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Desde que o coronavírus bateu à porta, quase todos os dias sai um número ruim da economia. É produção industrial em baixa, queda na projeção do PIB, um aumento impressionante do desemprego…
O balanço das empresas já mostra prejuízos bilionários no primeiro trimestre.
O show de horrores está só no começo. O segundo trimestre deve trazer números ainda mais dramáticos para a economia global e brasileira.
Enquanto isso, num universo paralelo, a bolsa vive um oba-oba, em uma dança nada coordenada com a economia real.
O que explica o descompasso de Wall Street e Main Street? Este é o tema da coluna de hoje de Matheus Spiess, o nosso caçador de assimetrias.
•O Ibovespa subiu 3,18% ontem, aos 97.644,67 pontos - a sétima sessão consecutiva no campo positivo. O dólar à vista caiu 2,74%, para R$ 4,8544.
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•O que mexe com os mercados hoje? Após os ganhos dos últimos dias, o mercado acionário global amanhece com o clima de cautela predominando entre os agentes financeiros. No radar está a reunião de política monetária do Federal Reserve que começa hoje e divulga a sua decisão amanhã. Na Ásia, os negócios fecharam em alta. Os índices futuros em Nova York e o pregão europeu amanhecem no vermelho.
• O que está puxando a alta dos mercados? O colunista Matheus Spiess traz explicações para o otimismo dos investidores diante do abismo econômico.
• Hoje, às 10h, o presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, debate com Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus e colunista do Seu Dinheiro, a crise econômica e suas oportunidades. Acompanhe neste link.
•As refinarias da Petrobras atingiram utilização de 75%, perto do patamar pré-pandemia. A recuperação dos mercados asiáticos e o relaxamento do isolamento social no Brasil têm elevado as vendas, segundo a estatal.
•Os aeroportos de Viracopos (SP) e São Gonçalo do Amarante (RN) devem ser devolvidos pelas concessionárias atuais e qualificados amanhã na carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) para nova licitação, segundo o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.
•O Banco Indusval está concluindo uma reorganização de negócios. A instituição vai mudar de nome, receberá R$ 100 milhões de capital e deve sair da bolsa, segundo reportagem do Estadão.
•A Dasa anunciou a aquisição de 60% de participação societária do Grupo Santa Celina, uma consultoria especializada em gestão de usuários de planos de saúde. A empresa deve desembolsar R$ 70,5 milhões.
• O Brasil chegou a 37.134 mortes por coronavírus, segundo o Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass). São 707.412 pessoas infectadas.
• O ministro do STF Celso de Mello autorizou a prorrogação do inquérito sobre a suposta tentativa de interferência política do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal por mais 30 dias.
• A China desbancou o Brasil como maior parceiro comercial da Argentina pela primeira vez. Um dos motivos é a retração da indústria automotiva, cujos negócios despencaram em meio à crise.
• O PIB da zona do euro encolheu 3,6% no primeiro trimestre, em relação ao trimestre encerrado em dezembro, segundo leitura final do indicador.
• As exportações na Alemanha registraram queda recorde de 24% em abril, na comparação com março, segundo a Destatis, a agência de estatísticas do país.
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