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A crise do coronavírus faz suas vítimas também no mundo corporativo. E não foram só peixes pequenos que perderam o fôlego. Grandes companhias não aguentaram. A primeira baleia morta já apareceu na praia. Ou melhor, nos ares. Estou falando de uma gigante que pediu recuperação judicial nos Estados Unidos, a Latam Airlines.
É bem verdade que a colombiana Avianca Holdings já tinha feito isso - o que não surpreendeu a ninguém, dadas as dificuldades enfrentadas pela empresa antes da crise. A Latam não aguentou a pressão sobre o seu caixa com a redução dos voos e o aumento do dólar provocados pela crise.
O coronavírus trouxe o combo intragável de perda de receita e alta de custo. Quem aguenta?
Recuperação judicial no Brasil ou nos Estados Unidos é uma velha conhecida dos empresas aéreas. Por aqui, a lei nasceu para salvar uma delas (e não evitou o adeus da Varig). Nos Estados Unidos, o êxito é maior - Delta e American Airlines, por exemplo, saíram vivas deste processo.
Para quem tem ações de aéreas, fica o alerta. Não foi à toa que Warren Buffett se desfez de todos os seus papéis no setor. Baleias são grandes, mas elas também morrem.
•O Ibovespa registrou alta de 4,25% ontem, aos 85.663,48 pontos, e o dólar engatou a quarta baixa consecutiva, recuando 2,18%, a R$ 5,4579. Foi o primeiro pregão após a divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22.
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•O que mexe com o mercado hoje? A notícia de que a empresa de biotecnologia Novavax passou a sua vacina experimental contra a covid-19 para uma próxima fase de testes traz ânimo nos negócios nesta terça-feira. Com apetite por risco renovado, as bolsas asiáticas fecharam em alta. Após pausa para o feriado em Wall Street, os índices futuros amanhecem em alta firme, assim como as principais bolsas europeias.
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• As séries essenciais da Empiricus por R$ 5: aproveite aqui as condições especiais.
• Os ADRs da Latam derretem mais de 40% no pré-mercado, após a empresa anunciar recuperação judicial nos EUA. As unidades do grupo no Brasil, na Argentina e no Paraguai não estão envolvidas no processo.
• O Magazine Luiza registrou lucro líquido de R$ 30,8 milhões no primeiro trimestre, um tombo de 76,7% em relação a igual período de 2019. O resultado reflete o fechamento de lojas físicas, que reduziu em R$ 500 milhões as vendas em março.
• O investidor estrangeiro está pessimista com o Brasil, segundo, David Beker, chefe de Economia e Estratégia do Bank of America para o Brasil. Em entrevista ao Estadão, ele diz que, com uma sinalização mais firme sobre o ajuste fiscal, é possível o retorno de fluxo de capital externo de curto prazo.
• A Centauro anunciou uma oferta de ações que pode movimentar R$ 928,8 milhões, considerando um lote adicional. A empresa vai a bolsa três meses após anunciar a compra da Nike do Brasil.
• A CPFL Energia anunciou a saída do mercado de geração distribuída (GD) solar para clientes residenciais. O Grupo optou por focar esforços no mercado para grandes consumidores.
• As vendas de veículos novos neste mês devem ficar próximas às de abril, quando foram comercializadas apenas 55,7 mil unidades - o menor volume mensal para o setor em 21 anos.
•O Brasil tem 374 mil casos confirmados de coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. São 23,4 mil mortes.
•O governo federal vai recorrer a organismos internacionais para bancar o pagamento de parte do auxílio emergencial e da ampliação do Bolsa Família, segundo o Estadão. O empréstimo será superior a R$ 20 bilhões (US$ 4,1 bilhões)
•O Senado aprovou a proibição do corte de serviços públicos sem aviso prévio e em fins de semana, feriados e as suas respectivas vésperas. A proposta segue para sanção presidencial
•O EUA anteciparam em dois dias as restrições de viagens do Brasil. A regra entra em vigor às 00h59 da quarta-feira, 27 de maio, pelo horário de Brasília.
Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.
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