Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
diz febraban

Grandes bancos concedem R$ 266 bilhões em crédito novo no 1º mês da crise

Desde o início da crise gerada pela covid-19 no Brasil, os bancos passaram a oferecer carência de 60 dias para as dívidas existentes, suportados por medidas do Banco Central

Montagem com fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil
Fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil - Imagem: Montagem Andrei Morais / Estadão Conteúdo / Shutterstock

Os cinco maiores bancos brasileiros liberaram R$ 266 bilhões em crédito novo para pessoas físicas e jurídicas no primeiro mês das medidas de isolamento social, que colocaram os brasileiros dentro de suas casas para conter a propagação do novo coronavírus no País, conforme levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os empréstimos, concedidos por Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, entre os dias 16 de do mês passado e 17 de abril, representam uma elevação de 22% na comparação com março de 2019, quando o montante foi de R$ 218 bilhões.

O levantamento divulgado nesta segunda-feira, 27, pela Febraban contempla as operações de crédito novo contratado no período, renovações e também parcelas suspensas, que foram reintegradas ao saldo devedor durante a crise.

"Não há represamento de crédito ou empoçamento de liquidez. Ao contrário, os bancos estão dando vazão às demandas dos consumidores e empresas por crédito", avalia o presidente da Febraban, Isaac Sidney, em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

"Tanto é que já concederam 22% de crédito a mais na comparação com março de 2019 apesar do aumento do risco do crédito e do custo de captação", acrescenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde o início da crise gerada pela covid-19 no Brasil, os bancos passaram a oferecer carência de 60 dias para as dívidas existentes, suportados por medidas do Banco Central. Nesse sentido, o regulador flexibilizou regras de provisões para devedores duvidosos, as chamadas PDDs, e classificação de risco e injetou cerca de R$ 1,2 trilhão em liquidez para apoiar o sistema financeiro.

Leia Também

CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?

Cristiano Ronaldo dá passe açucarado para internacionalização da CazéTV com compra de ações da LiveModeTV às vésperas da Copa do Mundo

MUITO ALÉM DO CASO YPÊ

Investigada pela morte de 200 animais, fabricante de ração sofre novo revés na Justiça

No primeiro mês da crise, os cinco maiores renegociaram 3,8 milhões de contratos com operações em dia, que representam um saldo devedor da ordem de R$ 230,6 bilhões, segundo a Febraban. As parcelas das operações repactuadas somam, por sua vez, R$ 22,2 bilhões.

De acordo com o presidente da entidade que representa os bancos, esses valores trazem alívio financeiro imediato para empresas e pessoas físicas atravessarem a turbulência. "É uma disponibilidade adicional, uma injeção de recursos novos", enfatiza Sidney.

Os bancos, conforme ele, continuam monitorando o cenário e aproveitando a janela regulatória aberta por parte das medidas do BC no intuito de aumentarem o prazo de carência aos seus clientes. Antes estabelecido em 60 dias, o limite já começa a ser estendido. Na semana passada, o Itaú Unibanco anunciou um programa de suporte financeiro durante a crise e estendeu a carência para até 120 dias no caso de pessoas físicas e 180 dias para empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crédito novo

As pessoas físicas tomaram mais de R$ 70 bilhões entre contratação, renovação e suspensão de parcelas junto aos cinco grandes bancos no primeiro mês da crise gerada pela covid-19, conforme a Febraban.

Somente o total de parcelas suspensas gerou um alívio de quase R$ 14 bilhões aos consumidores em um cenário de aumento de incertezas diante do risco de desemprego e perda de renda por conta das medidas de isolamento social, necessárias para conter a propagação da doença no País.

Do lado da pessoa jurídica, a concessão de crédito alcançou R$ 189,3 bilhões no primeiro mês da crise, segundo a Febraban. Desse volume, grandes empresas tomaram R$ 116 bilhões enquanto o grupo de micro, pequenas e médias acessou R$ 42,6 bilhões em novos recursos, renovações e suspensão de prestações.

O primeiro mês da crise do novo coronavírus no Brasil foi marcado por uma corrida de empresas e pessoas físicas aos bancos em busca de alívio financeiro durante a pandemia. A demanda concentrada e que turbinou a procura diária por crédito nos grandes bancos ecoou uma queixa generalizada em torno das instituições financeiras por restringirem o crédito e mudarem o rating dos clientes diante da deterioração do cenário econômico, o que sustentou o aumento dos juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente da Febraban reforça que a demanda de crédito tem sido atendida e atribui as queixas quanto ao empoçamento de liquidez e represamento de crédito à falta de compreensão em torno da atuação do sistema bancário no Brasil.

Para rebater as críticas, além de medidas de apoio e doações, os bancos têm reforçado que são a 'solução' e não a origem da crise, desencadeada na saúde, diferentemente de 2008, quando o setor foi o ator principal da turbulência. "Estávamos e continuamos fazendo (crédito). Não houve nem está havendo represamento de crédito", rebate Sidney.

Em relação às condições praticadas pelos bancos na crise, o presidente da Febraban reforça que as renovações de crédito têm ocorrido mantendo as mesmas taxas, uma vez que o objetivo do setor é dar fôlego às pessoas e empresas na crise. No crédito novo, explica, os juros cobrados estão 'estáveis' no varejo, mas sofrem 'alguma oscilação' no atacado, ou seja, para médias e grandes empresas por conta da mudança do cenário, com a deterioração econômica, aumento do risco e do custo de captação de recursos para os bancos.

Quanto à necessidade de novas medidas por parte do setor e do próprio BC em meio à crise, o presidente da Febraban afirma que o cenário segue sendo monitorado. "O BC e os bancos continuam monitorando os efeitos da crise e tendo a todo tempo interlocuções como é comum na regulação entre regulador e regulados", conclui Sidney.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
shein shopee aliexpress varejistas taxa das blusinhas renner lren3 13 de maio de 2026 - 18:57
Imagem mostra uma peça de carne ao ponto, cortada sobre uma tábua de madeira, com temperos ao redor 13 de maio de 2026 - 10:45

FIM DO CHURRASCO EUROPEU

UE proibirá compra de carnes do Brasil; entenda qual foi a justificativa

13 de maio de 2026 - 10:45
Gabriel Galípolo, Banco Central 12 de maio de 2026 - 12:15
diabo veste prada 2 11 de maio de 2026 - 15:13

O DIABO VESTE PRADA, GUCCI, CHANEL...

‘O Diabo Veste Prada 2’ precisa de apenas 10 dias para superar bilheteria do primeiro filme

11 de maio de 2026 - 15:13
airbnb stj ID da foto:1124285654 11 de maio de 2026 - 14:20
11 de maio de 2026 - 11:55

FIM DO "SABOR CHOCOLATE"?

Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates

11 de maio de 2026 - 11:55
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 10 de maio de 2026 - 15:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia