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Por aqui, teremos a reunião do Conselho Monetário e a divulgação pelo IBGE dos dados de desemprego do último trimestre. Além disso, o Banco Central publica o Relatório Trimestral de Inflação
Contando os minutos para encerrar não só o mês de setembro, mas o terceiro trimestre de 2021, as Bolsas asiáticas tiveram um dia predominantemente positivo na China e em Taiwan, apesar das baixas no Japão e em Hong Kong.
As Bolsas europeias abriram esta manhã em alta, acompanhadas pelos futuros americanos, que também tentam se recuperar da queda recente.
Por sinal, o Nasdaq, o índice de tecnologia dos EUA, teve um desempenho muito bom em relação ao índice S&P 500 nos últimos anos e caiu apenas 6% em relação ao seu recorde estabelecido em 7 de setembro.
Mesmo assim, mais de um quarto das ações da Nasdaq estão em situação de "bear market" (mercados de baixa); isto é, pelo menos 20% abaixo de suas máximas de 52 semanas.
O fato tem sido visto por muitos como uma boa oportunidade de compra, apesar do risco de cair mais ainda existir, principalmente se os juros voltarem a subir.
A ver...
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Hoje é dia de acompanhar o famoso Relatório Trimestral de inflação, com estimativas sobre o hiato do produto (grosso modo, a diferença entre o PIB observado e o potencial).
Haverá na sequência comentários das autoridades responsáveis pelo relatório, a começar pelo próprio Roberto Campos Neto.
Será interessante verificar as notas sobre inflação do Banco Central depois de o IGP-M ter caído 0,64% em setembro, patamar abaixo da mediana das expectativas e uma desaceleração frente ao mês de agosto – foi a primeira deflação mensal do índice desde fevereiro de 2020 e a menor taxa desde agosto de 2019.
Não só a inflação tranquilizou um pouco o mercado, mas há um certo otimismo no ar com relação ao quadro fiscal, com a sinalização de Rodrigo Pacheco de que o relatório da reforma do IR sai até o fim de outubro, paralelamente ao empenho do governo em aprovar a PEC dos precatórios já com as condições necessárias para que seja implementado o programa Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família.
Se somarmos isso ao superávit de R$ 16,7 bilhões do setor público, o melhor resultado em 20 anos e muito melhor do que a mediana das estimativas (que apontava para um déficit de R$ 12,5 bilhões), e ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostrou a criação de 372.265 vagas formais em agosto, acima das 272.500 esperadas, temos fundamentos positivos robustos para buscar uma melhor aderência dos ativos financeiros.
A quinta-feira (30) guarda mais falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), e de Janet Yellen, secretária do Tesouro, que voltam a conversar com os parlamentares americanos, desta vez, na Câmara.
Diante da sinalização de tapering para novembro e dos apelos para a elevação do teto da dívida dos EUA, vale a pena acompanhar o que será dito.
A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, disse que a primeira prioridade é evitar a paralisação do governo em 1º de outubro (amanhã, no caso).
Os republicanos do Senado prometeram bloquear a votação do projeto de lei aprovado pela Câmara, que estendia o financiamento do governo até 3 de dezembro, e suspender o limite da dívida até o final do próximo ano.
Pelosi também quer aprovar o projeto de infraestrutura de US$ 1 trilhão nesta semana, bem como a proposta de US$ 3,5 trilhões, que deverá ficar menor durante as negociações.
Na madrugada, o líder democrata do Senado, Chuck Schumer, disse que há acordo para evitar o shutdown, o que deverá trazer alívio hoje.
No geral, a reação em Wall Street antes de cada paralisação anterior foi modesta quando observamos o desempenho do S&P 500. O índice está a caminho de uma queda de 2,2% desta semana até quarta-feira – nos últimos 45 anos, o S&P 500 registrou ganhos positivos 55% das vezes na semana antes de cada acerto.
O mais recente shutdown foi durante a administração Trump, sendo também o mais longo da história. À época, o S&P 500 registrou um declínio de cerca de 7% uma semana antes.
Uma vez que as paralisações ocorram, os dados históricos mostram que os fechamentos prolongados do governo coincidiram com ganhos maiores para as ações no momento seguinte.
Historicamente, as ações subiram 0,1% em média durante as últimas dez paralisações federais com duração de cinco dias ou mais. Mas as ações subiram quase 2,9% em média quando os fechamentos duraram 15 dias ou mais.
Uma justificativa para a alta predominante na Ásia nesta quinta-feira pode ser a produção industrial sul-coreana, que veio mais forte do que o esperado, apoiada por revisões positivas dos dados anteriores.
A manufatura global continua fornecendo bens em um ritmo recorde, apesar da continuidade da desaceleração dos dados chineses. Foi positivo ver que mesmo na véspera do feriado chinês, que se inicia amanhã e vai até a próxima quarta-feira (6 de outubro), os investidores não ficaram cautelosos.
Por outro lado, no Japão, uma das poucas Bolsas asiáticas que enfrentou queda no último dia do mês, os dados de produção e as vendas no varejo foram limitados por restrições pandêmicas, com as empresas buscando um aumento na produção em outubro, depois que as restrições diminuíram.
Os investidores estão atentos para a posse de Fumio Kushida como próximo primeiro-ministro japonês depois de ganhar a liderança do Partido Liberal Democrático – poucas mudanças devem acontecer.
Lá fora, muitas autoridades falam. Nos EUA, por exemplo, teremos não só a fala de Powell e de Yellen no Congresso, mas também um dos presidentes regionais do Fed, John Williams, fala sobre a resposta à pandemia.
Por aqui, teremos a reunião do Conselho Monetário Nacional às 15 horas e a divulgação pelo IBGE dos dados de desemprego do último trimestre, encerrado em julho, que podem surpreender positivamente depois do Caged de ontem. Por fim, mas não menos importante, o Banco Central publica o Relatório Trimestral de Inflação.
Verificamos ontem os juros dos Treasuries americanos se acomodando, interrompendo várias sessões de altas. Pela manhã, os juros de 10 anos eram de 1,52% (de 1,53% da véspera), enquanto os de 30 anos indicavam 2,07% (de 2,08%).
Contudo, se o “taper tantrum” de 2021 for como o primeiro, devemos nos preparar para meses de instabilidade – “taper” é o movimento de redução de compra de ativos, enquanto “tantrum” significa o mau humor com o qual o mercado reagiu da primeira vez que ele aconteceu, em 2013.
Na semana passada, depois de anunciar a possibilidade de iniciar a redução do patamar de compra de ativos já em novembro, a reação típica do mercado não aconteceu.
Mesmo quando isso se reverteu e os rendimentos começaram a subir, as ações não foram afetadas. Tudo mudou na terça-feira, quando o Nasdaq caiu 2,8% em seu pior desempenho diário desde março e o S&P 500 perdeu 2%.
Os investidores estão cada vez mais preocupados com a inflação, principalmente em função da alta dos preços da energia e da perspectiva de aumento das taxas de juros. Adicionalmente, as preocupações globais com a situação da Evergrande na China podem ter diminuído, mas a crise ainda não foi resolvida.
Há também a questão do teto da dívida dos EUA e um possível "shutdown" (desligamento) do governo, bem como os pontos de interrogação sobre o segundo mandato de Powell como presidente do Fed.
O Fed agora vê o primeiro aumento da taxa no próximo ano, enquanto o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, disse nesta semana que já poderia haver dois aumentos em 2022. As divisões no interior da liderança da autoridade monetária dos EUA não são de hoje e prejudicam a previsibilidade, porque cada um fala uma coisa.
Com isso, os investidores se veem em um momento delicado, uma vez que o rendimento de dez anos, no movimento de 2013 (o primeiro taper), levou cerca de sete meses para atingir o pico.
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