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DE OLHO NO CDS

Termômetro do risco-país vai a 101 pontos, mas perde fôlego e taxas recuam

O ambiente de maior aversão ao risco é fruto da escalada das tensões entre Irã e Estados Unidos

3 de janeiro de 2020
19:11
Gráfico desenhado por um homem mostra queda
Imagem: Shutterstock

O Credit Default Swap (CDS) de cinco anos do Brasil, que funciona como um termômetro do risco-país, começou a manhã desta sexta-feira (3) impactado pelo ambiente de maior aversão ao risco. Seguindo o nervosismo do exterior, o indicador chegou a bater a casa dos 101 pontos no começo do dia.

Mas perdeu força ao longo da sexta-feira e terminou o dia aos 98,50 pontos. Com isso, o indicador ficou praticamente estável em relação a ontem quando fechou a quinta-feira (2) aos 97,41 pontos, segundo cotações da IHS Markit.

O ambiente de maior aversão ao risco é fruto da escalada das tensões entre Irã e Estados Unidos. A situação piorou e muito após o ataque ordenado por Donald Trump e que levou a morte do comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Qassim Suleimani.

Entenda o que é o CDS

O indicador funciona como um termômetro informal da probabilidade que um país tem de dar calote no mercado financeiro global pelos próximos cinco anos.

Dessa forma, quanto mais baixo for o indicador, maior é a confiança dos investidores internacionais.

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