O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Brasil foi o terceiro país que mais gerou startups bilionárias em 2019, chegando ao total de 9 unicórnios até agora. E vem mais por aí
A corrida dos "unicórnios" está ganhando mais adeptos no Brasil. O termo define as startups de capital fechado que alcançam um valor de mercado de US$ 1 bilhão. Cinco startups brasileiras atingiram a marca em 2019 e outras dez estão no páreo para virar "unicórnio" em 2020, segundo um estudo divulgado esta semana pela Distrito Dataminer, empresa que reúne dados do ecossistema de inovação no Brasil.
Com as novas startups bilionárias adicionadas à lista no ano passado, o Brasil tem ao todo 9 unicórnios. A Distrito avaliou os dados das vencedoras para tentar identificar quais companhias têm o potencial para entrar para o time.
A triagem foi feita com base no perfil dos fundadores das startups, o investimento captado por elas e a evolução do total de funcionários, entre outros fatores, que tiveram diferentes importâncias atribuídas.
"Dados de captação de investimentos tiveram mais peso, porque achamos que isso é mais determinante para um unicórnio", disse Daniel Quandt, responsável por liderar a pesquisa na Distrito.
Entre as aspirantes, há um destaque para as fintechs e empresas de e-commerce. Mas a lista inclui também companhias focadas nas áreas de saúde, marketing digital e logística. Dos 21 fundadores das aspirantes, todos são homens, e das 10 empresas, todas são da região sul e sudeste.

No ano passado, das cinco novas startups bilionárias, quatro estavam na lista de aspirantes a unicórnio feita pela Distrito.
Leia Também
O que faz: fundada em 2017, sediada em São Paulo, oferece serviços de compras de passagens de ônibus para viagens intermunicipais.
Por que pode virar unicórnio: a startup recebeu aporte de R$ 300 milhões liderado pelo Softbank.
O que faz: também paulistana, a transportadora, que foi criada em 2013, conecta empresas e caminhoneiros para assegurar viagens mais eficientes.
Por que pode virar unicórnio: a companhia almeja crescer 20% ao mês no ano ampliando marketplace e serviços financeiros, tendo entre seus investidores Goldman Sachs e Valor.
O que faz: com 8 anos de existência e base em Joinville, a empresa realiza serviços de gestão financeira na nuvem para pequenos e médios negócios.
Por que pode virar unicórnio: foi a 1ª empresa selecionada pela aceleradora 500 startups no Brasil. Desde o ano de fundação, recebe investimentos do Ribbit Capital, firma de venture capital, além da Monashees, Valar Ventures e Tiger Global Management.
O que faz: sediada em São Paulo, a startup criada em de 2012 fornece produtos de crédito com garantia imobiliária ou automotiva com taxas abaixo das linhas de crédito pessoal, cartões e até crédito consignado.
Por que pode virar unicórnio: os R$ 231 milhões em aporte vindos do Softbank no ano passado deixaram a paulistana perto de se tornar unicórnio.
O que faz: criada em 2012, a rede de clínicas oferece consultas e exames a preços populares.
Por que pode virar unicórnio: a empresa paulista tem fatias detidas por nomes de peso do mundo dos negócios, como Jorge Paulo Lemann e Nizan Guanaes. Grande mercado potencial, visto que apenas 25% da população tem planos de saúde.
O que faz: curitibano, o e-commerce familiar de móveis e decoração foi fundado em 2009. Antes de montar o negócio, os donos exportavam pisos e revestimentos para os EUA, mas foram atingidos pela crise de 2008.
Por que pode virar unicórnio: Monashees, Kaszek Ventures, FlybridgeCapital Partners e e.bricks Ventures já investiram na empresa. Sua última rodada, de US$110 milhões, foi liderada pelo SoftBank.
O que faz: criada em 2014, a empresa oferece contas sem tarifas, cartões de créditos e investimento em plataforma digital.
Por que pode virar unicórnio: em 2019, recebeu R$ 400 milhões do fundo General Atlantics e do Banco Votorantim. Com ritmo acelerado de crescimento e captação, tem tudo para atingir a marca do bilhão.
O que faz: de 2015, a empresa paranaense possibilita vendas em diversos canais digitais, facilitando a integração tecnológica, de gestão e logística.
Por que pode virar unicórnio: com estratégia ambiciosa, a startup pretende passar dos 7 mil para 100 mil lojistas nos próximos dois anos. Recebeu investimentos de SoftBank, Redpoint eventures e Valor Capital Group.
O que faz: a empresa, que nasceu em 2011 em Florianópolis, é do ramo de marketing digital. Busca atender às necessidades de pequenas e médias empresas que querem adquirir e reter clientes.
Por que pode virar unicórnio: com mercado potencial imenso, tem chamado atenção de investidores e recebeu aporte de R$ 200 milhões do fundo norte-americano Riverwood Capital.
O que faz: a mais velha das aspirantes, com seu ano de criação em 1999, a empresa paulistana é pioneira na digitalização do varejo brasileiro, com uma plataforma de e-commerce que pretende permitir que qualquer empresa tenha sua loja virtual.
Por que pode virar unicórnio: já levou US$ 140 milhões do Softbank em 2019. Após expansão de 43% ao ano nos últimos 5 anos e
faturamento de R$ 180 milhões, tem chances de crescimento ainda maior.

As aspirantes arrecadaram US$ 677,3 milhões em 2019, diz o relatório.
O Brasil atualmente possui, de acordo com o relatório, 9 unicórnios:
As startups brasileiras levam em média seis anos para chegar à avaliação bilionária. "A Loft foi de longe o caso mais rápido", diz o estudo, citando o tempo de um ano e meio da empresa desde a fundação até o alcance da marca de "unicórnio". A startup se tornou unicórnio em janeiro.
Juntos, os unicórnios brasileiros captaram US$ 1,23 bilhão em 2019 em rodadas de investimentos. Neste ano, até janeiro, receberam mais US$ 175 milhões.
A idade média de seus fundadores no momento da criação da empresa é de 31 anos. Em média, eles possuíam 9 anos de experiência no mercado antes de idealizarem os futuros unicórnios.
O relatório da Distrito desconsiderou nomes que já haviam sido denominados unicórnios brasileiros por eles não cumprirem a definição à risca. Ficaram de fora, por exemplo, startups que superaram o valor de mercado bilionário por meio de ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês), como PagSeguro, Stone e Arca Educação.
"Isso simboliza, de certa forma, um amadurecimento do mercado brasileiro", afirmou Quandt. "Antes, o Brasil considerava qualquer coisa unicórnio pela carência que tínhamos, mas agora, com nove unicórnios, podemos jogar o mesmo jogo."
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A Distrito incluiu em sua lista de 2019 quatro das cinco startups que se tornaram unicórnios no ano passado. Foram elas: Loggi, EBANX, Gympass e QuintoAndar.
Outro dado relevante do relatório é o da participação dos fundos no destino dessas empresas. Todas as 19 startups que se tornaram unicórnios ou estão na lista de aspirantes receberam investimento de ao menos um destes cinco fundos: Qualcomm, SoftBank, Kaszek Ventures, Monashees e Redpoint eventures.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor