O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Proposta "está bem encaminhada", afirmou o deputado, que também criticou parte do setor privado que quer a volta da CPMF

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça-feira, 18, que a reforma tributária está bem encaminhada no Legislativo, bem como a agenda com Ministério da Economia e Banco Central (BC). "A reforma tributária está bem encaminhada e tem muita chance de avançar", disse o deputado, participante do CEO Conference, evento para o mercado financeiro organizado pelo Banco BTG Pactual, em São Paulo.
Contudo, Maia não poupou de críticas a uma parte do setor privado que, segundo ele, não quer a reforma tributária, mas a volta da CPMF. "Até ressuscitaram o Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal na gestão de Fernando Henrique Cardoso, para garoto propaganda da CPMF", criticou.
"Às vezes, a elite também erra. Quer que a sociedade pague a conta de alguns setores", disse o presidente da Câmara a uma plateia repleta de representantes ricos do mercado financeiro.
Maia também cobrou maior celeridade do governo a respeito das privatizações. Para ele, as indefinições acabam sendo prejudiciais para a agenda. "Se o governo não quer privatizar os Correios, que decida logo, para quebrarmos o monopólio", disse o deputado, durante o evento.
Maia também afirmou ver resistências no Senado à privatização da Eletrobras e que, por esta razão, será preciso ajustar a modelagem ao que atende ao Senado. Segundo o presidente da Câmara, quanto mais se aproxima a eleição municipal, mais difícil se torna privatizar a empresa.
Maia também falou dos trabalho da Câmara relacionados ao Banco Central. "O BC me disse que prioridades são a autonomia e a Lei Cambial. Vamos tentar votá-las até julho", comentou.
Leia Também
No entanto, segundo ele, o governo federal precisa definir prioridades em suas agendas. Maia reclamou do tempo que o governo gasta pra criar maiorias em torno dos projetos que envia à Câmara.
"Como o Bolsonaro não tem maioria, gasto boa parte do meu tempo tentando criar essa maioria", queixou-se o deputado, emendando que, no governo de Michel Temer, como o emedebista tinha maioria, o trabalho de articulação lhe era poupado. Contudo, de acordo com Maia, apesar de maior, o trabalho de se formar maioria confere maior independência e poder ao Congresso.
*Com informações do Estadão Conteúdo
ELEIÇÕES NO RADAR
DISPUTA PRESIDENCIAL
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO
ELEIÇÕES DE 2026
Conteúdo Empiricus
VEJA DETALHES DA PESQUISA
ENTENDA
SEM IMPOSTOS
ELEIÇÕES 2026
Conteúdo Empiricus
POLÍTICA
VITÓRIA FORA DA MARGEM DE ERRO
PLANALTO DOBRA A APOSTA
TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA
GOVERNO
"SALTO MAIS ALTO"
FRAUDES