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O minério de ferro converteu-se na pedra filosofal dos mercados: tudo o que toca, vira ouro — como as ações da Vale e das siderúrgicas
De certa maneira, o mercado financeiro está cheio de alquimistas: tentam transformar dinheiro em mais dinheiro. Ações, câmbio, títulos de renda fixa, fundos imobiliários — no fim, o objetivo dos investidores é multiplicar o patrimônio.
O problema é que não há fórmula mágica. Nem sempre as poções funcionam; na verdade, é relativamente comum que o efeito seja o contrário do desejado. É uma ciência inexata, digamos assim.
Ah, seria ótimo ter uma pedra filosofal como a de Nicolau Flamel: eternamente capaz de transformar tudo em ouro. Basta um toque e pronto: suas aplicações recebem um toque de Midas.
Pois, quem diria, a rocha mágica dos mercados existe e sempre esteve por perto. O minério de ferro é o alvo da cobiça dos alquimistas: tudo que está ao seu redor ganha um brilho especial.
A commodity vem numa disparada desde o ano passado, mas, nos últimos dias, esse movimento se acentuou. A tonelada atingiu o patamar inédito dos US$ 200 e segue avançando; a demanda na China está mais forte que nunca.
E, com esse pano de fundo, as ações da Vale e das siderúrgicas começam a se transmutar em metal precioso. E, melhor: ainda há espaço para uma valorização adicional.
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