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Exterior positivo trouxe fôlego aos negócios, mas questões domésticas limitaram a festa
Diz o ditado popular que “paciência tem limite”, mas parece que Brasília ainda está longe de esgotar a dos investidores. Enquanto o cenário político local não traz nenhum alívio, é de carona com a recuperação econômica dos Estados Unidos que o Ibovespa vai.
Em uma semana conturbada e politicamente tensa, o principal índice da bolsa brasileira conseguiu emplacar o quarto dia consecutivo de alta, sustentando o recém-conquistado patamar dos 120 mil pontos ao avançar 0,34%, aos 120.700 pontos - uma alta modesta perto do desempenho das suas primas americanas.
Com a economia americana mostrando sinais cada vez mais claros de que está de fato no caminho da recuperação, o Dow Jones e o S&P 500 renovaram mais uma vez os seus topos históricos ao avançarem 0,90% e 1,11%, respectivamente. Com um forte recuo do rendimento dos títulos dos Treasuries observado hoje, o Nasdaq acabou registrando a maior alta porcentual, de 1,31%.
Além do cenário doméstico tenso, questões técnicas também ajudam a explicar o desempenho mais tímido do índice brasileiro. Segundo Bruno Madruga, head de Renda Variável da Monte Bravo Investimentos, a proximidade do vencimento de opções acaba reduzindo o volume negociado e provocando uma “briga” por posições. Mesmo assim o dia foi de intensa volatilidade. A bolsa brasileira foi de sonhar em superar o seu recorde de fechamento a operar no negativo em diversos momentos do dia.
Com a economia americana aquecida e a queda expressiva dos juros dos Treasuries, o dólar à vista teve um dia de alívio, recuando 0,75%, a R$ 5,6281. O movimento também teve impacto na curva de juros, que passou por mais um dia de queda. Confira o fechamento do dia:
A origem da maior parte do otimismo visto nos mercados hoje ficou por conta dos dados positivos da economia americana, com os investidores repercutindo números acima das expectativas. A leitura de que os estímulos fiscais e monetários podem estar com os dias contados divide espaço com a animação em torno dos sinais positivos de recuperação econômica.
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Ontem, o Livro Bege do Federal Reserve, com projeções para a economia, azedou o humor dos mercados, ao confirmar que uma pressão inflacionária é sim esperada, ainda que provisória, e mostrar projeções otimistas. Nos últimos meses, o Fed e o presidente da instituição, Jerome Powell, reforçaram que os juros não devem subir em breve e que antes que isso ocorra, o BC americano deve mexer em sua política de compra de ativos.
Essa situação fez com que as bolsas americanas recuassem de suas máximas ontem. Mas hoje a história foi diferente.
A retomada do pagamento do "auxílio emergencial" americano impulsionou as vendas do varejo em março. O índice subiu 9,8%, bem acima dos 5,9% que eram esperados pelos analistas. A temporada de balanços do primeiro trimestre também começou, e os grandes bancos americanos estão apresentando resultados fortes, o que empolga os investidores.
O número de pedidos de auxílio-desemprego, que desacelerou na última semana, também animou. O Departamento do Trabalho registrou 576 mil solicitações, enquanto o esperado era 700 mil.
O temor inflacionário mexeu também com os negócios na Ásia. As bolsas da região fecharam sem uma direção definida. Na Europa, as principais praças foram afetadas pela busca por risco global.
A situação em Brasília se deteriorou ainda mais entre ontem e hoje, mas, assim como nos últimos dias, a situação ficou de lado.
A instauração da CPI da covid, que irá investigar as ações de combate à pandemia do governo federal, foi considerada como uma derrota, mas está longe de ser o único problema na mente do Executivo.
Já estamos em meados de abril e o Orçamento de 2021 segue indefinido, com possíveis “soluções” apresentadas pelo governo causando ainda mais ruídos e preocupação. É o caso da PEC “fura-teto”, que surgiu como uma alternativa nos últimos dias. O texto deixaria de fora do teto de gastos diversas categorias de despesas, com o objetivo de acomodar o grande volume de emendas parlamentares dentro do texto original do Orçamento.
Como era de se esperar, a ideia pegou mal e a PEC será revista pelo ministério da Economia.
O cabo de guerra em torno do Orçamento ganhou novos movimentos de ontem para hoje. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que, caso a sanção presidencial venha com vetos, a agenda de reformas do governo será travada. Como está, o texto abre a possibilidade de crimes de responsabilidade e subestima o total de despesas obrigatórias, o que poderia levar a uma paralisação da máquina pública.
De canto de olho, o mercado também monitora a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O desfecho só foi conhecido após o fechamento dos mercados, com a maioria do STF decidindo pela derrubada das condenações. Assim, Lula se mantém elegível para 2022.
Você leu certo. O governo apresentou hoje a Proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, mesmo que pareça que estamos longe de ter um Orçamento de 2021 aprovado. Durante a coletiva, o Ministério da Economia vetou perguntas sobre a pauta atrasada.
O documento é encarado com um pouco de ceticismo pelo mercado. Você pode conferir os principais números e as justificativas do governo nesta matéria.
Os papéis da Cia Hering dominaram com folga o ranking de melhor desempenho do dia. Na noite de ontem, a companhia recusou a proposta da Arezzo para uma eventual fusão entre as empresas. Em comunicado, a Hering afirmou que a proposta "não atende ao melhor interesse dos acionistas e da própria companhia". O mercado espera que a Arezzo aumente o valor da oferta. Confira as principais altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| HGTX3 | Cia Hering ON | R$ 21,91 | 28,13% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 34,51 | 3,63% |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 48,52 | 3,54% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 78,30 | 2,72% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 33,63 | 2,50% |
Na ponta contrária, tivemos um movimento de realização de lucros, com GPA, destaque positivo no pregão de ontem, registrando a maior queda. Com incertezas em torno de sua nova diretoria, a Petrobras foi na contramão do petróleo e fechou o dia em forte recuo. Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 36,26 | -5,08% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 97,60 | -4,13% |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 6,25 | -2,95% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 23,09 | -1,99% |
| SULA11 | SulAmérica units | R$ 31,96 | -1,96% |
Dois fatores motivaram a decisão, segundo auxiliares de Lula: a percepção de demora na tramitação do tema e a possibilidade de veto presidencial
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