O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Gerdau informou ao Broadcast nesta quinta que os preços dos aços planos para setembro foram reajustados entre 7% e 11%. Já a Usiminas disse que não comenta a sua política de preços
Nos últimos dois dias, as principais siderúrgicas do País aumentaram em cerca de 10% os preços do aço. É o segundo reajuste desde o início da pandemia e pode voltar a ocorrer em outubro se o preço da commodity no mercado internacional se mantiver firme e o dólar permanecer no atual patamar, segundo o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores do Aço (Inda), Carlos Loureiro.
"A primeira a reajustar foi a Arcelor Mittal, em agosto. E agora nos últimos dois dias as demais siderúrgicas também aumentaram os preços em cerca de 10%. Apesar dos reajustes, o prêmio continua negativo e provavelmente teremos novos aumentos em outubro", afirmou Loureiro.
A Gerdau informou ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) nesta quinta que os preços dos aços planos para setembro foram reajustados entre 7% e 11%. Já a Usiminas disse que não comenta a sua política de preços. Na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Luiz Fernando Martinez, diretor comercial, já havia falado em julho, durante uma teleconferência com analistas, que o mercado de aço brasileiro estava mostrando demanda melhor que a esperada e que, por isso, os preços iriam subir.
"Não tem jeito, o aumento do dólar não fica de graça. Ainda não tem nada resolvido, mas as usinas já estão falando de um novo aumento, que deve ficar em torno de 10% novamente", disse Loureiro.
Com o aumento das vendas em agosto, o estoque diminuiu. Segundo o Inda, no final de julho os estoques representavam 2,4 meses de venda e a perspectiva é que estejam ainda menores agora. Os próximos dados sairão mais perto do dia 15 de setembro. Loureiro disse que os números não estão fechados, mas tudo leva a crer que ficarão em torno de 2,1 ou 2,2 meses. Segundo o presidente do Inda, vários distribuidores disseram que não venderam mais por falta de produto.
"Há venda muito forte em máquinas, equipamentos, eletrodomésticos, construção civil, energia eólica e solar. Já sabemos que o consumo aparente em agosto e setembro será superior ao mesmo período do ano passado. Já estamos em níveis superiores à pandemia", comentou Loureiro.
Leia Também
Segundo informou recentemente a Abimaq, entidade que reúne as empresas do setor de máquinas e equipamentos, o consumo aparente cresceu 28,8% em julho ante junho. Na comparação com julho do ano passado, o consumo aparente da indústria de máquinas e equipamentos cresceu 18,8%. No acumulado do ano até julho, o consumo aparente do setor cresceu 9,8%. Denomina-se consumo aparente de um bem o total da sua produção adicionada das importações e subtraída das exportações. A Abimaq informou ainda que a carteira de pedidos de máquinas e equipamentos vinha caindo ao longo dos últimos meses e, em julho, voltou a crescer na margem.
Segundo Loureiro, com o aumento da demanda, as usinas estão retomando a sua operação. No dia 26 de agosto, a Usiminas reativou o alto-forno 1 e a aciaria 1 (onde o ferro é convertido em aço) da usina de Ipatinga, em Minas Gerais. Diante da pandemia do novo coronavírus, as atividades haviam sido paralisadas em abril juntamente com o alto-forno 2, que ainda não tem data para voltar a funcionar. O presidente executivo do Instituto Aço Brasil (IABR), Marco Polo de Mello Lopes, disse que dos 13 fornos que foram desligados em abril, no auge da pandemia, quatro já voltaram a funcionar.
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar