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O coronavírus continua a estragar o clima. Não tem jeito: lave bem as mãos, use álcool gel e tenha sangue frio na hora de mexer com seus investimentos. Os próximos dias devem ser bem turbulentos nos mercados.
O coronavírus segue no topo do noticiário. Também não ajuda o investidor essa briga de Jair Bolsonaro com a imprensa e com o Congresso.
Há tempos não caía tão bem a frase do colega Chico Pinheiro: “Graças a Deus, hoje é sexta-feira!”

•A bolsa teve mais um dia de queda firme: o Ibovespa recuou 2,59% ontem, aos 112.983,54 pontos. O dólar à vista registrou mais um recorde nominal: R$ 4,4759, numa alta de 0,78%.
•O que mexe com os mercados hoje? O avanço do coronavírus continua assustando os investidores. Aqui no Brasil há 132 casos suspeitos, segundo o Ministério da Saúde. Na Ásia, as bolsas fecharam em queda firme. Os índices futuros em Wall Street amanhecem no negativo e o índice pan-europeu Stoxx-600 caminha para sua pior semana em mais de uma década.
• Com a moeda americana flertando os R$ 4,50, o Banco Central fará uma sequência de leilões para segurar o câmbio. Essas operações são feitas para dar liquidez em momentos de alta volatilidade e segurar o câmbio. Até dia 21 de fevereiro, o BC perdeu R$ 4,5 bilhões com essas transações.
• Fundos imobiliários ou ações de properties: qual a melhor forma de investir no mercado imobiliário? A gestora RBR fez um estudo comparando apenas as estruturas de cada veículo para entender qual pode entregar um retorno melhor para o investidor.
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• Que a poupança não é lá essas coisas todo mundo já sabe. Mas o fato é que nos tempos não tão distantes em que ela entregava juros de dois dígitos estava bom para muita gente. No “Sextou com o Ruy” de hoje, o nosso colunista Ruy Hungria discute as mudanças que a queda da taxa de juros provocaram na vida do investidor.
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| • Aqui está um jeito de lucrar ao mesmo tempo em que você protege seus investimentos. Saiba mais |
•A Petrobras iniciou o processo de venda toda a sua participação na holding Gaspetro e nos campos de Merluza e Lagosta.
• A administradora de shoppings centers Iguatemi vai emitir R$ 264 milhões em debêntures.
• A empresa de geração de energia AES Tietê registrou um lucro líquido de R$ 300 milhões em 2019 - uma alta de 4,2% em relação ao ano anterior.
•A Santher, dona do papel higiênico Personal, foi vendida aos grupos japoneses Daio Paper e Marubeni por R$ 2,3 bilhões.
•O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o Congresso e a imprensa em transmissão via Facebook ontem. Ele também afirmou que “não vai renunciar”.
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