O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a aquisição, as duas empresas terão mais de 12 milhões de anúncios de imóveis e cerca de 40 mil agentes imobiliários parceiros no Brasil
A empresa de classificados on-line OLX Brasil anunciou ontem um acordo para adquirir 100% das ações da startup de imóveis online Grupo Zap. O negócio, que envolverá R$ 2,9 bilhões em dinheiro, ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) - até lá, as duas empresas funcionarão de forma completamente independente. Com a aquisição, as duas empresas terão mais de 12 milhões de anúncios de imóveis e cerca de 40 mil agentes imobiliários parceiros no Brasil.
Em comunicado enviado à imprensa, a OLX afirma que fechou o negócio para aumentar sua posição no mercado de imóveis, em um momento especial para o setor no País, com "a queda na taxa de juros e muito potencial de crescimento". "Estamos na vanguarda para que a cadeia de valor de imóveis seja mais digital. Com a transação, vamos tornar os processos de compra, venda e aluguel de imóveis mais seguros, simples e eficientes", diz Andries Oudshoorn, presidente executivo da OLX no País.
Fundada em 2006 na Argentina por Fabrice Grinda e Alejandro Oxenford, a OLX hoje é controlado pelo Prosus, grupo com sede em Amsterdã, na Holanda e pela sul-africana Naspers. Em todo o mundo, a OLX tem mais de 20 marcas diferentes e cerca de 300 milhões de usuários. Aqui, a OLX Brasil é uma joint venture entre o Prosus e a Adevinta, da norueguesa Schibsted.
Já o Grupo Zap é o resultado da fusão entre o Zap Imóveis e o Viva Real, dois serviços de classificados de imóveis brasileiros - fundado em 2000, com participação do jornal O Estado de S. Paulo e do Grupo Globo, o Zap Imóveis hoje é controlado indiretamente por acionistas da Globo. O Estado vendeu sua participação no negócio em 2012. Em 2018, o Grupo Zap teve receitas de R$ 217 milhões. Há alguns anos, a empresa era cotada para se tornar um novo unicórnio brasileiro - startup avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão. O valor da aquisição, porém, não foi suficiente para o Zap alcançar tal status. Segundo comunicado, o JPMorgan e a Allen & Company foram os assessores financeiros da OLX e do Zap na transação.
O setor de imóveis tem sido bastante movimentado no mundo das startups brasileiras. Ao longo dos últimos 12 meses, duas empresas do ramo se tornaram unicórnios - o QuintoAndar, que intermedeia aluguéis residenciais, e a Loft, que faz compra, reforma e revenda de apartamentos em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.
As duas empresas receberam rodadas de investimentos na casa das centenas de milhões de dólares e chamam a atenção por seu crescimento expressivo.
Leia Também
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?