🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Entrevista exclusiva

Meta da Mitre é lançar cerca de R$ 1,5 bi por ano e pagar ‘bastante dividendo’, diz CEO

Com queda de cerca de 20% no preço das ações desde o IPO, a construtora Mitre Realty entregou bons resultados no 3º trimestre e atingiu 75% da meta inicial de lançamentos para o ano; a partir de 2021, objetivo é estabilizar em seu “tamanho ideal” e focar em rentabilidade e dividendos, diz o presidente Fabrício Mitre.

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
4 de dezembro de 2020
5:33 - atualizado às 13:18
Fabrício Mitre, presidente da Mitre Realty
Fabrício Mitre, presidente da Mitre Realty. - Imagem: Divulgação

Primeira empresa a fazer IPO na B3 em 2020, ano mais prolífico para ofertas iniciais de ações na bolsa brasileira desde 2007, a construtora Mitre Realty abriu capital num mundo muito diferente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa chegou à bolsa no dia 5 de fevereiro após captar R$ 1,18 bilhão num bem-sucedido IPO, com alta demanda e ações precificadas a R$ 19,30 no topo da faixa indicativa. No primeiro dia de negociação, as ações chegaram a valorizar 7,77%, fechando a R$ 20,80.

O ano começava com o pé direito para a companhia, que buscava recursos para acelerar lançamentos por meio da compra de terrenos e alocação de recursos para a construção. A meta de lançamentos para 2020 era da ordem de R$ 1,2 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV).

Porém, no fim de fevereiro, a chegada do coronavírus no Ocidente caiu como uma bomba sobre os mercados, mudando completamente as perspectivas para o resto do ano. Do IPO até o seu pior momento, as ações da Mitre derreteram 50%.

Assim como aconteceu com outras incorporadoras, cujas ações também estiveram entre as mais impactadas pela pandemia, os negócios da Mitre ficaram praticamente paralisados com as medidas de distanciamento social implementadas por prefeituras e governos estaduais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a primeira metade do ano, a companhia focada em imóveis residenciais na Grande São Paulo - principalmente na capital - não fez um lançamento sequer. Mas no segundo semestre foram oito lançamentos, totalizando R$ 900 milhões em VGV, o equivalente a 75% da expectativa inicial para o ano.

Leia Também

Foram quatro empreendimentos do segmento de alta renda Haus Mitre e outros quatro do segmento de média renda Raízes. Os resultados no terceiro trimestre, quando foi lançada metade dos empreendimentos, foram fortes e agradaram o mercado.

A construtora atingiu um lucro líquido de R$ 23 milhões, crescimento de 300% ante o mesmo período do ano passado e 130% frente ao segundo trimestre. A margem bruta atingiu 39,5% e o indicador Vendas Sobre Oferta (VSO) foi de 56%.

“Dados o tamanho da crise e os números da economia, fomos muito bem”, avalia Fabrício Mitre, presidente da companhia. Mesmo com a recuperação e as boas perspectivas para o setor imobiliário, porém, as ações da construtora ainda negociam 21% abaixo do valor do IPO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir do ano que vem, a Mitre espera estabilizar seu valor de lançamentos em torno de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões, o que seu CEO considera como “o tamanho ótimo da companhia”.

“Nos últimos dez anos, tivemos um dos maiores retornos sobre capital do setor, e queremos continuar assim”, diz Mitre.

A seguir, você confere os principais trechos da minha entrevista do Fabrício Mitre, CEO da Mitre Realty, na qual conversamos sobre a vida depois do IPO, o cenário de juros baixos e as expectativas para o negócio, tendo em vista os riscos da economia.

Qual a avaliação do impacto do cenário de juro baixo nos negócios da companhia?

Eu vejo São Paulo com uma demanda forte, e há alguns motivos para isso. O principal, para o mercado como um todo, é a queda na taxa de juros. Há poucos anos, falávamos de uma taxa, nos financiamentos, de 11%, 12% mais TR [Taxa Referencial]. Hoje falamos de algo por volta de 5,5%, 6%. É uma mudança enorme, estrutural, que já aconteceu. Acho que mudamos de patamar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado de baixa renda sempre teve uma taxa subsidiada, sem muita correlação com os juros de mercado. Os mercados de média e alta renda, onde atuamos, não. Nesses não tem subsídio, então de fato as taxas mudam quando o juro cai. E essa mudança foi muito importante.

Neste ano, lançamos quatro empreendimentos de cada segmento, totalizando R$ 900 milhões, com VSO bastante expressiva e, ainda assim, ganhando margem. A mudança no patamar da taxa de juros traz gente nova para o mercado. Se antes um casal, para comprar um apartamento e financiar R$ 300 mil, precisava de uma renda por volta de R$ 13 mil ou R$ 14 mil, agora basta ganhar em torno de R$ 8 mil a R$ 9 mil.

Devido às taxas baixas, também vemos o investidor retornando ao mercado imobiliário. Em um cenário de CDI em torno de 2%, o imóvel em São Paulo pode render de 4,5% a 5,5% de aluguel, fora a valorização do bem. No segmento Haus Mitre, o investidor compra sobretudo as unidades compactas, de 20 a 25 metros quadrados, e que respondem por 20% do nosso negócio.

Fora isso, a pandemia teve um efeito curioso: 60% das famílias passaram a dizer que queriam comprar um imóvel nos próximos 12 meses. Um número nunca visto numa pesquisa como essa. A pandemia trouxe algumas mudanças, como um convívio maior da família dentro de casa, e a mudança da percepção relativa de valor do imóvel ante os outros bens. As famílias perceberam que morar bem é a coisa mais importante, e não viajar ou ter um bom carro. Isso também aumentou a demanda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa vontade de comprar apartamento trouxe o fenômeno do “fly to quality” [“voo para a qualidade”]. Isso foi muito favorável para os novos empreendimentos, que são mais modernos e têm áreas comuns melhores. Estamos ampliando os espaços de coworking nos empreendimentos e pensando muito na infraestrutura de dados, para suportar um aumento da utilização. Estamos incorporando home office em todos os empreendimentos, criando áreas separadas para entrada e saída de entregas sem contato e salas interativas para as crianças. Antes era brinquedoteca, mas agora esses espaços provavelmente serão usados também para cursos, aulas etc.

Então mais pessoas passaram a querer mudar de apartamento e viram que esta é uma boa hora, porque os preços em São Paulo estão bastante defasados nos últimos seis anos, quando tiveram alta de apenas 2% ao ano. Vamos ter alguns bons anos de demanda, por essas razões.

Essa mudança de percepção em relação ao valor da casa frente a outros bens não prejudicou o segmento de imóveis mais compactos? Quem são os moradores desses imóveis?

No segmento Raízes, vendemos os imóveis compactos para o ocupante final, que geralmente são pessoas que moram sozinhas, casais jovens e sem filhos e, em menor grau, idosos. Por exemplo, recentemente lançamos um empreendimento no bairro de Vila Matilde (Zona Leste de São Paulo) e um casal comprou um apartamento. No dia seguinte, eles levaram a mãe de um dos dois para conhecer, e ela acabou comprando um studio no mesmo empreendimento.

No segmento Haus Mitre, vendemos uma parte dos imóveis compactos para esse tipo de ocupante final e outra parte para investidores. Estes alugam principalmente para jovens que desejam uma vida com maior flexibilidade, num imóvel bem localizado, em um bairro bem servido de transporte público.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que mudou na companhia desde a abertura de capital?

O IPO nos tornou mais eficientes e com mais responsabilidade para entregar resultados, porque hoje nós temos mais de 16 mil sócios. Felizmente, a parte de governança interna, processos e controles sempre foi muito bem feita, por isso conseguimos fazer o IPO em tempo recorde. Então essa parte mudou pouco.

Mas agora damos uma atenção mais forte ainda às margens, à geração de resultados, e somos uma companhia com sistema de partnership (sociedade). Ou seja, os principais executivos são sócios. Com mais sócios e tendo um patrimônio relevante, a busca por performance é maior.

O IPO também barateou o nosso custo de capital e trouxe mais demanda para os nossos produtos, pois mais pessoas começaram a conhecer a empresa. Também aumentou muito a procura de quem quer trabalhar na empresa. Nós temos um programa forte de estágio e trainee, e estamos com 20 mil inscritos para 20 vagas.

Nós vínhamos entregando resultados sistematicamente, com previsão de lançar R$ 1,2 bilhão neste ano, se não tivesse ocorrido a pandemia. Vamos conseguir terminar o ano com R$ 900 milhões em lançamentos, 75% do previsto. Dado o tamanho da crise e os números da economia, fomos muito bem. E ainda estamos com baixíssima alavancagem e um dos maiores landbanks (banco de terrenos) de São Paulo, no valor de R$ 4,8 bilhões. É o suficiente para uns três anos de lançamentos tranquilamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia teve resultados fortes no terceiro trimestre, mas desde o IPO as ações ainda apresentam queda de 21%. O mercado permanece temeroso em relação ao fiscal, ao fim do auxílio emergencial e outras possíveis consequências econômicas da pandemia de coronavírus que, afinal, ainda não acabou. Mas vocês parecem otimistas. Essas questões, afinal, não preocupam?

Quando a gente olha para o setor imobiliário como um todo, ele teve uma queda até maior do que a das nossas ações, em razão da pandemia. Mas cenário econômico a gente não controla. O nosso foco é fazer os melhores produtos de cada bairro. Não precisamos que o mercado cresça, mas sim sermos melhores que a concorrência, que o resultado vem.

É bom destacar que a gente tem como alvo, a partir do ano que vem, estabilizar a companhia entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões por ano em lançamentos e pagar bastante dividendo. Imaginamos que este seja o tamanho ótimo da companhia. O mercado já mostrou que crescer demais traz complicações e deseconomias de escala. É preciso saber o tamanho certo da empresa para operar de forma lucrativa. Nos últimos dez anos, tivemos um dos maiores retornos sobre capital do setor, e queremos continuar assim.

Em termos de juros, nunca foi uma época tão boa para se comprar imóvel no Brasil. Mas o desemprego está elevado e ainda pode piorar antes de melhorar. O quanto isso pode afetar a empresa?

Essa crise foi horrível para o mercado de trabalho, e infelizmente os mais afetados foram os trabalhadores de menor renda. Apesar de serem efeitos negativos da crise, estão mais concentrados no segmento de renda mais baixa. No nosso caso, como produzimos para média e alta renda, sentimos um impacto menor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SUBIU DEMAIS?

Hora de tirar o pé das Havaianas? Citi rebaixa ação da Alpargatas (ALPA4) após rali de quase 120% na B3

10 de março de 2026 - 14:41

Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese

CONFIANÇA RENOVADA

Embraer (EMBJ3) pode voar ainda mais alto: JP Morgan eleva preço-alvo e vê potencial de alta de 30%

10 de março de 2026 - 13:09

Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves

CRISE FINANCEIRA

Cosan (CSAN3) trava queda de braço com Shell sobre capitalização da Raízen (RAIZ4): “Formato atual não resolve”, diz CEO

10 de março de 2026 - 11:58

Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis

TENTATIVA DE RESPIRO

Após rombo bilionário do Master, Banco de Brasília (BRB) tenta captar R$ 8,9 bilhões para reforçar o caixa

10 de março de 2026 - 11:24

Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações

DÍVIDAS BATENDO À PORTA

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fecha acordo de recuperação extrajudicial com credores para negociar dívidas de R$ 4,5 bilhões; o que deu errado?

10 de março de 2026 - 9:08

A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas

BALANÇO DO 4T25

Conta da crise na Raízen (RAIZ4) chega à Cosan (CSAN3): prejuízo da holding de Ometto vai a R$ 5,8 bilhões no 4T25

10 de março de 2026 - 7:58

Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço

BALANÇO

Direcional (DIRR3) tem recorde de rentabilidade no 4T25: “é o nosso maior mérito no resultado”, diz CEO; lucro sobe a R$ 211 milhões

9 de março de 2026 - 20:07

Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida

CÂMBIO

Dólar mergulha no fechamento: como uma única declaração de Trump desarmou a tensão no mercado

9 de março de 2026 - 19:17

A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro

EFEITO DA GUERRA

Até quando a Petrobras (PETR4) vai aguentar? Petróleo acima de US$ 100 aumenta a pressão sobre o reajuste da gasolina

9 de março de 2026 - 19:00

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas

QUERIDINHO DOS ANALISTAS

Ação deste banco “novato” na bolsa pode dobrar de valor — e quatro casas de análise já recomendam a compra

9 de março de 2026 - 17:15

Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação

SOB PRESSÃO

Em busca de fôlego: por que a Oncoclínicas (ONCO3) está pedindo mais tempo para pagar suas dívidas

9 de março de 2026 - 13:19

Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda

NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

BOLSO CHEIO

Disparada no preço do petróleo pode aumentar os dividendos da Petrobras (PETR4); saiba o que esperar e o que já está no radar

8 de março de 2026 - 11:55

Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio

SINAL VERDE

Cade aprova transferência do controle da Braskem (BRKM5) para IG4; gestora se torna sócia da Petrobras (PETR4)

6 de março de 2026 - 19:41

Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia

VENCEDORES X PERDEDORES

Petrobras (PETR4) rouba a cena e chega a R$ 580 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez; Vale (VALE3) perde US$ 43 bilhões em uma semana

6 de março de 2026 - 19:21

Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana

PARA ALÉM DO ROE

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno

6 de março de 2026 - 19:10

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra

CHORIPÁN NO PIX

Banco do Brasil (BBAS3) passa a oferecer Pix para brasileiros em viagem à Argentina — e nem precisa ser cliente do banco

6 de março de 2026 - 17:01

Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar