Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Reação ao coronavírus

Banco Central reduz juros para 3,75% ao ano e diz que usará todo o arsenal contra a crise

Por outro lado, o BC não se compromete com novas reduções na Selic após queda de 0,5 ponto percentual e avalia que a atual conjuntura “prescreve cautela na condução da política monetária”

Roberto Campos neto
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central - Imagem: Raphael Ribeiro/BCB

O Banco Central respondeu ao choque provocado pela pandemia do coronavírus e que ameaça paralisar a economia com uma redução de 0,50 ponto percentual da taxa básica de juros (Selic), para 3,75% ao ano. Com o corte, os juros no Brasil renovam as mínimas históricas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O movimento do Comitê de Política Monetária (Copom) era esperado pela maioria dos analistas, embora alguns deles defendessem um corte ainda maior nas taxas para conter os efeitos da doença na atividade econômica.

O BC deixou a porta aberta para novos cortes na Selic, embora não tenha se comprometido com um ciclo maior de redução.

“O Banco Central do Brasil ressalta que continuará fazendo uso de todo o seu arsenal de medidas de políticas monetária, cambial e de estabilidade financeira no enfrentamento da crise atual”, informou o Copom, no comunicado que acompanha a decisão.

Leia também:

Por outro lado, o BC avalia que a atual conjuntura “prescreve cautela na condução da política monetária”. Isso significa que o Copom vê como adequada a manutenção da taxa Selic em 3,75% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Banco Central aproveitou a decisão sobre a Selic para defender a continuidade do processo de reformas da economia.

Leia Também

NOVO 7X1 ?

Brasil pode sofrer novo vexame na Copa — e quem está dizendo isso não é um polvo

A IT GIRL DOS CARROS

Popularização de carros elétricos, como os da BYD, Nio e Xpeng, cria um grande problema para a China

“Questionamentos sobre a continuidade das reformas e alterações de caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas têm o potencial de elevar a taxa de juros estrutural da economia.”

Os dois lados da inflação

Os diretores do Banco Central veem fatores de risco em ambas as direções dentro do cenário básico para a inflação. De um lado, o nível de ociosidade pode produzir trajetória de inflação abaixo do esperado.

“Esse risco se intensifica caso um agravamento da pandemia provoque aumento da incerteza e redução da demanda com maior magnitude ou duração do que o estimado.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, o aumento da potência da política monetária, a deterioração do cenário externo ou frustrações com a continuidade das reformas podem levar a uma trajetória de inflação acima do projetado, na análise do Copom.

Ainda de acordo com o BC, a pandemia causada pelo novo coronavírus está provocando uma desaceleração significativa do crescimento global, queda nos preços das commodities e aumento da volatilidade nos preços de ativos financeiros.

“Nesse contexto, apesar da provisão adicional de estímulo monetário pelas principais economias, o ambiente para as economias emergentes tornou-se desafiador.”

A pressão para uma ação mais enérgica da autoridade monetária brasileira aumentou depois que o Federal Reserve, o BC norte-americano, cortou os juros de forma extraordinária no domingo para um intervalo de 0% a 0,25%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As instituições financeiras vem reduzindo uma a uma as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e do mundo diante da pandemia. Hoje o banco norte-americano Goldman Sachs passou a prever uma contração da economia brasileira de 0,9% em 2020.

Antes do agravamento da epidemia do coronavírus, a expectativa do mercado era que o BC encerrasse o ciclo de corte de juros em fevereiro, quando diminuiu a taxa em 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano.

*Conteúdo em atualização

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
1 de junho de 2026 - 19:07
Homem com binóculo, em torre de observação na floresta, olha sinais na economia para entender o caminho da Selic, taxa básica de juros 1 de junho de 2026 - 19:07
Logo do FGC com um fundo de notas de reais 1 de junho de 2026 - 16:47

FUNDO COM LIMITES

FGC: novas regras passam a valer nesta segunda; veja o que muda

1 de junho de 2026 - 16:47
USP 1 de junho de 2026 - 14:44
1 de junho de 2026 - 14:28

CAMPEÃO DA VEZ

Brasil campeão? Goldman Sachs diz quem deve erguer a taça

1 de junho de 2026 - 14:28
cerveja brahma ambev 1 de junho de 2026 - 11:01
Copa do Mundo 2026 1 de junho de 2026 - 11:01
As bandeiras da China e da União Europeia 30 de maio de 2026 - 17:03
29 de maio de 2026 - 13:31
Troféu da Copa do Mundo 2026 com estádio atrás - Imagem: Reprodução/Metlife Stadium 29 de maio de 2026 - 12:06
profissões mais bem pagas 29 de maio de 2026 - 11:51
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar