O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa anunciou que levantou uma rodada de aportes de R$ 1,25 bilhão, liderada pelos fundos Tiger Global e Lone Pine Capital
O ecossistema brasileiro de startups tem um novo unicórnio: ontem, a Vtex, que faz soluções para o setor de comércio eletrônico, anunciou que levantou uma rodada de aportes de R$ 1,25 bilhão, liderada pelos fundos Tiger Global e Lone Pine Capital.
Com o investimento, a empresa ficou avaliada em US$ 1,7 bilhão, recebendo o apelido dado a empresas com valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão. Ao todo, o Brasil tem 12 companhias nesse 'clube' - a última a entrar nele foi a startup de imóveis Loft, em janeiro.
Foi o segundo aporte que a empresa recebeu em menos de um ano - em novembro de 2019, a companhia já havia captado um cheque de US$ 140 milhões do grupo japonês SoftBank. Segundo Rafael Forte, presidente da Vtex Brasil, o apetite dos investidores se deve à intensa digitalização da economia causada pela pandemia e pelo crescimento do comércio eletrônico durante o período de isolamento social.
"Apesar da fatalidade que estamos vivendo, não dá para ignorar que pandemia acelerou digitalização. O interesse dos investidores, que já era grande em função do que a empresa vinha entregando, aumentou", diz o executivo, em entrevista ao Estadão/Broadcast. "Em condições normais, talvez a rodada só viesse em 2021 ou 2022", afirma.
Dona de uma plataforma que permite a grandes marcas criarem suas próprias lojas online, a Vtex fatura com a comissão das vendas realizadas por seus mais de 3 mil clientes, em 48 países diferentes. Forte estima que a empresa vai encerrar o ano de 2020 com um aumento de 114% no faturamento ano a ano e um recorde de US$ 8 bilhões em volume bruto de mercadorias. "Já vínhamos crescendo de forma constante, cerca de 44% ao ano nos últimos anos. Agora, com o movimento dos clientes subindo cerca de 90%, vamos ter esse (crescimento no) faturamento."
Para Forte, a digitalização forçada trouxe desafios em duas vertentes para a Vtex: absorver novos clientes que queriam iniciar operações digitais, além de atender a novas demandas dos clientes já existentes - incluindo nomes como Whirlpool, Coca-Cola, Sony e Nestlé.
Leia Também
Com os recursos levantados na rodada anunciada hoje, a Vtex pretende fortalecer sua posição dentro do Brasil, com abertura de novas vagas, pesquisa e desenvolvimento de soluções em inteligência artificial, além de iniciar uma expansão nos EUA e Europa. "Nascemos no Brasil, consolidamos o mercado aqui, e já vínhamos tateando esses mercados há algum tempo", diz Forte.
"O mercado brasileiro é naturalmente hostil e tem uma complexidade maior que o resto do mundo. Nossa solução nasceu e foi desenvolvida com esse viés. Lá fora, os clientes ficam bastante surpresos com a flexibilidade e criatividade dos nossos serviços", comenta o executivo. Segundo ele, a Vtex vê ainda bastante mercado a ser explorado no exterior e espera usar esses recursos para aumentar a escala e criar cases de sucesso.
Com a nova rodada, a Vtex agora já começa a pensar em uma possível abertura de capital (IPO, na sigla em inglês). Fontes do mercado comentam que uma oferta pode acontecer na Nasdaq, em Nova York, em 2021. "A gente vem preparando a empresa para o IPO há alguns anos", diz o presidente da Vtex Brasil.
"Não dá pra cravar uma data, mas entendemos que o mercado está com condições favoráveis. Em março, a gente não imaginava que agora em setembro estaríamos realizando uma nova rodada, então não dá para falar como vai estar o ano que vem", diz. "É um desejo nosso, mas não é uma obrigação, e o importante é que estamos preparados para realizar a oferta."
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento