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Enquanto outros países estão preocupados com a atividade econômica, o Brasil deve demorar para chegar nesse patamar
A quinta-feira (27) começa com poucos indicadores no radar do investidor. Mas eles não são menos importantes por serem poucos e devem ser suficientes para movimentar o dia.
Para começar, o exterior opera na estabilidade e com cautela nas alturas, à espera de dados sobre a economia norte-americana. Devemos ter hoje as prévias do PIB e do PCE (a inflação americana), que podem aumentar ou diminuir os temores sobre um “superaquecimento” da atividade econômica do país.
Ambos serão divulgados durante a manhã, antes da abertura do mercado aqui no Brasil. Os índices da Europa e futuros de Nova York devem dar o tom da bolsa brasileira no dia de hoje.
Falando no Brasil, a taxa de desemprego está no radar do investidor doméstico. Ontem, foram divulgados os dados sobre geração de emprego, dentro das expectativas. Paulo Guedes, ministro da Economia deve participar de evento e comentar os dados sobre desemprego no país.
Enquanto outros países estão preocupados com a atividade econômica, o Brasil deve demorar para chegar nesse patamar. O contágio pelo coronavírus, a nova variante e a falta de vacinas devem atrasar a retomada da economia, o que também já foi questionado pelo próprio ministro da Economia.
No último pregão, o Ibovespa conseguiu avançar 0,81%, aos 123.989 pontos. O dólar à vista chegou a operar em alta, mas acompanhou o alívio externo e a entrada de fluxo estrangeiro, recuando 0,45%, a R$ 5,3133.
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Confira esses e outros destaques para o dia de hoje:
A Pnad Contínua deve revelar hoje qual a taxa de desemprego do Brasil no trimestre encerrado em março. As estimativas de especialistas ouvidos pelo Broadcast vão de 14,4% a 15,1%, com mediana na casa dos 14,7%.
No trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desemprego ficou em 14,40%. No mesmo horário em que serão divulgados os dados, Paulo Guedes, ministro da Economia, deverá participar de um evento com as principais entidades do setor industrial do país.
O ministro já chegou a comentar que está otimista com a geração de emprego no Brasil, portanto, é esperado que ele comente o dado na reunião.
Entre hoje e amanhã, serão divulgados dados importantes sobre a economia norte-americana. No cardápio do dia, temos os pedidos de auxílio desemprego, prévia do PIB e prévia da inflação (PCE e Núcleo do PEC) que darão um panorama mais completo sobre a pergunta que assombra os investidores: a atividade econômica dos EUA está superaquecida?
Além dessa pergunta, podemos adicionar outras: o crescimento será sustentável? O Fed irá acompanhar a inflação com sua política monetária?
Já no último dia da semana, saem os dados do PIB dos Estados Unidos e dados consolidados do PCE. Esses devem ser os grandes indicadores para hoje, além da fala da Secretária do Tesouro, Janet Yellen, na Câmara dos Representantes.
Os principais índices asiáticos encerraram o pregão majoritariamente em baixa na manhã desta quinta-feira (27). O mercado está à espera de maiores indicadores, divulgados hoje, sobre a economia norte-americana.
Enquanto isso, as bolsas europeias começaram o dia sem direção definida, pelo mesmo motivo. Hoje serão divulgados dados de preços ao consumidor (PCE, na sigla em inglês) e, amanhã, dados sobre o PIB norte-americano. Até lá, os mercados devem operar em compasso de espera.
Por fim, os futuros de Nova York operam em baixa, próximos da estabilidade. Os investidores devem ficar de olho na fala da Secretária do Tesouro, Janet Yellen, na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.
Confira os principais eventos e indicadores para o dia de hoje:
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