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Aceleração dos preços dos alimentos faz mediana de estimativas para IPCA avançar par 3,54%, segundo BC
Os economistas continuam revisando para cima as projeções para a inflação ao final de 2020, em meio à aceleração da alta dos preços dos alimentos.
Segundo o Boletim Focus do Banco Central, que reúne as projeções dos profissionais que atuam no mercado financeiro e que foi divulgado nesta segunda-feira (30), a mediana das estimativas passou a apontar uma alta de 3,54% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ao final deste ano.
Esta foi a 16ª semana consecutiva que o relatório mostra um ajuste positivo no principal indicador de inflação do País. Na semana passada, a expectativa era de fechar 2020 com um avanço de 3,45%.
Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2020 foi de 3,39% para 3,51%.
O IPCA está em trajetória de alta desde a segunda metade do ano. A prévia do índice para novembro, o IPCA-15, apresentou avanço de 0,81%, maior leitura para o mês desde 2015 (0,85%), apesar de 0,13 ponto percentual (p.p.) menor que o apurado em outubro (0,94%). Os alimentos foram novamente os responsáveis pela maior parte da inflação no começo do mês.
Para 2021, a mediana foi elevada pela sexta semana seguida, indo de 3,40% para 3,47%. A estimativa das instituições no Top 5 passou de 3,31% para 3,40%, depois de ter recuado na semana passada.
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Enquanto as estimativas para inflação continuarão sendo revisadas para cima, os economistas ouvidos pelo BC melhoraram pela quarta semana consecutiva a projeção para a atividade do País,
A mediana para o PIB de 2020 passou de uma retração de 4,55% para uma contração de 4,50%. Para 2021, as estimativas foram elevadas de uma expansão de 3,40% para um crescimento de 3,45%.
O IBGE vai divulgar o desempenho da economia no terceiro trimestre nesta quinta-feira (3). O PIB do segundo trimestre, em função da covid-19, apresentou forte queda na comparação trimestral (-9,7%) e na anual (11,9%).
Pela terceira semana consecutiva, os economistas reduziram a projeção para a taxa de câmbio entre real e dólar em 2020, desta vez de R$ 5,38 para R$ 5,36. A mediana das projeções para 2021 permaneceu em R$ 5,20.
A estimativa para a dívida líquida do setor público, como proporção do PIB, foi levemente revisada para baixo, de 67% para 66,2%. Já para o déficit primário, também como proporção do PIB, foi de 11,80% para 11,50%. O resultado primário considera o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Levando em conta os juros, a estimativa foi de 15,51% para 15,31%.
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