O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para alguns foi um ato corajoso. Para outros, uma irresponsabilidade. Seja como for, o Banco Central surpreendeu o mercado na semana passada ao sustentar que pretende manter os juros baixos por um longo período.
Essa sinalização sobre os próximos passos do BC é conhecida como “forward guidance”, no tenebroso dialeto usado na política monetária.
A expectativa dos analistas antes da reunião era que os diretores do BC viessem com um discurso mais duro ou até mesmo desistissem do forward guidance.
Afinal, a inflação bate à porta sem sutilezas e o risco fiscal coloca sérias dúvidas na capacidade de o Tesouro rolar a elevada dívida pública.
Mas na decisão em que manteve a Selic em 2% ao ano o BC foi na direção oposta ao apontar que o repique da inflação é temporário e que não houve mudanças no regime fiscal brasileiro.
O comunicado deu a impressão de que o BC estava “peitando” o mercado. Mas a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que foi divulgada hoje, traz outra leitura.
Leia Também
No documento, os diretores se mostram bem mais preocupados com o risco fiscal. E dizem que podem reavaliar o forward guidance mesmo que o teto de gastos seja mantido.
A nova interpretação sobre a atuação do BC levou a uma recalibragem nas apostas do mercado para os juros. E não foram só as taxas que subiram. A bolsa e o dólar também fecharam o dia em alta, como mostra o Felipe Saturnino.
• As ações da BB Seguridade foram um dos destaques de alta da B3 depois de a empresa divulgar resultados acima do esperado no terceiro trimestre. Além do bom balanço, a companhia vem chamando a atenção pelos dividendos gordos que distribui aos acionistas.
• Os gringos voltaram. Após um longo inverno, os investidores estrangeiros foram às compras na bolsa brasileira em outubro. Mas será que dessa vez é para ficar? Veja o que dizem os especialistas.
• Quem segura a Weg? As ações da gigante industrial mais que dobraram de valor neste ano — com coronavírus e tudo. E ainda têm espaço para mais, segundo os analistas da BB Investimentos. Confira as projeções.
• Em uma reviravolta inesperada, o IPO da gigante de pagamentos chinesa Ant Group foi suspenso hoje. A notícia acabou arrastando as ações da Alibaba, controladora da empresa. Saiba o que aconteceu.
• A CVM inocentou a ex-presidente da República Dilma Rousseff e a ex-presidente da Petrobras Graça Foster no processo envolvendo a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco. Saiba os detalhes.
•O Cade aprovou a compra de ativos da construtora Calçada pela Gafisa, no Rio de Janeiro. O sinal verde do órgão marca o retorno da empresa ao mercado carioca após seu último lançamento na cidade, em 2015.
• O grupo Itapemirim, de transporte rodoviário, vai lançar uma empresa aérea, mesmo com a crise no setor. O presidente da companhia, Sidnei Piva, avaliou nesta entrevista as perspectivas para a nova empreitada.
• O Brasil está preparado para as startups? A edição desta semana do podcast Tela Azul busca responder essa e outras questões em uma conversa com Victor Xavier, da Endeavor. Entenda o que são as “scale-ups” e se vale a pena empreender em nosso país.
Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora