O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nas três primeiras semanas de testes da nova estratégia, a Sodexo entregou mais de mil refeições nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul
O grupo francês Sodexo passou a disputar um novo nicho de atuação no Brasil: delivery de refeições, com foco no consumidor final. Na mira, está um dos poucos mercados que foi incentivado com a pandemia do novo coronavírus. Somente neste ano, o movimento esperado é de R$ 19,5 bilhões, segundo projeção recém-revisada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).
Nas três primeiras semanas de testes da nova estratégia, a Sodexo entregou mais de mil refeições nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. O projeto marca a ampliação do foco no Brasil, do mundo corporativo para o consumidor final, e conta com parcerias com aplicativos de entrega. Uma parceria já foi fechada com o Rappi e há conversas com mais plataformas de entrega.
Baseado no modelo "cloud kitchen", a chamada cozinha invisível e que segue a lógica do "coworking", com o compartilhamento de espaços de produção, é voltado exclusivamente ao atendimento de pedidos online. A operação começa com quatro unidades para atender o consumidor final, sendo duas na cidade de São Paulo, uma em Barueri (SP) e outra em Porto Alegre (RS).
Na prática, a Sodexo está aproveitando estruturas existentes e antes voltadas exclusivamente ao mercado corporativo para, agora, atender também ao consumidor final. A meta é ampliar a nova estratégia para entre 15 a 30 unidades ainda neste ano. Em contrapartida, a expectativa do grupo é que a rede de "restaurante fantasma" com foco nos consumidores amplie em 50% a produção já existente nessas cozinhas.
De acordo com o diretor de digital e inovação da Sodexo On-site Brasil, Rubenson Chaves, em 2021, serão 100 unidades que vão estar atendendo no novo modelo de um universo potencial de 2 mil unidades espalhadas pelo Brasil. "Uma grande rede de alimentação tem hoje ao redor de 300 cozinhas no Brasil. Nosso universo permite ter uma estrutura seis vezes maior. Queremos ser gigantes neste mercado", diz Chaves, sem revelar o investimento feito.
A estratégia da Sodexo, explica, já estava sendo traçada antes mesmo da pandemia. O Brasil foi escolhido ao lado da França, país sede da companhia, para capitanear o novo nicho de atuação. O mercado brasileiro é considerado pioneiro no grupo. Isso porque na França foi adotado um formato combinado entre corporativo (B2B, na sigla em inglês) e consumidor final (B2C, na sigla em inglês).
Leia Também
"O Brasil rapidamente testa modelos. Pesquisas mostram que esse perfil se acentuou na pandemia, com as pessoas ainda mais abertas a comparar e testar mais", justifica o diretor da Sodexo, lembrando que a companhia acompanha a jornada de mais de 100 milhões de consumidores em todo mundo diariamente, sendo 1,5 milhão só no Brasil.
Além disso, a pandemia do novo coronavírus também ajudou a turbinar o mercado de delivery de refeições no Brasil. Com as medidas de isolamento social para conter a doença, os pedidos aumentaram e fizeram o setor revisar sua estimativa. Antes de R$ 18 bilhões, a nova projeção do setor, representado pela Abrasel, é de um faturamento de R$ 19,5 bilhões, considerando os serviços de delivery e "take away", aquele em que o consumidor pede e retira no local.
"Tivemos uma aceleração do esforço e do aumento de pedidos por delivery. O setor que antes crescia 20% ao ano, vai se expandir em 30% em 2020. Serão R$ 4,5 bilhões a mais de um ano para o outro, o que é muito expressivo", avalia o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci.
Diante da propagação de opções de delivery de refeições ao consumidor final em meio à pandemia, a aposta da Sodexo para conquistar a preferência é a bagagem global que carrega no segmento de alimentações corporativas. O menu está disponível na Deli Express by Sodexo (com refeições a R$ 36) e Receitas de Casa by Sodexo (em média, R$ 19). "Nossos padrões são os mesmos de São Paulo à Finlândia. Temos de garantir que o prato pronto, que saiu da nossa cozinha com uma determinada temperatura, chegue até o consumidor final quentinho", destaca Charles, da Sodexo.
O apetite do grupo francês vai além do almoço. O serviço, que começou operando entre 11 e 15 horas, em breve deve ser disponibilizado durante o jantar. "Queremos incrementar nosso modelo de negócio. Outras novidades virão", diz o diretor da Sodexo, sem antecipar as novidades.
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%