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Nove em cada dez operadores do mercado financeiro juram, de pés juntos, que o último pregão do mês costuma ser positivo.
Ora essas, é a data limite para o fechamento das lâminas de desempenho mensal dos fundos e das carteiras de investimento — e é claro que todo mundo quer estampar o melhor resultado possível.
Pode ser só mais uma cascata do mercado financeiro — e, acredite: ele é cheio de crendices e superstições —, mas fato é que o Ibovespa fechou o pregão de ontem com uma ligeira queda acumulada de 0,8% em julho.
Ou seja: uma virada ao campo positivo no último pregão do mês era perfeitamente plausível e serviria para dar mais força à profecia autorrealizável.
Só que, ao melhor estilo Cléber Machado de narração... as coisas deram completamente errado. Não é que o Ibovespa fechou em queda; ele desabou nesta sexta-feira.
Afinal, não adianta torcer para um resultado quando uma força muito maior está jogando contra. E, no caso de hoje, os inimigos eram diversos: exterior negativo, preocupação com o teto de gastos, tensões políticas...
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