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Fusões e aquisições boas são assim, aquelas que abrem horizontes mais amplos do que seria exequível se ambos se mantivessem separados
Durmo muito mal. Cada hora é uma coisa. Quando não é a preocupação com a Covid, é o medo da inflação. Primeiro é a incerteza sobre o deal, depois o autoquestionamento sobre a capacidade de entregar o que me foi confiado. Como é duro conviver consigo mesmo.
Nas últimas semanas, vivo uma mistura de empolgação com as múltiplas possibilidades de fazer coisas junto ao BTG (quando e se houver a devida aprovação regulatória, claro) e dúvidas sobre o meu próprio potencial de execução. Vejo as pessoas tão cheias de si e tão confiantes — de onde essa gente tira tanta autoestima? Se essa turma fosse a metade do que acha que é, o mundo seria um lugar tão melhor… Como diria Millôr, como são admiráveis as pessoas que não conhecemos bem.
Falta braço para executar cada ideia emergente e vibrante nas nossas cabeças. Os insights nos visitam à sua própria vontade, como e quando querem — pessoal chega sem convite. Se dois braços já me seriam insuficientes, considere ainda que a Bia está de licença-maternidade. E aí, meu caro, azedou de vez. Estou sem braços, sem pernas e sem o motor, com o coração apertado de saudade.
Nunca tive dúvidas de que o BTG seria nosso parceiro ideal. Julgava, com muito respeito e humildade, sabendo meu lugarzinho no mundo, que nós também poderíamos ser um pouco úteis ao BTG — agora, até os analistas do BBA pensam assim também. Mas confesso surpresa com tudo aquilo que pode vir a ser feito conjuntamente, em prol do cliente. Cada reunião ou conversa abre uma infinidade de possibilidades. A verdade é que eles são ainda melhores e mais abertos do que eu vislumbrava antes. Em cada encontro, a percepção é de interagir com um Navy Seal.
Sinceramente, com a transparência de sempre, não sei se serei capaz de entregar tudo que está na minha cabeça hoje. Desconfio que não. Essa sensação de convívio com a não realização é perturbadora e me joga para um estado psíquico de bastante agitação, talvez pequena obsessão. A parte boa é que nos deparamos com uma assimetria bastante convidativa: se conseguirmos levar aos nossos assinantes e investidores metade dessas coisas, já teremos dado um salto quântico, que, muito provavelmente, não conseguiríamos numa caminhada sozinhos. Isso me alegra. Montão.
Fusões e aquisições boas são assim, aquelas que abrem horizontes mais amplos do que seria exequível se ambos se mantivessem separados. Numa aritmética criativa, um mais um somam três, no que convencionou-se chamar de “sinergias”, palavra bonita para descrever exploração de alternativas possíveis somente mediante a união.
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Talvez por circunstância do momento (ao martelo tudo parece prego), talvez por ter capturado alguns ganhos com ações derivados de M&As e movimentações societárias neste primeiro semestre (HAPV3/GNDI3; BPAN4/BPAC11; JPSA3/IGTA3; PCAR3/ASAI3), talvez por simplesmente garimpar elementos idiossincráticos em prol da valorização de certos cases diante de valuations que já não são mais tão óbvios, talvez — e mais provável — por uma combinação dessas coisas, tenho pensado em possibilidades de M&A em Bolsa no curto prazo.
Seis nomes me vêm à cabeça, pá-pum:
Para encerrar e voltando a Millôr, “de todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência”. Nada como uma boa transa entre empresas para ganhar dinheiro.
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