O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O total de ativos sob custódia na corretora atingiu R$ 563 bilhões, um aumento de 29% no trimestre e de 60% em 12 meses; número de clientes atinge 2,6 milhões
O dinheiro voltou a entrar — e com força — na XP Investimentos ao longo do terceiro trimestre, um sinal de que a empresa aparentemente não sentiu o acirramento da concorrência entre as plataformas de investimento.
Após uma redução no ritmo nos meses da pandemia, a corretora acelerou as captações de recursos de clientes. O saldo entre o dinheiro que entrou e saiu da custódia da XP ficou positivo em R$ 117 bilhões entre julho e setembro deste ano.
Para efeito de comparação, a captação líquida no segundo trimestre havia sido de "apenas" R$ 27 bilhões e nos primeiros três meses do ano, de R$ 15 bilhões.
Somando os R$ 11 bilhões de aumento no valor de mercado do dinheiro aplicado nos últimos três meses, o total de ativos de clientes na corretora atingiu R$ 563 bilhões, um aumento de 29% no trimestre e de 60% em 12 meses.
A XP atribui o resultado do trimestre a uma captação extraordinária em ações. A empresa não detalha do que se trata essa entrada extraordinária, mas diz que se trata de uma consequência do maior reconhecimento da marca entre clientes de maior renda.
“Isso corrobora nossa estratégia de acelerar o crescimento do segmento, agora sob a liderança de José Berenguer”, informou a corretora, na prévia dos dados operacionais do terceiro trimestre.
Leia Também
A captação média mensal, ajustada pela entrada extraordinária, aumentou 32%, para R$ 12,9 bilhões no terceiro trimestre, segundo a XP.
A XP encerrou o mês passado com 2,645 milhões de clientes ativos, um crescimento de 12% no trimestre e de 72% na comparação com setembro de 2019. O avanço aconteceu em todos os canais, com as marcas Rico e Clear crescendo em um ritmo mais rápido que a XP.
Já o nível de satisfação dos clientes, medido pelo Net Promoter Score (NPS), ficou em 69 em setembro, abaixo do nível de 71 do segundo trimestre.
Se por um lado a maior concorrência ainda não afetou de forma visível a entrada de dinheiro, é provável que a XP sinta algum reflexo nas receitas. Em setembro, anunciou a redução das taxas de corretagem, depois que outras corretoras zeraram suas taxas.
Além da guerra de preços, o segmento passa por uma consolidação. Nos últimos meses, houve uma série de movimentos importantes: o Credit Suisse anunciou a compra da uma participação na modalmais, o Nubank adquiriu a Easynvest e o Santander fechou a compra do controle da Toro Investimentos.
Na semana passada, a empresa de publicações financeiras Empiricus anunciou a fusão com a Vitreo em uma nova holding chamada Universa.
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro