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Alguns dias após participar de ato antidemocrático contra o STF e o Congresso, o presidente falou em união para evitar uma crise econômica
O presidente da República, Jair Bolsonaro, atravessou a Praça dos Três Poderes em Brasília a pé nesta quinta-feira, 7, para se dirigir ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele estava acompanhado de empresários e ministros.
Segundo ele, o grupo do empresariado foi ao STF levar as "aflições" do setor. "Temos um problema que vem cada vez mais nos preocupando: os empresários trouxeram essas aflições, a questão do desemprego, a questão da economia não mais funcionar", disse.
"Estamos com empresários que representam mais de 30 milhões de empregos no País", disse Bolsonaro. Para ele, não adianta ficar em casa e a economia ser "esmagada".
Alguns dias após participar de ato antidemocrático contra o STF e o Congresso Nacional, Bolsonaro falou em união para evitar uma crise econômica no País e agradeceu pela acolhida de Toffoli.
"A nossa união, a coragem que nós temos para enfrentar esse problema é que pode evitar que o País mergulhe em uma crise econômica. Economia é vida. E um país onde a economia não anda, a expectativa de vida vai lá para baixo", disse.
O presidente disse, ainda, que teme que a economia brasileira fique como a da Venezuela. "Quando Guedes fala da Venezuela, é em referência à economia venezuelana, porque chega um ponto que fica muito difícil recuperar", disse o presidente.
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Bolsonaro também voltou a criticar as ações de governadores, que em grande parte defendem e mantém o isolamento social como medida de combate da covid-19, ao dizer que foram "um pouco longe demais nas medidas restritivas".
O presidente sentou entre o presidente do Supremo Tribunal Federal e Guedes. Também estavam presentes ministros como Walter Braga Netto (Casa Civil) e Fernando Azevedo (Defesa). Um dos filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), também estava entre os presentes.
*Com Estadão Conteúdo
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