O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As pessoas do meu círculo de convivência mais próximo sabem quão empolgado sou de poder trabalhar na Empiricus.
Recordo-me de inúmeras vezes tentar convencer familiares e amigos a assinarem algum conteúdo nosso, entendendo que era algo que poderia ajudá-los (me considero time Empiricus desde que assinei minha primeira série, ao final de 2014). Continuo nessa jornada até hoje, com muito orgulho e afinco.
Mas, sendo sincero, logo nos meus primeiros meses fui abordado pelo João com um pedido que me deixou preocupado.
“Vamos montar uma carteira para o setor de cannabis?”
Como falei em um Day One anterior, o desejo de me tornar analista sempre teve como linha principal a possibilidade de tentar entender as mais diversas empresas de setores completamente distintos.
Entretanto, daí a passar a analisar negócios ligados a maconha, sinceramente, me pareceu um pouco demais. Estaria eu fadado ao preconceito alheio? Eu me tornaria aquela pessoa que, no evento de família, expressa uma ideia e recebe como resposta aquele “silêncio ensurdecedor”?
Leia Também
Ainda bem que sou analista, senão talvez permaneceria com preconceitos e deixaria de aprender mais sobre essa que acredito ser uma das principais teses de investimento para os próximos anos.
E entendo que esse nosso impulso foi importante, inclusive, para a discussão do tema na sociedade. Difícil entender como ainda hoje, com indivíduos e profissionais já demonstrando os ganhos de qualidade de vida com o uso de derivados da planta, ainda haja percalços para a obtenção desses produtos e medicamentos de maneira legalizada.
Já houve avanços, todavia: no final de 2019, a Anvisa liberou a venda desses medicamentos em farmácias, mediante apresentação da receita médica.
Ainda que o investidor brasileiro não consiga investir em algum negócio do segmento diretamente na B3, hoje já é possível ter uma “pontinha” do seu portfólio nesse setor.
Uma das formas é através do investimento direto nos EUA, com instituições financeiras facilitando o acesso do investidor brasileiro ao mercado americano.
Só que ainda mais simples e prático é poder investir diretamente aqui no Brasil em fundos que apostam nesse segmento.
Para você que não conhece, sugiro estudar um pouco mais sobre as opções que a Vitreo oferece ao investidor, seja o Vitreo Cannabis Ativo, fundo disponível para o público geral, ou o Vitreo Canabidiol, para investidores qualificados — ambos baseados em nossas ideias do Green Rider, parte da série MoneyRider que trata das oportunidades de investimento no setor.
Entendo ser importante se expor ao segmento por conta do seu grande potencial de crescimento nos próximos anos.
Segundo a New Frontier Data, em 2020 as vendas globais de cannabis legalizadas (tanto para uso medicinal como recreativo) alcançaram a marca de US$ 23,7 bilhões.
Para 2025, as projeções apontam receita de mais de US$ 51 bilhões, o que significaria um crescimento de 16,6% ao ano.
Isso sem contar que ainda estamos falando de um mercado em que a maior parte dos produtos ainda é adquirida de maneira ilegal: estimativas apontam que, no ano passado, o mercado ilícito de cannabis chegou perto dos US$ 400 bilhões.
Relevante notar que, mesmo sem um mercado legalizado em nível federal, os EUA representam cerca de 85% do mercado mundial de cannabis — por isso entendemos que uma exposição ao setor deve levar em conta uma parcela considerável em ativos na terra do Tio Sam.
Além disso, outros gatilhos nos EUA podem auxiliar as ações do setor, como a permissão para instituições financeiras oferecerem produtos e serviços para a indústria (o que reduziria o custo de capital das empresas), a listagem dos ativos de companhias americanas nas Bolsas do país (aumentando assim o investimento de investidores institucionais nos papéis) e uma revisão das regras tributárias (em comparação com a “faca no pescoço” de hoje).
No ano, de fato, aqueles que investiram no segmento não estão tendo os melhores resultados: o índice NAMMAR, que representa as companhias norte-americanas de cannabis, cai 5,2% em dólar. Mas, pensando no longo prazo, entendo que este seja um bom ponto de entrada ou de reforço de posição (respeitando, obviamente, sua alocação patrimonial para esse tipo de ativo).
Eu, inclusive, aproveitei para reforçar a minha. E estou entusiasmado com o futuro do setor.
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora