🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Menos metas

Autonomia do BC pode ser alterada na Câmara

O texto aprovado no Senado inclui duas novas metas acessórias para o BC, mas deputados devem retirá-las

Fachada do Banco Central do Brasil (BC); greve servidores
Imagem: Arnaldo Jr./Shutterstock

Aprovado pelo Senado, o projeto de autonomia do Banco Central pode sofrer modificações na Câmara. O partido Novo, de viés liberal, se prepara para tentar enxugar a proposta que recebeu aval dos senadores para reduzir os chamados acessórios que foram colocados para o BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O texto mantém o controle dos preços como objetivo central, mas inclui ainda duas novas metas acessórias, sem prejuízo à principal: suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego no País. O governo concordou com a redação da proposta, apesar de o BC ser historicamente contrário a ampliar o escopo da atuação.

"Há a questão sobre quais são os objetivos do Banco Central. Um deles é o pleno emprego, isso não é papel do BC", disse o líder do Novo na Câmara, Paulo Ganime (RJ).

Atualmente, cabe ao Banco Central garantir o poder de compra da moeda nacional, zelar pela liquidez da economia, manter as reservas internacionais em nível adequado, estimular a formação de poupança, zelar pela estabilidade e promover o aperfeiçoamento do sistema financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A bancada do Cidadania na Câmara ainda quer analisar o projeto com mais atenção, mas a legenda é defensora do duplo mandato. "Nós achamos que cabe também ao BC olhar pelo desenvolvimento econômico, não dá para ver a questão da estabilidade da moeda, isoladamente do desenvolvimento", disse o líder do partido, Arnaldo Jardim (SP).

Leia Também

SEGURANÇA E ESTABILIDADE

Casa própria vale mais para a qualidade de vida do que viagens e lazer, mas exige cuidado para não virar pesadelo

MADAME SATÃ É FICHINHA

Oligarca ligado a Putin pagou parte da festa de casamento de filho de Trump nas Bahamas

Mandato fixo

A proposta ainda estabelece mandatos de quatro anos, prorrogáveis por mais quatro, para os diretores da instituição que hoje podem ser nomeados e demitidos livremente pelo presidente da República. Caso o projeto seja aprovado neste ano e Roberto Campos Neto seja indicado em 2021 para permanecer no cargo, ele poderia ficar, ao todo, dez anos à frente do BC.

Para o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, a proposta dos senadores deve ser mantida. "Significa dar mandatos estáveis à diretoria do banco, mantendo-o preservado de pressões políticas", disse. Para ele, a autonomia do BC trará, assim, mais segurança aos investidores brasileiros e estrangeiros e maior solidez ao sistema financeiro nacional.

Os deputados devem ter ainda tempo para se debruçar sobre o texto aprovado pelos senadores. A expectativa é de que o texto chegue ao plenário da Casa somente depois do fim do primeiro turno das eleições municipais, no dia 15.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Câmara, existe outra proposta de autonomia do BC, a do Projeto de Lei Complementar n.º 112, enviado pelo governo. Sob a relatoria do deputado federal Celso Maldaner (MDB-SC), a proposta conta com o patrocínio do presidente da Câmara, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ). No entanto, em meio à pandemia do novo coronavírus, ela acabou ficando parada. Uma diferença fundamental do projeto da Câmara é que ele prevê apenas dois objetivos para o Banco Central: estabilidade de preços e estabilidade financeira.

Campos Neto agradece pela 'independência'

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, aproveitou sua participação numa live do Instituto ProPague nesta quinta-feira, 5, para agradecer ao Senado a aprovação da independência da autarquia. "Agradeço ao Senado a aprovação da independência do Banco Central, mas o que precisa ser preservado é a meta de inflação", complementou o banqueiro.

No bojo da proposta de independência do BC, está também a responsabilidade de assumir medidas para o crescimento e manutenção do emprego. Campos Neto diz entender que há poucas ferramentas para atuar no emprego, mas fez questão de enfatizar que a falta de controle da inflação acaba por gerar mais desemprego.

"Alguns BCs do mundo colocaram emprego em seus mandatos primários. Mas preferimos a expressão 'fomentar' emprego como objetivo secundário. Ganho de autonomia do BC é maior do que prejuízo de interpretação do texto", disse, acrescentando que a autonomia do BC está bem encaminhada na Câmara dos Deputados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Campos Neto disse também durante a live que, se as reformas passarem no Congresso Nacional, isso será reconhecido pelo mercado.

As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
casas bahia biah3 leilão descontos liquidação 14 de setembro de 2026 - 14:55
furacão el niño 14 de setembro de 2026 - 14:06
melhores cidades da europa londres inglaterra turismo viagem viagens 14 de setembro de 2026 - 11:15

EL NIÑO

Calor extremo cria nova ameaça imobiliária em Londres

14 de setembro de 2026 - 11:15
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 13 de setembro de 2026 - 18:03
Imagem feita com inteligência artificial. Notas de dinheiro e moedas e, ao fundo, prédios em São Paulo 13 de setembro de 2026 - 14:35
Chuva pode baratear preço da energia elétrica, mas cenário pode mudar até 2027 12 de setembro de 2026 - 10:30
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar