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Com estratégia quantitativa, baseada em algoritmos e modelos matemáticos, fundo bateu o CDI na crise de 2008, no impeachment de Dilma Rousseff, no Joesley Day e na greve dos caminhoneiros
Em momentos de grande pânico nos mercados como o que vivemos hoje é natural que nossas decisões de investimento sejam pautadas pela emoção. Isso vale também para os mais experientes gestores de fundos de investimento.
Por mais brilhantes que sejam, os gestores também contam com uma capacidade limitada de processar informações e dados que hoje vêm de todo o mundo.
E se pudéssemos eliminar componentes como medo e ganância e investir com base apenas em algoritmos e modelos matemáticos capazes de identificar padrões e ganhar dinheiro no mercado?
Essa é a promessa dos chamados fundos quantitativos. No exterior, alguns dos maiores e mais rentáveis fundos do mercado já operam “sem emoção”.
Aqui no Brasil, o uso do computador na tomada de decisões de investimento ainda engatinha, mas o número de gestoras vem crescendo e ganhando espaço na carteira dos investidores.
Acredito que ter uma pequena parcela do seu portfólio nesse tipo de fundo como estratégia de diversificação virou quase uma obrigação, ainda que ninguém tenha conseguido ainda criar um algoritmo de investimento à prova de falhas.
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Uma das pioneiras entre as gestoras “quant” brasileiras é a Kadima, que lançou seu primeiro fundo em 2007. O nome da gestora carioca vem do hebraico e significa “avante”.
A Kadima foi fundada por Sérgio Blank, que começou a estudar o universo dos fundos quantitativos e testar os primeiros modelos quando ainda atuava na tesouraria do antigo Banco Brascan, do grupo canadense Brookfield.
A gestora conta hoje com um total de R$ 1,2 bilhão sob gestão e 12 pessoas na equipe. Mas o que as empresas que adotam estratégias quantitativas fazem de diferente?
“Enquanto uma gestora tradicional conta com analistas e operadores, nós temos engenheiros, programadores e matemáticos”, me disse Rodrigo Maranhão, sócio da Kadima.
O trabalho dessas pessoas é estudar as imperfeições do mercado e criar regras que possam ser executadas sempre que essas condições surgirem.
“Uma pequena vantagem estatística dá origem a um modelo, que quando repetido várias vezes traz bons resultados.” – Rodrigo Maranhão, Kadima Asset Management
Logo no primeiro ano de operação, a Kadima teve de fazer jus ao nome quando teve pela frente uma verdadeira pedreira: a crise financeira de 2008.
O histórico do Kadima II, o fundo que colocamos nesta edição da Lupa, começou em maio daquele ano, quando o Brasil havia acabado de conquistar a histórica condição de grau de investimento.
Apenas quatro meses depois, porém, o mundo virou de cabeça para baixo com a quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, o que levou a bolsa brasileira a desabar 41%.
Enquanto o mundo financeiro atravessava a maior crise desde a quebra da bolsa de Nova York de 1929, o fundo da Kadima registrou uma rentabilidade de 16,6% – equivalente a 190% do CDI, o indicador de referência.
A turbulência nos mercados, na verdade, foi mais do que bem-vinda para a Kadima. Isso porque o fundo costuma apresentar melhor desempenho em momentos de maior volatilidade.
O fundo Kadima II tem como estratégia obter ganhos com a captura de tendências de curtíssimo prazo – de 1 a 3 dias. Os melhores momentos nesses quase 13 anos de histórico foram justamente os de maior sobe e desce nos mercados. Vejamos alguns exemplos:
Nos períodos de maior calmaria, por outro lado, o retorno do fundo é bem menor. Mas o saldo até aqui tem sido positivo para os investidores. Desde a criação, o fundo acumula retorno de 261,85%, o equivalente a 127% do CDI até fevereiro de 2020.
O Kadima II também é um dos poucos fundos multimercados que conseguiram superar o CDI nos últimos sete anos (de 31 de dezembro de 2012 a 31 de dezembro de 2019) e em janelas móveis de três anos, de acordo com um levantamento da consultoria Economatica.
Como você bem sabe, rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. A gestora passa agora por um novo e duro teste com o choque provocado pelo coronavírus nos mercados. Em março até o último dia 18 a cota do Kadima apresentava uma queda de 0,90%. No ano, porém, ainda acumula um ganho de 0,91% – 103% do CDI.
É claro que ainda é cedo para um veredicto, mas o fato é que nem a Kadima nem nenhuma gestora – por mais tecnológica que seja – está 100% blindada quando opera em mercados de risco.
Medalhões como o norte-americano Ray Dalio, da Bridgewater, que também se vale de estratégias quantitativas na gestão, vem amargando perdas na atual crise. “O santo graal não existe”, resume o sócio da Kadima.
Aplicação mínima: R$ 500 (via plataformas)
Taxa de administração: 2% ao ano mais 20% sobre o que superar o CDI
Patrimônio líquido: R$ 453 milhões
Resgate: 11 dias após o pedido
Data de início: 30/04/2008
Retorno da estratégia desde o início: 261,85% (até fevereiro de 2020, o equivalente a 127% do CDI)
Por onde investir: Ágora, Andbank, Ativa, Bradesco, BTG Pactual, CM Capital, Genial, Guide, Inter, Modal, Necton, Nova Futura, Órama, Pi, RB Capital, Rico, Uniletra/Hub, Warren e XP
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