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Ao ver o dólar disparar rumo aos R$ 4,40, o Banco Central entrou em cena ontem com seus leilões de swap cambial. Com esse nome feio em “economês”, o BC faz uma operação para injetar dólar no mercado e segurar a cotação. Teve swap ontem e hoje tem de novo.
•O Banco Central atuou e conseguiu segurar o dólar ontem. A cotação da moeda americana caiu 0,39%, para R$ 4,33, após cinco altas consecutivas. O Ibovespa teve um dia de perdas, de 0,87%, aos 115.662,40 pontos.
•O que mexe com os mercados hoje? O coronavírus segue sendo o maior fator de aversão ao risco. Após susto com o salto no número de casos da doença, as bolsas asiáticas fecharam em alta. Ontem as bolsas americanas interromperam a sequência positiva, mas os índices futuros amanhecem no azul. No Brasil, os investidores aguardam o IBC-Br e uma nova atuação do BC no câmbio.
• Só compre guarda-chuva em dia de sol – e ações quando ninguém estiver olhando. Na sua coluna de hoje, Ruy Hungria fala sobre a hora certa de comprar ações na bolsa e traça um panorama dos mercados neste início de 2020. Bora sextar com o Ruy?
•O número de investidores na bolsa brasileira segue crescendo. Em janeiro, 1,852 milhão estavam ativos, segundo informou a B3 - um avanço de 9,6% sobre o mês anterior.
•O lucro do BMG mais que dobrou em 2019 e chegou a R$ 367 milhões. A rentabilidade sobre patrimônio também avançou, de 10,8% no ano anterior para 12,5% em 2019.
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•A Priner, empresa de serviços industriais, concluiu um IPO de R$ 200 milhões - com a ação a R$ 10. A operação marca a volta de “mini” aberturas de capital à bolsa.
•Os importadores já começam a repassar a alta do dólar para os consumidores. Reportagem do Estadão traz exemplos de produtos que devem ficar mais caros.
•As indenizações aos brasileiros que perderam dinheiro na poupança com os planos econômicos chegaram a R$ 1,6 bilhão, segundo o CNJ. O acordo envolve perdas em cadernetas de poupança com os Planos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991).
•A flexibilização do teto de gastos vai ser retirada da PEC dos Fundos Públicos, segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho. O projeto será votado na CCJ da Casa no dia 19.
•A Fiesp afirmou em nota que o ministro Paulo Guedes vai enviar a primeira etapa da reforma tributária à Câmara em até duas semanas. A entidade promoveu um encontro entre o ministro e empresários.
•A reforma administrativa vai ser encaminhada ao Congresso na próxima semana, disse o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, o Legislativo pode rejeitar o projeto e aproveitar outro texto em tramitação.
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