O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa também estabelece como meta aumentar Ebitda em 3,5 vezes nos próximos dez anos e faz ações subirem mais de 7%
A BRF (BRFS3) está ambiciosa para os próximos dez anos, querendo aumentar em mais de 3,5 vezes seu lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) e alcançar uma receita líquida de mais de R$ 100 bilhões até o final de 2030.
Os números foram divulgados pela companhia nesta terça-feira (8) ao mercado, antes do início do encontro com investidores e analistas, o BRF Day 2020, em que a administração vai detalhar seus planos para o período.
A meta da dona da Sadia e Perdigão é ambiciosa, considerando que a expectativa para este ano é de uma receita líquida superior a R$ 35 bilhões, acima dos R$ 33,4 bilhões registrados em 2019. O Ebitda do ano passado somou R$ 5,3 bilhões.
Ainda assim, os investidores adoraram saber dos planos. As ações da BRF fecharam hoje em alta de 8,69%, a R$ 23,13.
O comunicado da BRF mostra que a companhia dividiu o plano em três períodos. Para os anos de 2021 a 2023, a estimativa é de alcançar uma receita líquida de aproximadamente R$ 65 bilhões e aumentar o Ebitda em duas vezes em relação aos patamares atuais.
Num segundo momento, de 2024 a 2026, a meta é aumentar a receita líquida e o Ebitda em aproximadamente 2,5 vezes, com crescimento de mais de 60% da receita obtida no mercado brasileiro.
Leia Também
Por fim, no período de 2027 a 2030, a estimativa é de atingir a receita líquida de R$ 100 bilhões e expandir o Ebitda em mais de 3,5 vezes.
O objetivo final da BRF também é alcançar margens Ebitda acima de 15% de forma consistente, uma margem líquida perto de 6% e um retorno sobre o capital investido (Roic) de cerca de 16%.
Para atingir seus objetivos, ela planeja realizar cerca de R$ 55 bilhões em investimentos nos próximos dez anos. Apenas no terceiro trimestre deste ano, os aportes totalizaram R$ 662 milhões.
Em entrevista ao site “Brazil Journal”, o CEO da BRF, Lorival Luz, disse que pretende concentrar os investimentos em cinco áreas: refeições prontas, carne suína, ração para animais, produtos à base de plantas e internacionalização.
Ele disse ainda que quer aumentar a participação dos produtos processados na receita dos atuais 50% para 70% em dez anos.
As metas, porém, não serão atingidas a qualquer custo. No comunicado, a empresa destacou que vai estabelecer um “limite prudencial” para a alavancagem financeira – a relação entre a dívida líquida e o Ebitda ajustados dos 12 meses anteriores – de até 3,0 vezes. Ela encerrou o terceiro trimestre com uma relação de 2,9 vezes.
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição