🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

Apertem os cintos

Segredos da bolsa: Termina mais um trimestre que valeu por um ano

Semana traz agenda intensa de indicadores tanto no Brasil quanto nos EUA; cautela e volatilidade tendem a seguir em cena

Ricardo Gozzi
27 de setembro de 2020
20:02 - atualizado às 15:55
calendário 2026 feriados
Imagem: Shutterstock

O terceiro trimestre de 2020 aproxima-se do fim e a sensação é de que cada trimestre valeu por pelo menos um ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de terem parecido durar mais do que realmente duraram, cada um dos trimestres completados até o momento em 2020 teve características muito distintas, pelo menos no âmbito dos mercados financeiros.

O primeiro trimestre chegou ao fim em meio aos estragos provocados pela pandemia do novo coronavírus; o segundo trimestre, por sua vez, viu uma recuperação sem precedentes dos ativos financeiros sustentada por uma abundante injeção de liquidez por parte dos bancos centrais; já o terceiro trimestre foi marcado por intensa volatilidade em meio às muitas incertezas destes tempos de pandemia.

Novas medidas restritivas na Europa inspiram cautela

E enquanto o número de mortes confirmadas por covid-19 no mundo aproxima-se de 1 milhão – sendo mais de 140 mil apenas no Brasil –, os investidores preparam-se para mais uma semana de cautela e volatilidade à medida em que os preços dos ativos são sistematicamente reavaliados na busca por possíveis distorções, tanto para cima e quanto para baixo.

Os investidores estão particularmente preocupados com a adoção de novas medidas restritivas na Europa em meio ao aumento de casos de covid-19 no Velho Continente e seu impacto sobre uma ainda incipiente retomada econômica. Para piorar, democratas e republicanos parecem incapazes de forjar um acordo em torno de um novo pacote fiscal antes das eleições de novembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já se vai meio ano desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deu à proliferação do novo coronavírus o status de pandemia e, apesar de tratamentos e remédios terem tornado a doença menos mortífera que no início e de diversas vacinas estarem em fase de testes pelo mundo, o principal temor dos investidores no momento é de que a covid-19 continue representando uma grave ameaça à retomada econômica em 2021.

Leia Também

Incerteza + liquidez = volatilidade

Tamanha incerteza em meio a tanta liquidez nos mercados financeiros é justamente o que está por trás da vertiginosa volatilidade observada de agosto para cá. Até aqui, porém, apesar do ajuste nos preços de algumas classes de ativos de risco, a cautela tem-se traduzido em apreciação do dólar ante a maioria das moedas.

Na semana passada, o Ibovespa recuou 1,31% no acumulado da semana. No mesmo período, o dólar avançou 3,3% contra o real. Foram, respectivamente, a quarta queda do Ibovespa e a terceira alta do dólar semanais seguidas.

Diante disto, é natural que os investidores analisem com atenção redobrada os indicadores de atividade econômica, renda, consumo e emprego. E a semana que se inicia vai trazer dados sobre a economia brasileira para todos os gostos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja a seguir quais indicadores e eventos devem agitar a semana no Brasil

Segunda-feira: só pra variar, a semana começa com o boletim Focus e as expectativas dos participantes do mercado para o PIB, a taxa Selic, a inflação, a balança comercial a taxa de câmbio y outras cositas más; a seguir, a FGV divulga sua sondagem sobre o setor industrial referente a setembro.

Terça-feira: este movimentado dia tem início com a FGV divulgando os dados do IGP-M de setembro; logo em seguida, o IBGE dá a conhecer os números da inflação ao produtor (IPP) em agosto; às 11h30, o Tesouro Nacional promove leilão de NTN-B; mais tarde, o Tesouro publica resultado primário do governo em agosto; na parte da tarde, os dados do Caged permitirão saber o saldo da conta de contratações e demissões no mês passado.

Quarta-feira: enquanto o IBGE informa os números da PNAD Contínua, o Banco Central divulga o resultado da política fiscal em agosto e os números semanais de fluxo cambial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quinta-feira: logo cedo, a FGV informa os números de sua pesquisa sobre a confiança do empresariado; o dia de indicadores locais tem sequência com o índice dos gerentes de compras (PMI) só setor industrial levantado pelo HSBC; às 11h30, o Tesouro promove leilão tradicional de LTN e NTN-F; às 15h, o governo informa os números da balança comercial brasileira referentes a setembro.

Sexta-feira: a semana de indicadores se encerra com o índice de preços ao consumidor calculado pela Fipe em setembro e com os dados do IBGE sobre a produção industrial brasileira em agosto.

Leitura final do PIB dos EUA no 2º trimestre é destaque no exterior

Não é só no Brasil que a agenda de indicadores estará cheia de gatilhos capazes de fazer preço nos mercados financeiros.

Se na semana passada a atenção dos investidores concentrou-se nas falas dos banqueiros centrais, especialmente nos Estados Unidos, a semana que entra começará fraca, mas ganhará ritmo com o passar dos dias e permitirá novas avaliações sobre o ritmo da recuperação econômica global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O destaque no exterior fica por conta da terceira e última estimativa para o produto interno bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre. A expectativa é de que o tombo de 32% da economia norte-americana na comparação anual seja confirmado.

Veja a seguir os principais indicadores e eventos previstos para esta semana no exterior

Segunda-feira: a semana começa com o Fed de Dallas divulgando sua sondagem sobre o setor industrial.

Terça-feira: o dia tem início com os indicadores de confiança do consumidor, da indústria e do setor de serviços na zona do euro; no decorrer do dia, os EUA trazem dados sobre os estoques no atacado no mês passado e a confiança do consumidor norte-americano deste mês; à noite, a China anuncia o PMI do setor industrial de setembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quarta-feira: logo cedo, os dados sobre a inflação ao consumidor na zona do euro em setembro podem trazer movimentação no exterior; nos EUA, além dos dados sobre o mercado de trabalho no setor privado (ADP), o governo norte-americano divulga a terceira e última estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) do país referente ao segundo trimestre deste ano.

Quinta-feira: a zona do euro agita a cena no início do dia com a taxa de desemprego, o índice de preços ao produtor e os índices de gerentes de compra medidos pela Markit dentro da união monetária; nos EUA, serão divulgados os números sobre renda pessoal e gastos com consumo, além dos índices PMI e ISM sobre a atividade industrial em setembro; na China, o feriado nacional pelos 71 anos da Revolução Popular mantém a bolsa de valores de Xangai fechada até 8 de outubro.

Sexta-feira: a semana internacional termina com a divulgação do chamado payroll, o relatório oficial que detalha a geração de postos de trabalho e a taxa de desemprego nos EUA; também virão à tona nos EUA os dados de encomendas à indústria e o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar