O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aos 38 anos, o advogado tomou posse no cargo nesta terça-feira, 24, e participará de discussões relevantes como a reforma dos regimes de ofertas públicas
Autodenominado um "liberal convicto", o novo diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Alexandre Rangel, afirma não enxergar como tabu temas polêmicos no mercado de capitais, como o fim do período de silêncio das ofertas públicas e a adoção do voto plural por companhias brasileiras.
Leia também:
Aos 38 anos, o advogado tomou posse no cargo nesta terça-feira, 24, e participará de discussões relevantes como a reforma dos regimes de ofertas públicas, dos fundos de investimento e dos agentes autônomos de investimento (AAI).
Após ser formulada na Iniciativa do Mercado de Capitais (IMK), a proposta de instituição do voto plural - uma espécie de "super ação ordinária" - está sendo revisada pela CVM, que deve propor ajustes.
A base do supervoto é assegurar que acionistas-chave, como os fundadores da empresa, preservem seu poder de decisão após a companhia ir a mercado. Parte do mercado afirma que isso estancaria a fuga de empresas brasileiras para bolsas no exterior. Já instituições ligadas a investidores minoritários apontam que o voto plural fere a isonomia da base de acionistas.
Avesso a polarizações, Rangel discorda de ambos os argumentos. Ele afirma que o voto plural não é a "reencarnação do demônio" e abre mais um leque de oportunidades no mercado se incorporado à Lei das S.A.. "Isso não quer dizer que toda companhia de capital aberto terá que adotá-lo. Não vejo problema, desde que prestadas as informações necessárias e definido o período durante o qual vai vigorar aquele direito político diferenciado", disse em entrevista coletiva.
Leia Também
Em relação às ofertas públicas, o diretor defende que a alteração de seu regime pela CVM traga mecanismos para reduzir o que considera um vácuo na captação de recursos por empresas de médio porte via mercado de capitais, hoje não abarcadas pelos custos das grandes ofertas e também das captações menores via crowdfunding de investimentos.
Com larga experiência como advogado societário, ele argumenta pela democratização da base de investidores no mercado de capitais brasileiro. Sua avaliação é que a CVM pode atuar liberando ao varejo opções de investimento hoje restritas a investidores profissionais ou qualificados. Na mesma linha, vê a modernização das informações prestadas nas ofertas como crucial para atingir o público jovem, como defendido por seu antecessor na cadeira, Carlos Rebello. "Essa turma olha o celular, não vai ler um formulário de fatores de risco que não caiba em uma tela", frisa.
Questionado sobre o fim do período de silêncio durante as ofertas, o diretor disse que "não vê tabu" nem "tem nenhuma fixação" pelo instrumento. Para Rangel, nem sempre o período de silêncio tem cumprido seu objetivo de assegurar que todos os investidores tenham acesso exatamente às mesmas informações relevantes de forma precisa. "Quanto mais informação disponível sobre um papel no mercado, melhor", avalia.
Em meio às discussões de mudanças na regulação dos agentes autônomos de investimento, o diretor da CVM se disse a favor do fim da exigência de exclusividade de vinculação desses atores a uma única corretora e também à uma carga regulatória distinta entre escritórios de diferentes portes. "Parece um pleito bastante razoável", disse.
Na véspera de sua posse, um estudo elaborado pela Assessoria de Análise Econômica da CVM recomendou a retirada do requisito. O assunto deve entrar em audiência pública em 2021.
O novo membro do colegiado da CVM é também favorável à abertura de um campo para a inclusão de fatores ASG (ambientais, sociais e de governança) das companhias abertas no formulário de referência entregue anualmente ao órgão regulador, o que já está sendo discutido internamente e será submetido a audiência pública.
Por outro lado, Rangel pondera que é preciso debater com o mercado a extensão e profundidade da informação a ser prestada. A ideia é evitar um ônus excessivo às companhias e também o risco de excesso de informações que na prática podem servir como uma "cortina de fumaça", sem ajudar a tomada de decisão do investidor. O diretor acredita que a criação de uma taxonomia ASG também foge da alçada da CVM.
A experiência na indústria de fundos de investimento pesou a favor da indicação de Rangel à CVM. Com um patrimônio total na casa de R$ 6 trilhões, essa indústria demandará especial atenção nos próximos meses, já que o órgão regulador do mercado de capitais tem entre suas prioridades regulamentar a Lei de Liberdade Econômica e fazer a reforma das normas que regem os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).
Há forte expectativa do mercado em torno das mudanças que virão a partir da Lei de Liberdade Econômica, que devem fortalecer o regime regulatório dos fundos de investimento. A legislação abriu caminho para a CVM realizar alterações como a limitação da responsabilidade dos prestadores de serviço, a possibilidade de emissão de classes de cotas com direitos e obrigações distintas e a limitação da responsabilidade do investidor ao valor de suas cotas.
Em seu discurso de posse, Rangel afirmou que a partir de uma definição mais precisa dos núcleos de responsabilidade dos agentes que atuam no segmento, haverá um controle mais racional em torno dos deveres e obrigações a serem cumpridos. "Teremos em pouco tempo uma norma mais moderna e adequada à realidade do mercado", disse.
Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA
Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.
Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado
Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica
Álbum da Copa de 2026 será a edição mais cara; economista dá dicas de como prepara o bolso para a coleção
O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026
Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres