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2021-03-12T10:50:40-03:00
Renan Sousa

Anvisa dá aprovação definitiva para vacina de Oxford e medicamento contra covid-19

O gerente geral da Anvisa Gustavo Mendes ainda afirmou que a agência está em debate com outras produtoras de vacinas para o uso de novos imunizantes no Brasil

12 de março de 2021
10:50
vacina coronavírus
Imagem: Shutterstock

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (12) para informar a aprovação da vacina de Oxford e um medicamento contra a covid-19, além de dar esclarecimentos sobre outros imunizantes.

Esse é o segundo imunizante a ganhar o caráter de uso definitivo para a covid-19. A primeira vacina aprovada foi a da Pfizer, em fevereiro deste ano. A Oxford-AstraZeneca terá parte de sua produção sediada na Fiocruz.

De acordo com Gustavo Mendes, gerente geral de medicamentos da Anvisa, outros imunizantes como a vacina da Janssen, Moderna, Sputnik V e Covaxin ainda estão sob análise do órgão ou precisam enviar o pedido de uso emergencial para a agência. 

Além disso, a Anvisa está em contato com diversas outras empresas que também estão produzindo imunizantes contra o coronavírus. 

Metodologia

A vacina Covid 19 recombinante, o método utilizado pela Oxford-AstraZeneca, terá duas doses, com intervalo de 4 a 12 semanas (de um a três meses) para indivíduos acima dos 18 anos. O Reino Unido e a União Europeia já aprovaram esse imunizante.

A vacina já está sendo utilizada em caráter emergencial, ou seja, somente a rede pública poderia aplicar esse imunizante em uma determinada população por um período definido. Agora, com o uso definitivo, o uso é irrestrito tanto para rede pública quanto para rede privada.

Medicamento contra covid-19

Outra boa notícia é a aprovação do medicamento Remdesivir, um antiviral que será usado para o tratamento da covid-19. Gustavo Mendes diz que, apesar de haver muita discussão ainda sobre o uso do medicamento, a decisão foi tomada com base em “qualidade, segurança e eficácia”.

O Remdesivir é indicado para casos graves da doença, para pacientes hospitalizados ou entubados. A Agência não afirmou que há tratamento precoce para a covid-19. 

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