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Em um passado nem tão distante, Buffett chegou a dizer que o bitcoin era como ‘veneno de rato’ e que o mercado de criptomoedas, no geral, teria um fim trágico.
O mês de dezembro vem sendo de sucessivos recordes para o bitcoin. A criptomoeda já olha pelo retrovisor o seu antigo recorde atingido em 2017 e já é negociada na casa dos US$ 27 mil.
Somado ao crescente interesse dos grandes investidores do mercado, o valor de mercado do bitcoin já superior ao de diversas outras gigantes do mundo financeiro. Em 2020, o marketcap da moeda digital ultrapassou os de JPMorgan Chase, Mastercard e, mais recentemente, ao romper a barreira dos US$ 500 bilhões, da Visa.
Segundo a AssetDash, a próxima empresa a ser ultrapassada pelo bitcoin deve ser o conglomerado Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett. A situação é um tanto inusitada, se lembrarmos que Buffett é um dos magos dos investimentos que não se curvou ao nascimento das criptomoedas.
Em um passado nem tão distante, Buffett chegou a dizer que o bitcoin era como 'veneno de rato' e que o mercado de criptomoedas, no geral, teria um fim trágico.
Para ultrapassar o valor de mercado da Berkshire, que hoje é de US$ 535,7 bilhões, a mais famosa criptomoeda do mundo precisa atingir uma cotação de, pelo menos US$ 28.827. Com base na cotação desta terça-feira (29), faltam menos de US$ 1.800 para chegar lá.
Será que o bitcoin entra para o top 10 ainda em 2020?
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*Com informações do Yahoo! Finance
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