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“Luke, eu sou seu pai.” Mesmo quem não é fã dos filmes de Star Wars conhece a revelação do vilão Darth Vader, consagrada como uma das maiores reviravoltas (plot twists) da história do cinema.
Na galáxia não muito distante do mercado financeiro, uma das grandes viradas na história aconteceu com a compra da participação na XP Investimentos pelo Itaú Unibanco.
Afinal, a XP despontou como uma verdadeira rebelde do sistema financeiro, ameaçando a soberania do império liderado pelos grandes bancos como o Itaú.
Desde então, pai e filho tentaram demonstrar que, apesar da ligação, continuariam lutando em lados opostos. A diferença para os filmes é que na briga entre o banco e a corretora não há mocinhos e vilões tão bem definidos.
O Itaú pisou no calcanhar de Aquiles da XP ao lançar no mês passado uma campanha publicitária com críticas ao modelo de agentes autônomos que consagrou a corretora.
A grande questão levantada pelo banco é que a remuneração dos assessores de investimento varia de acordo com o produto vendido. Isso cria um incentivo perverso para eles oferecerem as opções que pagam as melhores comissões, não as melhores para os clientes.
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Na época da propaganda, a XP respondeu de forma incisiva às críticas. Mas hoje o fundador da corretora, Guilherme Benchimol, veio a público anunciar uma mudança no modelo de cobrança dos assessores. A Julia Wiltgen conta para você em detalhes mais um capítulo dessa saga.
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• Qual o melhor investimento de julho: bolsa, dólar ou ouro? Nenhum deles. Na edição desta semana do podcast Touros e Ursos, a Julia Witgen e eu revelamos o ranking dos ativos no mês e o que movimentou os mercados. Se perdeu a live, é só dar play aqui!
• 5,49% em dois dias. Essa foi a valorização do fundo imobiliário sugerido pelo nosso colunista Alexandre Mastrocinque aos leitores do Seu Dinheiro Premium. Você também pode ter acesso ao nosso clube VIP por apenas R$ 5. Conheça os benefícios de ser Premium.
• As contas do setor público fecharam junho com déficit de R$ 188 bilhões, recorde da série registrada desde 2001. Em junho de 2019, houve déficit primário de R$ 12,706 bilhões.
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