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Lá pelo meio dia, um dado me chamou a atenção: um tema de economia estava entre os mais discutidos do Twitter no Brasil. Até aquele momento, eram mais de 500 mil mensagens com a palavra Bitcoin.
A criptomoeda voava alto no Twitter, mas mergulhava como uma daquelas aves pescadoras na vida real. Desde a semana passada, o Bitcoin vinha passando por correções cada vez mais intensas — e que, hoje, se acentuaram ainda mais.
Nos momentos de maior instabilidade, a moeda digital afundou mais de 20%, voltando aos níveis de preço de janeiro. E agora, o que fazer? É hora de pânico e de venda dos ativos? Será o fim do mercado de criptomoedas?
Calma, não precisa de tanto. Vendo que os nervos estavam à flor da pele, o Seu Dinheiro organizou uma live para debater as perspectivas para o Bitcoin e outras moedas digitais. Eu e o Renan Sousa conversamos com o André Franco, analista de criptomoedas da Empiricus.
Em uma hora de bate-papo, nós falamos um pouco de tudo: Elon Musk, China, Ethereum, estabilização de preços, dogecoin… E, claro: o André falou sobre seus ativos preferidos — e sobre quando o Bitcoin vai voltar do mergulho e renascer como fênix.
Se você não conseguiu acompanhar o evento ao vivo, não se preocupe: esta matéria traz o resumo da discussão — se você preferir, pode acessar a íntegra no nosso canal do YouTube. E eu já dou uma dica: ao fim do vídeo, há uma surpresa para vocês.
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• Mesmo inserida num dos setores mais afetados pela pandemia, a Smart Fit não perdeu tempo e protocolou um pedido de IPO. O Renato Carvalho analisou os últimos balanços da maior rede de academias do Brasil e te ajuda a ter uma noção do que está por vir.
• Outra companhia que promete movimentar o mercado é a Rede D’Or. O grupo hospitalar, que estreou na bolsa em dezembro do ano passado, tem chances de levantar até R$ 4,5 bilhões por meio de uma oferta restrita.
• Com o fim da temporada de resultados das empresas no primeiro trimestre, chegou a hora de ficar atento aos “balanços dos balanços". O Kaype Abreu conferiu a análise da XP e traz os destaques da temporada nesta matéria.
• Depois da Reuters divulgar que a China proibiu instituições financeiras e empresas de pagamentos de oferecerem serviços que envolvam transações com criptomoedas, o país usou o aplicativo WeChat para emitir um alerta sobre os ativos. Confira.
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