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O Verde vai abrir! Saiba como investir no lendário fundo de Luis Stuhlberger

O Verde rende 18.703% desde sua criação, em janeiro de 1997. Em seus 24 anos de existência, o Verde só fechou no negativo em 2008, auge da crise financeira nos Estados Unidos.

29 de janeiro de 2021
11:37 - atualizado às 13:21
Luis Stuhlberger, sócio e gestor da Verde Asset
Luis Stuhlberger, sócio e gestor da Verde Asset - Imagem: Murillo Constantino/Quatetto

Hoje os investidores acordaram com uma das notícias mais esperadas dos últimos dois anos e meio: o fundo Verde, do gestor Luis Stuhlberger, reabrirá para novas captações em fevereiro. Dada a grande demanda e o capacity limitadíssimo, é provável que as plataformas de investimento comecem já na semana que vem a criar suas listas de reserva para a alocação, que deve ocorrer na terceira semana de fevereiro.

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O fundo tem um dos melhores históricos da indústria de multimercados e sua última janela de abertura, em 2018, durou apenas dois dias – e, em alguns lugares, poucas horas. Está dada a largada, e a entrada mínima é alta: costuma ser a partir de R$ 50 mil, a depender da plataforma.

Stuhlberger é um gênio, trabalha com uma equipe altamente qualificada e sabe ganhar dinheiro como ninguém. O Verde rende 18.703% desde sua criação, em janeiro de 1997 – época em que o fundo ainda pertencia à Hedging-Griffo, gestora de recursos posteriormente comprada pelo banco Credit Suisse. Em seus 24 anos de existência, o Verde só fechou no negativo em 2008, auge da crise financeira nos Estados Unidos.

A esta altura você já percebeu que, assim como da última vez, o Verde não deve ficar reaberto por muito tempo. Os detalhes de distribuição de cada banco e plataforma de investimento ainda estão sendo definidos, mas a maioria deve seguir um modelo de reservas ou “fila de espera”.

No momento, as únicas instituições confirmadas são a Vitreo, que abrirá um fundo espelho do Verde nos próximos dias, e a XP e a Rico, que utilizarão o fundo espelho que já existe por lá.

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“Hoje não tem nenhum fundo multimercado que se compare ao Verde em termos de retorno e consistência no longo prazo”

“A oportunidade de investir no Verde é imperdível para qualquer brasileiro, é uma rara chance de entrar em um nos melhores fundos multimercados da indústria”, avalia Bruno Mérola, analista da Empiricus responsável para série Os Melhores Fundos de Investimento.

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“O Verde raramente abre e quando isso acontece é sempre uma correria. Da última vez teve até investidores que madrugaram acessando o bankline para conseguir entrar na fila e, mesmo assim, ficaram de fora. Hoje não tem nenhum fundo multimercado que se compare ao Verde em termos de retorno e consistência no longo prazo”, diz o especialista.

A aplicação mínima deve ser de R$ 50 mil para a maioria das instituições de varejo e de R$ 250 mil para alguns escritórios de gestão de fortuna e private banks. A versão a ser distribuída tem taxa de administração de 2% ao ano e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI, com prazo de resgate de 60 dias.

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