Com R$ 810 bilhões ‘sobrando’, Warren Buffett conseguiria comprar 100% da Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Magalu (MGLU3) e outras
Megainvestidor poderia ser o maior banqueiro do Brasil; veja como e confira também uma análise de mercado sobre 2 oportunidades de investimento para você
Warren Buffett vive um problema que qualquer um gostaria de viver: ele tem dinheiro demais. Seu conglomerado, Berkshire Hathaway, fechou o 3º trimestre de 2021 com uma posição de liquidez de US$ 149,2 bilhões (pouco mais de R$ 810 bilhões, no câmbio atual)
São recursos que podem ser acessados de forma imediata, sem contar ativos imobilizados ou investimentos de longo prazo. Mas por que Buffett não está usando esse dinheiro para investir em empresas, como de costume?
De uns anos para cá, Buffett tem manifestado publicamente sua dificuldade em encontrar boas oportunidades de investimento — na sua visão, o mercado como um todo está muito caro. Então vamos fazer um exercício de imaginação: o que Buffett compraria na B3 com essa grana?
ANTES DE CONTINUAR, UM CONVITE: siga o Seu Dinheiro no Instagram e receba insights de investimentos, análises de mercado, oportunidades da Bolsa, criptomoedas, carreira, empreendedorismo e muito mais (basta clicar aqui)
O bilionário colocaria o Brasil no bolso
Com o caixa de US$ 149,2 bilhões da Berkshire Hathaway, Buffett poderia ser o maior banqueiro do Brasil: teria dinheiro para comprar 100% dos 5 maiores do país e ainda sobraria US$ 11,8 bilhões.
- Itaú (US$ 39,8 bi);
- Bradesco (US$ 34,2 bi);
- Santander Brasil (US$ 24 bi);
- BTG Pactual (US$ 23,4 bi);
- Banco do Brasil (US$ 16 bi);
Leia Também
Em outro caso, Warren Buffet poderia comprar 10 vezes a B3. Se preferisse, teria grana para adquirir 100% das duas maiores empresas da bolsa em dólar: a Petrobras (PETR4) e a Vale (VALE3). Juntas valem US$ 129,3 bilhões. E ainda sobrariam quase US$ 20 bilhões.
Numa outra simulação, se Buffett quisesse um "combo Brasil" mais diversificado, conseguiria comprar 100% de 9 das 15 maiores empresas em valor de mercado da B3. São elas: Santander Brasil, BTG Pactual, Rede D'Or, Magazine Luiza, JBS, Banco do Brasil, Itaúsa, Vivo e B3.
Vale lembrar que isso é só um exercício de imaginação. Na prática, não seria tão fácil para Buffett colocar o Brasil no bolso. Para comprar empresas estatais ou adquirir conglomerados privados, é necessário vastas negociações, passar por questões regulatórias, tributárias, políticas e afins.
Esse texto faz parte do quadro Pílulas do Mercado, no qual levamos um resumo de algumas notícias do nosso site para os leitores do Seu Dinheiro. Para ler a matéria completa, escrita pelo repórter Victor Aguiar, basta clicar aqui.
Além disso, falando de investimentos promissores, apresentamos, no nosso Instagram, uma análise de mercado na qual falamos como ações da Vale (VALE3) e Gergau (GGBR3) podem se beneficiar com o pacote de infraestrutura do governo Biden, nos Estados Unidos.
Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira, empreendedorismo e muito mais.
Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas