🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Entrevista exclusiva

Bernard Appy: tributar dividendos pode ser um bom negócio para quem investe na bolsa

Se a tributação vier acompanhada da redução da alíquota do imposto de renda para as empresas, o impacto sobre o valor das companhias deve ser positivo, afirmou o economista em entrevista ao Seu Dinheiro

Jasmine Olga
Jasmine Olga
5 de agosto de 2020
6:11 - atualizado às 21:21
Bernard Appy, um dos autores da reforma tributária
O economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal, um dos autores da Reforma Tributária - Imagem: Leo Martins

Logo nas minhas primeiras semanas aqui no Seu Dinheiro, em abril de 2019, recebi a missão de detalhar a proposta de reforma tributária que naquele momento acabava de entrar em discussão na Câmara dos Deputados. E ninguém mais credenciado para falar to tema do que Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O economista não só é um dos autores do estudo que serviu de base para a PEC 45 como se dedica a desatar os nós do injusto e complexo sistema tributário brasileiro desde a década passada, quando atuou como secretário executivo e de política econômica do Ministério da Fazenda.

A entrevista com Appy foi a minha primeira grande reportagem aqui no Seu Dinheiro. De lá para cá, porém, pouca coisa andou, o que mostra a enorme dificuldade de se debater o tema.

Neste ano, a crise provocada pela pandemia do coronavírus ameaçou deixar a reforma tributária em hibernação por mais tempo. Mas a surpreendente melhora no cenário político e econômico encorajou o governo a finalmente mandar a sua proposta no último dia 21 de julho.

Com o novo projeto na mesa, eu não podia perder a oportunidade de conversar mais uma vez com Appy para saber o que muda com a entrada do governo na discussão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recapitulando os principais pontos da reforma, nesta etapa inicial o governo propõe a unificação das cobranças do PIS e Cofins em uma única contribuição, batizada de “Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS)”, com uma alíquota de 12%.

Leia Também

Para as próximas fases, estão previstas mudanças no IPI, alteração nas cobranças do Imposto de Renda de Pessoas Físicas e Jurídicas e a criação de um novo imposto sobre pagamentos, ainda pouco detalhado, mas que lembra bastante a extinta CPMF.

Dentro dessas propostas deve estar também um assunto que mexe bastante com o investidor: a possível tributação de dividendos, ou seja, da parcela do lucro das empresas distribuído aos acionistas.

Tributar dividendo é bom?

Para começar, Bernard Appy vê a entrada do governo oficialmente na discussão como algo muito importante e positivo, já que o tema ganha os holofotes — desta vez sendo protagonista das discussões no Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que mesmo antes de a discussão avançar, entidades setoriais e de classe já começam a se movimentar, declarando serem perdedoras com as mudanças propostas — visão compartilhada por alguns investidores que acreditam que a tributação de dividendos pode ser um mau negócio.

Mas para o diretor do CCiF, as coisas não são bem assim e tudo depende da forma como o governo propuser as alterações.

Tributar dividendos sem que ocorram outras mudanças de fato seria um erro, já que a alíquota atual que incide sobre as empresas, de 34%, é alta para os padrões internacionais — a média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de 23,5%.

Mas, se bem feita, a reforma pode ser benéfica ao acionista, segundo Appy. O ideal é que exista uma diminuição na tributação da empresa como contrapartida à taxação dos dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O economista explica que a alíquota alta para as empresas brasileiras acaba prejudicando a atração de novos investimentos para o país. Ao diminuir a tributação da empresa e aumentar a tributação de dividendos, uma série de distorções distributivas são corrigidas.

Os investidores devem temer a mudança? Para o ex-secretário executivo do ministério da Fazenda, a resposta é não, já que no fundo existirá um ganho para o acionista e não o contrário.

Com a redução da alíquota do imposto de renda para as empresas, o impacto sobre o valor das companhias deve ser positivo. Tudo depende de como será o desenho da proposta do governo.

“Pode ser que o acionista que olha a distribuição de dividendos pague mais, mas ele também estará ganhando mais porque o valor de mercado da empresa tende a subir por conta da redução da tributação. Ele perde de um lado, mas ganha do outro” — Bernard Appy, diretor do CCiF

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ganha-ganha

Outro ponto que o investidor não deve deixar de lado ao analisar as propostas em discussão é o potencial da reforma de destravar a economia, segundo Appy.

Estudo recente do economista Braulio Borges mostra que o impacto direto da reforma tributária no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) potencial do país é de cerca de 20% em 15 anos.

Esse crescimento se reflete diretamente na renda média do brasileiro e, por sua vez, em um maior consumo de bens e serviços.

“Não dá para discutir a reforma tributária, seja do ponto de vista federativo, seja do ponto de vista setorial, achando que é um jogo de soma nula. Ou seja, daqueles que o que um ganha o outro perde. Na hora que você entende que a reforma tributária tem um impacto muito positivo para o crescimento, o efeito é que no agregado ela seja positiva para todos.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não que a proposta do governo seja perfeita. Appy critica, por exemplo, a alíquota de 12% da contribuição que vai substituir a PIS/Cofins e considera a proposta tímida por não incluir outros impostos.

Durante a nossa conversa, o economista também comentou sobre as razões (erradas) da resistência do setor de serviços ao projeto e a melhor forma para se fazer a desoneração da folha de salários (sem a necessidade de criar uma ‘nova CPMF’).

Confira abaixo os principais temas da minha entrevista com Bernard Appy:

A proposta do governo

A proposta em si do governo, com a mudança no PIS/Cofins, não é ruim. Ela melhora muito a qualidade da contribuição. A CBS é muito mais parecida com um bom Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Um dos problemas na proposta do governo é a alíquota de 12%, que parece estar superestimada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em todas as estimativas conhecidas da PEC 45, a parte correspondente ao PIS/Cofins corresponderia a algo entre 8,1 e 9%. A diferença está nas exceções mantidas - como a desoneração da cesta básica, que adiciona de 0,4 a 0,5 pontos percentuais na proposta do governo.

Mesmo com esses ajustes, a alíquota ainda seria em torno de 10%. Além disso, o governo não colocou nenhum dispositivo de ajuste automático da alíquota, o que seria o ideal para garantir que não exista um aumento da carga tributária.

Custo político

A nossa avaliação é que não faz sentido discutir uma reforma restrita como o governo está propondo. O benefício de uma reforma que inclui IPI, ICMS, ISS é muito maior do que uma reforma que trata só de PIS/Cofins, mesmo que tenha o custo político. Aparentemente, o custo político da reforma do governo não é muito menor do que o da reforma tributária ampla, já que o principal problema hoje é a resistência do setor de serviços, que também se opõe ao proposto pelo governo. No fundo, a superação dessa resistência pode ter o mesmo custo para as duas propostas.

A incompreensão do setor de serviços

Uma parte da resistência do setor de serviços é muito por incompreensão e erro de cálculo. O setor de serviços normalmente está sujeito a tributos cumulativos — como ISS e PIS/Cofins cumulativo —, mas eles esquecem que eles têm insumos que vieram tributados e sobre os quais eles não recuperam créditos atualmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro fator importante para o setor são os serviços prestados para empresas, no meio da cadeia produtiva. Nesse caso, a reforma os favorece, já que hoje é pago ISS e PIS/Cofins, mas não gera crédito para o tomador de serviço. Com o IBS [proposto pela PEC 45] eles vão pagar uma alíquota mais alta, mas terão crédito integral para o tomador de serviço. Na soma entre o que o tomador de serviço paga e recupera, existe uma redução da tributação.

No fundo, a discussão do setor de serviços se restringe aos serviços prestados para consumidor final e aqui, alguns pontos devem ser considerados:

  • Boa parte desses serviços prestados para o consumidor final são prestados por empresas do Simples, que não são afetadas pela reforma tributária.
  • Do ponto de vista distributivo, existem razões para que serviços sejam mais tributados do que mercadorias. Quem consome serviços são as pessoas de alta renda. Quem consome mercadorias são as pessoas de baixa renda.

Segundo um cálculo utilizando a última pesquisa de orçamentos familiares, nas famílias da faixa mais baixa [até dois salários mínimos de renda mensal], 9% do consumo tributável são serviços. Para as famílias da faixa mais alta [renda familiar maior que 25 salários por mês] 31% do consumo tributável é serviço.

“Um setor como o de serviços, que pode ter um aumento de preço relativo ao consumidor final, ele certamente será beneficiado pelo aumento da renda que resulta da reforma tributária. Em geral, a demanda por serviços cresce mais do que a demanda por mercadoria. Isso tem que ser colocada na equação da discussão política da reforma tributária”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desoneração da folha e o erro da “nova CPMF”

Uma questão muito importante para discutir o setor de serviços é a desoneração da folha, que afeta mais o setor de serviços do que o ramo de produção de mercadorias. Certamente esse vai ser um dos debates decisivos para a aprovação da reforma tributária no Congresso.

Segundo entrevista do Guilherme Afif Domingos, assessor especial do ministério da Economia, o governo gostaria de reduzir em 25% a tributação da folha, e substituir por uma 'CPMF'. Isso é um erro na forma de desonerar e na forma de financiar.

É um erro na forma de desonerar porque na verdade a contribuição sobre a folha que é proporcional ao benefício não é distorciva. Tributar menos do que o custo de adquirir e financiar os benefícios previdenciários seria um problema.

A boa tributação sobre a folha é uma que seja equivalente ao que você gastaria para comprar um benefício semelhante em uma previdência privada de baixo risco. Uma boa desoneração também inclui a retirada de contribuições que não geram benefício - como Sistema S, Salário Educação, Sebrae, etc — que correspondem a cerca de 5,8% da folha e que deveriam estar em outra base.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também temos um problema nas pessoas que ganham acima do teto da contribuição. No fundo, acabam pagando uma espécie um imposto de renda. Os cálculos mostram que nesse caso a alíquota efetiva do IR do funcionário é de mais de 42%. Ao mesmo tempo, temos um funcionário público que ganha R$ 30 mil e que paga 26% e tenho profissional liberal que virou Pessoa Jurídica e que está pagando no máximo 13%.

Como financiar a desoneração?

O governo dá a entender que a única forma de financiar é com uma nova CPMF e isso não é verdade. Existem outras alternativas, como a correção das distorções do imposto de renda. Uma desoneração inteligente da folha de pagamentos seria: desonerar o primeiro salário mínimo [a contribuição para os trabalhadores de baixa renda é alta em comparação ao benefício previdenciário], retirar os penduricalhos que não geram benefícios e corrigir o problema acima do teto de contribuição. Essas medidas levariam a um aumento da arrecadação do imposto de renda da pessoa física.

“Com uma nova CPMF, em vez de corrigir uma distorção tributária — a elevada tributação da folha —, você cria um um novo tributo distorcivo.”

A reforma tributária ideal para um Brasil pós-pandemia

Sem dúvida nenhuma a tributação de bens e serviços nos termos da PEC 45, ou um mix entre a PEC 45 e PEC 110, é a reforma ideal. Com a pandemia, essa reforma se tornou ainda mais necessária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A dívida pública vai crescer muito, pode chegar a 100% do PIB. Em um cenário em que ela cresce de forma explosiva, no final isso acaba virando calote e inflação. É preciso garantir uma forma sustentável e existem três formas de se fazer isso.

A primeira delas seria muito ruim: aumentar a carga tributária. A segunda é muito necessária, mas insuficiente: conter a expansão das despesas. A terceira é aumentando o potencial de crescimento da economia mantendo a carga tributária.

A melhor forma de enfrentar o aumento da dívida pública que resultou da pandemia é com medidas que aumentem o crescimento da economia, e a mais importante delas é a reforma tributária, que pode aumentar o potencial da economia brasileira em um horizonte de 10 ou 20 anos.

No pós-pandemia, a reforma tributária pode ser a diferença entre a solvência e insolvência do setor público. Um setor público insolvente não faz política pública, ele simplesmente fica tentando resolver problema o tempo inteiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tributação de renda e patrimônio

A pandemia trouxe para a discussão o tema da desigualdade. Desse ponto de vista, ela vai trazer a questão da tributação da renda e possivelmente tributação do patrimônio.

Essas são reformas importantes. É preciso corrigir as distorções, mas é preciso ser muito bem feito, muito bem discutido. Mudanças precipitadas podem gerar mais problemas e até mesmo piorar o sistema tributário atual. Essa discussão deveria estar junto com a das mudanças na tributação da folha de pagamento.

Cenário para aprovação

O meu feeling é que a tendência segue sendo avançar com uma reforma tributária ampla. Acho difícil aprovar na Câmara e no Senado ainda neste ano, mas o [presidente da Câmara] Rodrigo Maia já indicou que acha que até o primeiro semestre de 2021 é um prazo razoável para aprovar nas duas casas.

Acredito que temos uma chance de avançar ainda este ano na comissão mista, na comissão especial da Câmara e talvez aprovar no plenário. Acho difícil completar todo o processo até o Senado em 2020, mas o tema deve avançar bastante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, existe um apoio de todos os secretários de Fazenda estaduais por uma reforma parecida com a PEC 45, ainda que com ajustes. Isso nunca ocorreu no passado [todas as tentativas de reforma tributária acabaram não caminhando]. Do ponto de vista dos municípios, os pequenos no geral estão apoiando. Existe uma resistência dos grandes, mas esse é um ponto que deve ser superado com negociação política.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOMBOU NO STREAMING

Anita Harley e a guerra por bilhões fazem sucesso no streaming: conheça a história da herdeira das Pernambucanas

6 de março de 2026 - 19:01

Documentário lidera ranking da plataforma de streaming ao detalhar a batalha judicial entre uma secretária de confiança e uma suposta esposa

PAPEL QUE VALE OURO?

Fim das cédulas clássicas de real: se você tem uma nota antiga do Banco Central, pode estar com um tesouro escondido e nem imagina

6 de março de 2026 - 15:45

Enquanto o Banco Central recolhe as cédulas da primeira família do real, a disputa pelos itens cresce e preços que já ultrapassam R$ 5 mil

IGUALDADE DE GÊNERO

Dia Internacional da Mulher não é feriado, mas é data significativa para luta pela igualdade de gênero; veja a história do 8 de Março

6 de março de 2026 - 12:11

Entenda a origem do Dia da Mulher, marcada por lutas e pala reivindicação de direitos, igualdade e reconhecimento.

DE REPENTE, MILIONÁRIA

Depois de quatro anos ignorando conselho do marido, mulher ganha casa na “loteria” e agora pode ser considera multimilionária

6 de março de 2026 - 10:09

Nicola Dickinson, do Reino Unido, ganhou sorteio e agora é dona de uma casa avaliada em muitos milhões

ENTRE A TEIMOSIA E A SIMPLICIDADE

Lotofácil 3628 deixa duas pessoas mais perto do primeiro milhão; Mega-Sena 2980 acumula e prêmio vai a R$ 50 milhões

6 de março de 2026 - 6:48

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (5). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Consequentemente, os prêmios em jogo aumentaram.

FATURA DO SOCORRO

A conta chegou: FGC confirma antecipação de 5 anos de contribuições para cobrir rombo do Master

5 de março de 2026 - 19:15

Segundo o Fundo Garantidor de Crédito, 94% do montante total a ser pago já foi distribuído, e 675 mil credores já receberam seus valores

CORTA EM MARÇO OU ESPERA?

XP mantém expectativa de redução da Selic mesmo com tensões geopolíticas e eleições; entenda os motivos

5 de março de 2026 - 18:58

Corretora de investimentos espera um corte de 0,5 ponto percentual mesmo após o acirramento dos conflitos no Oriente Médio, que podem impactar o petróleo em ano de eleição no Brasil

OURO LÍQUIDO

A saga de uma família que fez um empréstimo para buscar água e encontrou petróleo. Mas ela vai poder explorar?

5 de março de 2026 - 18:36

Após investir R$ 15 mil em busca de água, família encontra petróleo e se vê no meio de uma burocracia que não resolve a questão do óleo e nem da água

CENÁRIO POSITIVO

‘Boom’ do e-commerce impulsiona galpões logísticos; entenda qual a relação da Shopee com isso e como você pode se beneficiar com FIIs

5 de março de 2026 - 15:35

Mercado Livre, Shopee e Casas Bahia ocupam o pódio de inquilinos dos galpões logísticos no Brasil; quais são as perspectivas para o segmento?

TECNOLOGIA

Acabou para o Mark Zuckerberg? Aplicativo alerta usuários se alguém por perto está usando óculos inteligentes da Meta e da Snap

5 de março de 2026 - 13:04

Aplicativo detecta e alerta para a presença de óculos inteligentes da Meta, do Elon Musk, e da Snap através de sinais Bluetooth

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Como baixar o app que conta as calorias do seu prato com uma simples foto e deixou o fundador virar milionário

5 de março de 2026 - 11:16

Aplicativo utiliza inteligência artificial para contar calorias; em 2025, a receita anual da empresa foi de US$ 40 milhões

SÓ DEU ELA

Lotofácil desencanta com 45 vencedores, mas apenas 3 vão receber valores milionários; Mega-Sena já promete R$ 45 milhões hoje

5 de março de 2026 - 6:58

A Lotofácil acaba de pagar o prêmio principal pela primeira vez em março. Todas as demais loterias sorteadas na quarta-feira (4) acumularam.

DIA DE DESCANSO

Hoje é feriado? Sete cidades brasileiras param neste 5 de março; saiba se a sua está na lista

5 de março de 2026 - 5:03

Municípios utilizam leis locais para celebrar datas culturais nesta quinta-feira (5); o próximo descanso geral será apenas em abril

TOUROS E URSOS #261

EUA vs. Irã: petróleo, dólar e Bolsa — o que muda para o investidor no Brasil

4 de março de 2026 - 19:14

Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, participou do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro, e fala sobre três cenários possíveis para a guerra no Oriente Médio e os efeitos para o mercado brasileiro

OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO

Mesada e viagem para a Disney: funcionários do BC são investigados por propina de Daniel Vorcaro, do Master

4 de março de 2026 - 17:36

Os servidores Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana foram afastados do Banco Central e são investigados por consultorias dadas a Vorcaro

NOSTALGIA LUCRATIVA

Venda de discos de vinil continua crescendo — e movimento é liderado pela rainha dos streamings

4 de março de 2026 - 15:51

Enquanto Spotify e Apple Music disputam assinantes no streaming, o vinil surpreende e cresce na contramão da era digital

DE SOBREMESA, UMA DIPIRONA?

Câmara aprova projeto de lei que autoriza a venda de medicamentos em supermercados, mas existe um ‘porém’

4 de março de 2026 - 15:26

Proposta tem condições para venda de medicamentos em mercados e aguarda a sanção presidencial

HORA DE COMPRAR?

A ‘era do ouro’ acabou? Executivos do BTG respondem se o metal precioso ainda vale a pena depois da disparada

4 de março de 2026 - 15:22

Com guerras, dúvidas sobre o dólar e rearranjos de fluxo global, metais preciosos voltam ao radar dos investidores e podem seguir relevantes para o portfólio em 2026, segundo o BTG

SORTE GRANDE

Novos milionários no Ceará: conheça Eusébio, cidade dos vencedores da Mega‑Sena que já abriga a alta renda do estado

4 de março de 2026 - 14:03

Cidade vizinha de Fortaleza combina renda alta, grandes indústrias — e agora abriga os cinco novos milionários do país.

MITOLOGIA FUTEBOLÍSTICA

O ‘toque de Midas’ que fez o Grêmio Novorizontino contornar a falência, disputar o título contra o Palmeiras e virar a maior torcida de São Paulo até domingo

4 de março de 2026 - 11:18

Apoiado por uma da família rica de sua cidade, Grêmio Novorizontino vive ascensão meteórica nos campos de futebol e tenta espantar estigma de morrer na praia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar