficit primário e o PIB este ano foi de 2,05% para 2,00%.
Já a relação entre déficit nominal e PIB em 2021 foi de 6,45% para 6,40%, conforme as projeções dos economistas do mercado financeiro.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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